Um outro homem
Autor: Maria
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-31 10:40
Assuntos: Heterossexual
O fato que vou narrar aconteceu em 1998 e contarei com todos os detalhes possíveis, pois foi inesquecível.
Sou casada, alias bem casada, um filho e na época eu tinha 34 anos e meu marido tinha 35 anos. Tudo começou quando meu marido conseguiu me convencer a colocarmos um anuncio numa revista masculina onde buscávamos casais ou homens bem dotados para transa num mesmo ambiente, sem troca ou envolvimento. Meu marido sempre sentiu-se excitado na possibilidade de transarmos num mesmo ambiente com um casal ou um homem bem dotado assistindo. Nunca conheci outra relação a não ser com meu marido e jamais tive contato com outro homem e também nunca liguei pra tamanhos ou dimensões de pênis. Bom, com uma maquina fotográfica tipo Polaroid, tratamos de tirar fotos minhas de lingerie e mandamos para duas revistas e o anuncio saiu quase dois meses depois onde recebemos varias cartas em nossa caixa postal alugada. Juro que tudo isso mexia comigo, e com meu marido também, me excitava, mas não pensava em ir além do que ler e responder cartas, achava interessante o que as pessoas, homens e mulheres pensavam. Meu marido se excitava com os detalhes, víamos fotos de casais, de homens bem dotados negros, mulatos, loiros fazendo propostas, escrevendo bobagens e tipos de sacanagens que fariam comigo. Era algo novo para mim, ver aqueles pênis grandes que as vezes chegavam a assustar pelas dimensões. Um dia recebemos uma carta que acabou nos chamando a atenção, talvez pelo fato de estarmos mais excitados na época e praticamente envolvidos na fantasia. Um homem da nossa idade dizia-se divorciado, com uma filha, residente em Osasco. Chamava-se Pedro Henrique e a foto que mandou era um close de seu pênis que me parecia bem grande. Meu marido, percebendo minha curiosidade e interesse no que escrevia resolveu iniciar contato. Mandamos fotos minha de calcinha e sutian as quais foram devolvidas com muitos elogios e delicadezas o que me deixou mais curiosa no sentido de poder conhecer aquele homem gentil e educado. Depois de vários telefonemas fomos convidados a ir a seu apartamento. Decidimos ir e chegando, ele nos recebeu, não era bonito, nem alto, mas sua simpatia conquistava nossa timidez. Era quase mulato, da minha altura. Eu estava nervosa, subimos e conheci então sua casa. Um apartamento duplex onde na parte superior ficava seu quarto com uma área externa que dava acesso pela janela enorme de frente para sua cama de casal. Ele me deu uma rosa e me disse coisas bonitas. Arrepiei, juro que fiquei impressionada. Sentamos-nos à mesa na parte externa do quarto e enquanto bebíamos vinho e conversávamos seus pés acariciavam os meus sob a mesa. Meu marido percebia e deixava rolar, pois estava gostando da situação. Eu estava confusa com aquela novidade. Pedro levantou-se, pos um DVD e nos chamou para dentro de seu quarto. Fomos e eu dentro de meu vestidinho branco sentei junto com meu marido em sua cama enquanto Pedro apenas me olhava admirando minhas coxas. Eu, discretamente o olhava também. Ele vestia um short de nylon preto e uma camiseta branca. Tinha umas pernas bonitas. Ele me chamou para dançar me pegando pela mão. Levantei-me olhando para meu marido que apenas balançou a cabeça consentindo e me dando coragem. Senti seu corpo colar no meu. Percebi que ele estava excitado, pois o volume que senti em meu ventre era bem saliente e duro. Olhei para meu marido novamente que apenas nos observava, porém resolvi me afastar dele e disse aos dois que se tivesse que acontecer algo não gostaria que fosse logo na primeira vez. Pedro compreendeu e ficamos apenas conversando onde fomos embora depois.
Em casa fiquei pensando em tudo que aconteceu, na loucura que poderia ocorrer. Meu marido apenas se excitava com a idéia, mas eu estava controlando a situação. Conversamos durante a semana toda, Pedro me ligava todos os dias, me dizia coisas bonitas e excitantes também. O fato de um outro homem sentir atração por mim me deixava acesa, nunca tinha acontecido isso depois de casada pois sempre fugia das situações evitando essas coisas. Depois de irmos mais umas duas vezes em sua casa e nada acontecer, um dia ele me ligou, eu havia discutido com meu marido naquela semana justamente pela insistência dele nesse caso, estávamos afastados. Pedro conversou muito comigo, explicou muitas coisas como se fosse muito experiente e por fim me convidou para ir a sua casa, hesitei, mas disse que poderia ir na manha seguinte pois iria no shopping cedinho e que ficaria ali perto o que ele prontamente aceitou e disse que aguardaria sem eu dizer se iria ou não. Não sei o que deu em mim, mas a idéia de ir lá me excitava. Ficaria sozinha com ele e poderíamos conversar mais. Ele sabia que eu não queria transar e eu gostava de provocá-lo. Fui cedo para sua casa e fui recebida com muito carinho. Ele me deu um presente e vi que se tratava de uma calcinha e um soutian vermelho bonitos e que ele me pediu para experimentar. O chamei de safado e fiz ele prometer que nada faria ao me ver dentro daquela lingerie, e fui para seu banheiro me trocar. Serviu direitinho, a calcinha era bem cavada atrás que deixava entrar na bunda. Fui até seu quarto e ele ficou me olhando perguntou se podia me abraçar e após eu balançar a cabeça positivamente ele segurou minha cintura, me olhou e me abraçou. Pediu para ficar assim com ele, de lingerie e poderíamos conversar numa boa. Deitei de lado em sua cama e ele sentou-se em uma poltrona na minha frente. Percebi, pelo volume de sua calça que estava muito excitado. Ele parecia querer exibir para mim o volume exagerado que se formava sob a calça. Depois de muito conversarmos e de muito ele me elogiar e me olhar, perguntou se eu consentiria em deixá-lo tirar sua calça, pois gostaria de ficar a vontade também e que estava machucando a calça justa. Fiquei meio sem resposta, mas não sei porque disse que poderia, talvez a curiosidade de ver o que ele tinha debaixo de sua calça. Ele levantou-se e tirou a camiseta e depois sua calça. Estava sem cueca e eu vi um pênis enorme, duro saltar para fora. Fiquei sem ação com a cena. Totalmente nu, na minha frente, não conseguia olhar outra coisa a não ser aquele membro enorme, grosso, cheio de veias salientes e com a cabeça toda para fora. Pedro sentou-se novamente e ficou me olhando. Tentei olhar em seus olhos somente, mas foi impossível, era um pau grosso, ereto, bonito e muito grande mesmo e ele, percebendo isso, perguntou se eu não queria um abraço. Levantei-me, me aproximei dele meio que hipnotizada eu senti seu corpo encostar no meu, e seu cacetão se acomodou entre minhas coxas, onde senti o calor dele, latejando. Fiquei excitada demais para evitar o resto. Ele me beijou, desabotoou meu sutian, tirando e acariciando meus seios já intumescidos. Eu apertava com as coxas aquele pau grande e grosso desejando muito tudo aquilo. Ele me levou para cama, me deitou, tirou minha calcinha e passou a língua na minha buceta ensopada. Seu pau ficou na direção de meu rosto, e não resistindo, segurei aquela peça enorme e a coloquei na boca, ou melhor, tentei, mas apenas a cabeça coube na minha boca. Masturbei aquilo tudo, chupei ele todinho e minha mão não contornava por completo seu diâmetro. Era demais sentir que era diferente do meu marido. Ele sabia me chupar também, fazia-me ver estrelas. Então ele levantou-se e sentou na poltrona, e me pediu para vir sentar nele. Olhei para ele e me chamando de gostosa eu abri as pernas e forcei a penetração. Era muito grosso, senti uma dor intensa e gostosa quando entrou a cabeça. Ele chupava meus seios e eu rebolava para a penetração ficar menos difícil e dolorida. Lembrei que estava sem camisinha e ele disse pra eu ficar tranqüila pois não era prosmicuo e que se cuidava demais. Depois disso não tive mais forças para poder parar, parecia que ele estava me dividindo ao meio, fui sentando, gemendo, fechei os olhos e cheguei a gritar e dizer coisas que juro não me lembrar mais. Senti cada centímetro daquela tora e quando entrou tudo senti as bolas do saco dele esfregarem em minha bunda, gozei duas vezes sentada nele, coisa que nunca aconteceu com meu marido. Senti seu gozo esguichar dentro de mim, seu pau pareceu ficar mais grosso, ele me chamou de deliciosa, de puta gostosa, de tudo que poderia imaginar, até seu liquido escorrer pelas minhas coxas. Sai de cima dele, dolorida, satisfeita e ele ainda estava de pau duro. Fui ao banheiro me lavar e ele me seguiu, me deu um banho e eu lavei seu corpo. No banheiro, não resisti, ajoelhei e chupei aquele pauzão segurando-o com as duas mãos até ele gozar em meu rosto. Incrível como aquele homem me excitava. Nos abraçamos e, na saída do banho, já no quarto, ele me virou de costas e me abraçou, sentindo seu pau roçar minha bunda. Rebolando em seu pau e provocando aquele homem, seu cacete começou a ficar duro novamente, fomos para a cama e ele me colocou de quatro, e carinhosamente me penetrou fazendo-me gozar novamente sentindo aquele membro descomunal em minha buceta. Ele gozou também e então deitamos e descansamos. Jamais tinha imaginado que um pau daquelas proporções me daria tanto prazer. Nunca havia ligado muito pra essas coisas de tamanho, de homem bem dotado, mas a sensação de estar sendo totalmente preenchida, o visual e saber do poder de suportar um membro enorme dando muito prazer ao seu dono, isso é demais. Hoje em dia, quando lembro das cenas e dele fico muito excitada e muitas vezes chego a me masturbar relembrando tudo. Meu marido jamais soube do ocorrido, pois disse a ele que nunca faria nada com Pedro Henrique ou qualquer outro homem e que preferiria manter contato apenas por telefone se for o caso, mas que seria bom afastarmos dele. Meu marido entendeu e nunca mais falamos com ele.
Menage Masculino 1
Autor: Luiz Carlos
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-30 11:01
Assuntos: Heterossexual, Menage
Meu nome é Luiz Carlos, casado com uma mulher maravilhosa chamada Luíza. Ela tem 40 anos, 1.60 de altura, 64 kg, cabelos cacheadoe e compridos, seios médios, bunda grande, coxas grossas e uma buceta carnuda e deliciosa. Este história que contarei é verdadeira e este tipo de relacionamento faz parte da vida minha e de minha esposa. Somos casados a 18 anos e de uns 10 anos para cá nossas fantasias sexuais envolviam sempre um outro parceiro, ou seja, fantasiavamos ela transando com outro homem. Isso sempre me deixava muito excitado. Ela também lógicamente adorava a situação. Depois de muito pensarmos a respeito resolvemos tentar um encontro com outro homem.
Decidimos que teria que ser com um desconhecido para evitar problemas em nosso meio. Ela desejava transar com rapaz na faixa de 22 a 30 anos, negro e bem dotado. Para realizarmos a fantasia optamos primeiramente em buscar via chat. Depois de algum tempo teclando com vários rapazes por fim encontramos um chamado Fábio. Ele dizia ter e depois comprovamos que ele tinha realmente 25 anos, um cacete de 23 cm e cerca de 1.80 de altura. Dizia ter alguma experiência com casais. Marcamos e nos encontramos em um shopping aqui em SP. Depois de algum papo fomos os 3 para o motel na marginal tiête. Estavamos nervosos pois era nossa primeira vez e não sabíamos como seria nossa reação. Na verdade temíamos mais o dia seguinte. Ao chegarmos ao motel eu disse ao Fábio que ele poderia ficar a vontade e fazer tudo que desejasse sem se importar com minha presença. Eu e Luíza já tínhamos falado a respeito e eu disse que ela poderia fazer tudo que desejasse que eu aprovaria. Foi o que realmente eles fizeram. Sentei numa cadeira ao lado da cama e ele e Luíza começaram a dar uns amassos. Ele levantou-se e tirou sua roupa ficando apenas de cueca. Ela também tirou sua roupa ficando apenas de calcinha. Em pé os dois se beijaram e Luíza se ajoelhou para fazer aquilo que ela mais gosta que é chupar um cacete. Tirou o pau dele para fora da cueca e ao ver aquele cacete enorme endoidou de vez. Começou a chupar, lamber o saco, chupar as bolas, lamber a cabeça e tudo que tinha direito. Ele pediu para ela parar pois daquele jeito ele iria gozar. Ela deitou-se na cama e foi a vez dele dar seu show de chupadas. Chupou os peitos dela e em seguida caiu de boca no enorme bucetão de Luíza. Chupou muito deixando ela muito doida de tesão. Ele virou ela de costas e continuou chupando a sua bueta e também começou a chupar e lamber o cúzinho dela até que ela não aguentando mais implorou para que ele metesse a rola em sua buceta. Ela ficou de quatro e ele veio por trás e mandou ver aquele cacete enorme para dentro dela. Ela gemia muito, rebolava, gritava e pedia para ele foder forte. Ela olhava para mim e dizia que estava adorando e que me amava muito porque eu a deixava trepar em outro cacete. Eu olhava e me masturbava vendo aquela cena maravilhosa. O Fábio socava cada vez mais forte e fez a Luíza gozar. Em seguida ele deitou-se na cama e ela foi por cima. Sentou, cavalgou, gemeu, gritou e ele gozou naquela buceta deliciosa.
Pouco depois ela levantou da cama e veio em minha direção. Ajoelhou-se e caiu de boca no meu pau. Chupou gostoso demais. Nesse momento o Fábio que continuava com o pau duro levantou-se e pegou a Luíza por trás e enfiou se cacete nela. Foi espetacular ver a carinha dela. Gemendo, gritando e implorando por rola. Eu falei ao Fábio para meter no cúzinho dela. Ela arrebitou ainda mais sua bunda, arreganhou sua nádegas e ele socou o cacete naquele cú gostoso. Eu olhava a carinha dela e era algo realmente fantastico de ver. Aquela mistura de tesão e dor me deixava doido. Gozei deliciosamente só de ver ela dando o cú para outro cara. Me levantei e fui olhar de perto ele comendo minha Luíza. Ele fodia muito bem e socou seu pau nela durante uns 10 minutos até gozar.
Ambos levantaram-se e deitaram-se na cama. Eu também deitei e ficamos os 3 conversando. Passaram-se uns 30 minutos o Fábio foi ao banheiro e entrou na hidro. Eu perguntei se ela estava gostando e ela disse que estava adorando. Pedi para que ela fosse para a hidro com ele que eu ficaria um pouco mais na cama. Eu queria deixar ela sózinha com aquele rapaz. Ela foi e não demorou muito comecei a ouvir os gemidos do Fábio que dizia para ela chupar bem gostoso. Os gemidos continuaram por mais uns minutos. Em seguida começaram os gemidos dela que pedia para ela meter tudo. Ela dizia me come, me fode, arromba esta xoxota, fode minha buceta, me arregaça seu gostoso, fode esa putona. Eu fiquei morrendo de tesão e me masturbava enquanto minha mulher trepava com outro cara logo ali a meu lado sem que eu visse absolutamente nada. Eles ficaram fodendo por um bom tempo até que eu fui para o banheiro também. Cheguei lá ela estava em pé com as duas mãos abrindo a bunda e ele metia o cacete no cúzinho de Luíza. Era uma cena espetacular. Ele dava tapas na bunda dela até que ele disse que ia gozar. Ela pediu para que ele tirasse e esporrasse na boca dela. Foi o que ele fez. Arrancou o pau daquele rabo maravilhoso e expirrou jatos de porra na boquinha de minha mulher. Gozou muito. Ela lambeu o cacete dele e engoliu toda a porra. Em seguida eu peguei ela naquela posição e disse que queria comê-la igual o Fábio tinha feito. Enfiei meu pau naquela cú gostoso e ela dizia para eu foder como o Fábio tinha fodido. Não aguentei e gozei. Entramos na banheira e ficamos ali tomando banho. Ela continuava se esfregando no Fábio, pegando no pau dele e masturbando-o. Ele como é bem novo logo ficou novamente excitado. Ela chamou ele para a cama e disse que queria gozar no pau dele. Eu perguntei se ela queria ficar sózinha com ele. Ela disse que se eu não ficasse bravo que ela queria sim. Eu deixei pois ouvi-la gemendo com outro homem me deixava com muito tesão. Ela foi para a cama e eu ouvi quando ela disse que queria foder de quatro. Em seguida ouvi ela dizendo vem gostoso, fode gostoso, me faz gozar, me arromba, mete, mete, mete, enche minha buceta, come sua putona e logo em seguida ouvi seus gritos de gozo. Ela gozou como uma louca. Passaram-se uns 5 minutos ela me chamou e fui ao quarto. Conversamos por mais uns 20 minutos e por fim fomos embora. Deixamos o Fábio de volta no shopping para ele pegar seu carro e voltamos para casa.
Chegando em casa o nosso tesão era grande ainda, principalmente o meu. Trepamos mais uma vez e fomos dormir. Acordamos no dia seguinte e lembrar a situação do dia anterior nos deixava super excitados. À partir daquele dia começamos a sair com certa frequência.
Somos um casal feliz, vivemos muito bem e o sexo com outro parceiro passou a ser algo que apimentou ainda mais nosso casamento.
Márcia 1 - Meus Dois Amigos
Autor: Márcia
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-28 12:08
Assuntos: Heterossexual
Este é meu primeiro relato. Outros virão depois. Até acontecer o que relato aqui somente havia feito sexo com meu marido, mas confesso que ao longo dos últimos anos sempre tive um enorme desejo para transar com rapazes bem mais novos, negros e bem dotados. Isso deveu-se principalmente ao fato de que eu e meu marido somos adeptos de assistir a muitos filmes pornográficos. Depois deste caso abaixo minha vida mudou totalmente pois virei uma verdadeira vagabunda.
Me identificarei aqui como Márcia. Tenho 40 anos, sou casada a 18 anos, tenho 2 filhos e sou professora. Tenho 1.60 de altura, 66 kg, coxas grossas, cabelos compridos, seios médios, bunda grande e uma buceta bem aparadinha e carnuda.
A cerca de 4 anos mudamos para uma nova casa aqui em nossa cidade e neste bairro conheci dois irmãos chamados Wagner e Luis que têm 23 e 26 anos respectivamente, são negros e ambos têm cerca de 1.80 de altura. Eles são donos de uma locadora na qual eu e meu marido pegamos filmes. Com o passar do tempo eu comecei a ter mais proximidade com eles e ambos começaram a dar em cima de com o firme propósito de sairmos juntos. Nossas conversas íntimas foram ficando mais fortes e a cada dia eu mais ficava com desejo de transar com eles. Mas como sou casada e nunca tinha traído meu marido o meu medo era gigante. Com o tempo eles passarama me chamar para sair sempre que eu ia a locadora e eu adorava a situação pois ficava muito excitada, mas eu sempre dizia que não podia. Eu me masturbava constantemente pensando neles. Um dia a cerca de 2 anos atrás eu fui sozinha a locadora e quando cheguei lá eles estavam sozinhos. O Luis que era o mais velho veio conversar comigo e não demorou muito me chamou para ir ver uns novos filmes pornos que chegaram. Eu percebi que ele estava com más intenções e fiquei receosa, mas o desejo falou mais forte e fui com ele. Estávamos lá e ele me disse que queria transar comigo e que se eu não topasse que ele não iria mais continuar com nossas conversas pois a situação estava deixando ele doido pois eu não topava nada com ele. Eu falei que não podia fazer aquilo mas que não queria acabar nossa amizade e nossas conversas. Ele disse que eu precisava decidir e quando ia saindo da salinha não sei o que deu em mim eu o segurei e falei que eu não transaria mas que eu podia fazer qualquer outra coisa para satisfazê-lo. Ele não pensou duas vezes e pediu para que eu o chupasse. Topei. Ali mesmo ele tirou aquele cacete enorme e negro para fora. Eu fiquei tarada mas disse a ele que ali era perigoso demais, mas ele disse que seu irmão estaria de olho para evitar problemas. Eu me ajoelhei e comecei a chupar. Meu tesão era tão grande que chupei como uma louca. Ele não demorou muito gozou um montão na minha boca. Eu engoli tudinho. Ele se arrumou e me disse que era para eu esperar um pouco na salinha. Logo em seguida o Wagner entrou na sala. Ele disse que queria também. Tirou o pau dele para fora e nesta hora eu quase morri de tanto tesão pois ele tinha um cacete enorme, lindo, cabeçudo e duro. Me ajoelhei e chupei muito. Ele gozou tudo na minha boca. Ele saiu da sala. Me ajeitei e logo depois fui embora. Fiquei dois dias sem aparecer por lá pois não sabia como encará-los. No terceiro dia fui lá e continuamos nossas conversas safadas. A nossa brincadeira foi repetida mais duas vezes no espaço de duas semanas mas eu disse que não poderia fazer aquilo pois era muito risco pois sou uma mulher casada. Mas as coisas caminhavam de tal forma que tudo seria questão de tempo pois meu desejo crescia muito. Uns 20 dias depois meu marido viajou por 3 dias a trabalho. Foi o que faltava para me dar coragem. Eram 2 horas da tarde de uma quarta-feira. O tesão era gigantesco então liguei para a locadora e disse a eles que eu estava sozinha e que se eles fossem em casa eu toparia tudo que eles desejassem. Mas tinha que ser naquele momento pois não sei se teria coragem outra vez. Não demorou 20 minutos ambos estavam lá em casa. Disseram que deixaram a locadora aos cuidados de um amigo. Conversamos uns 10 minutos e fomos para meu quarto. Lá tiramos a roupa e começamos a festa. Chupei aqueles dois cacetes enormes, chupei as bolas, chupei o saco, fui chupada na buceta, nos peitos, no rabo e em tudo que foi lugar. Então o Luis deitou. Fiquei de quatro e comecei a chupar ele e o Wagner veio por trás e enfiou aquele cacete maravilhoso em minha buceta. Meteu bastante e com força. Depois ele tirou seu pau e deitou para que eu o chupasse. Nisso o Luis foi por trás e enfiou seu cacete em mim. Estava maravilhoso. Ele tirou seu pau, então sentei no pau do Wagner e comecei a cavalgar bem gostoso. O Luis pediu para fazermos um dupla penetração. Eu disse que não aguentaria mas eles insistiram, insistiram e eu não resisti. Sentei no pau do Wagner, me deitei sobre o corpo dele e o Luis veio por trás e mandou ver no meu rabo. Foi dolorido no início , mas foi ainda mais maravilhoso, espetacular, demais...Metemos durante uns 5 minutos assim e eles me fizeram gozar como nunca em toda minha vida. Eles também gozaram muito dentro de mim. Descansamos por uns 20 minutos e voltamos a festa. Dei de todo jeito. Chupei muito os dois. Fui uma verdadeira vagabunda. Ficamos juntos por umas duas horas e eles foram embora.
No dia seguinte não resisti a tentação e fui até a locadora. Após meia hora de papo decidimos sair novamente, porém desta vez os dois não poderiam ir juntos. Então fomos eu e o Wagner direto para o apartamento deles. Depois ele voltaria e o Luis iria. Eu e o Wagner ficamos por umas 2 horas. Foi maravilhoso. Metemos muito. Fizemos de tudo, principalmente muito sexo anal que é algo que pouco faço com meu marido. Ele foi para a locadora e me deixou no apartamento esperando pelo Luis. Ele chegou e começamos a transar bem gostoso. Foram mais umas 2 horas de festa total. Gozei naquele dia tudo que eu tinha direito e fiz os dois gozarem muito. Fomos embora e ele me deixou perto de casa. Mas como faltava ainda mais um dia para meu marido voltar marcamos de repetir a dose no dia seguinte. Só que eu queria os dois juntos. Acertamos que no dia seguinte os dois iriam para minha casa. Para evitar que alguém os visse entrando em casa eu os busquei na locadora quando eles fecharam a mesma por volta das 21 horas. Os dois entraram em minha casa escondidos no porta malas de meu carro que é um vectra e tem o porta malas bem grande. Como minha garagem é toda fechada depois que fecho o portão ninguém pode ver mais nada. Entramos em casa e mais uma vez foi uma festa maravilhosa. Transamos na sala, na cozinha, no banheiro e no quarto. Fiz sexo oral com muito gozo na boca, fiz sexo vaginal, fiz sexo anal e para meu deleite fiz muita dupla penetração. Foi a noite mais gostosa de minha vida sexual. Eles foram embora somente por volta das 6 horas do dia seguinte, sendo que eu os levei até a locadora onde estava o carro deles.
Naquele mesmo dia por voltas das 18 horas meu marido voltou. Comemoramos a volta dele transando bastante sendo que eu não conseguia esquecer os meus dois amigos.
Hoje já passado estes 2 anos continuo frequentando a locadora de meus amigos e continuamos fazendo nossas festas no apartamento deles ou em algum motel. Em casa nunca mais fomos pois como meu marido nunca mais viajou a trabalho é muito arriscado. Costumamos sair pelo menos uma vez por semana. As vezes com os dois, outras vezes com um de cada vez e outras vezes com apenas um deles. Estou viciada em sexo anal que hoje é minha preferência com eles pois amo ser preenchida por aqueles paus enormes. Meu marido jamais desconfiou de absolutamente nada.
Márcia 2 ? Meus Dois Amigos e Outros Mais
Autor: Márcia
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-29 12:11
Sou Márcia. Tenho 40 anos, casada a 18 anos, tenho 2 filhos e sou professora. Tenho 1.60 de altura, 66 kg, coxas grossas, cabelos compridos, seios médios, bunda grande e uma buceta bem aparadinha e carnuda. Conforme falei no relato anterior continuo tendo meu caso amoroso com o Wagner e o Luis. Depois de um ano transando quase toda semana hoje já somos bem íntimos e nossas transas são bem mais depravadas. Fazemos de tudo em matéria de sexo e hoje vou relatar minha primeira grande suruba que foi toda ela organizada pelos meus amigos.
Durante nossas transas eu sempre dizia a eles que adoraria transar com uns 5 homens ao mesmo tempo e que meu sonho era que todos eles gozassem em meu corpo todo. Como eles moram sózinhos e costumam aprontar muitas coisas eles me falaram que se eu realmente topasse isso seria arrumado para a hora que eu mandasse. Eu disse que topava mas que tinha que ser durante a tarde, tinha que ser com rapazes que não me conhecessem e que todos precisavam ser jovens como eles. Não demorou uma semana eles me disseram que já tinham arrumado tudo e que bastava eu marcar com antecedência o dia e hora para a festa acontecer. Marcamos então para uma quinta-feira às 13 horas no apartamento deles. No dia marcado eles ficaram no apartamento deles juntamente com mais 4 amigos e no horário marcado eu fui ao encontro. Eu estava de vestido azul com comprimento um pouco acima do joelho e sandália baixa. Cheguei lá e quando vi aquele monte de homens quase entrei em pânico. Mas como era meu desejo e eles eram de confiança, afinal eram amigos de meus amigos acabei ficando tranquila. Estavam lá o Wagner, Luis, André, João, Vitor e César. Todos são negros, todos são na faixa de 23 à 28 anos e todos bem apresentáveis. Ali na sala mesmo começamos a conversar, a falar dos desejos, dos limites e etc quando o Luis que é o mais atirado começou a passar a mão em minhas coxas. Foi o sinal verde para tudo começar. Os rapazes começaram a tirar suas roupas e o Luis juntamente com o Wagner tiraram meu vestido. Fiquei somente de calcinha já que eu estava sem soutien. Os rapazes estavam todos nus então foi a vez de o Luis e o Wagner tirarem suas roupas e me deixarem a disposição dos outros rapazes. Começamos a dar uns amassos deliciosos com beijos gostosos, passadas de mãos, dedos na minha buceta, no meu cú e tudo mais. Eu me ajoelhei e todos eles ficaram em minha volta de pau duro. Comecei minha maratona de gulosas chupando todos eles. Cada pau mais gostoso que o outro e todos bem duros e grandes (ao menos todos maiores que o de meu marido). Todos eles sentaram-se nos sofás e eu me ajoelhei e fui chupando um a um. Depois de uma boa sessão somente eu chupando foi a vez de eles começarem a se revezar chupando meus peitos, minha buceta, meu rabo, minha boca e tudo mais. Já não aguentava mais de tanto tesão então pedi para seu fodida. O primero foi o Luis que já transa comigo a um bom tempo. Ele meteu aquele cacete gostoso na minha buceta enquanto eu chupava outros cacetes e era chupada nos peitos. O Luis saía vinha outro e mandava ver e todos foram metendo a rola em minha buceta que estava toda lambuzada de tanto tesão. Em seguinda começaram a sessão de muito sexo anal. Eles começaram a comer meu rabo e todos mandaram ver no meu cú. Depois de muita penetração comigo de quatro, sentei no cacete de um deles enquanto o outro enfiou seu pau no meu cú. Metemos muito assim hora com um hora com outro. A sequência de quem comia sinceramente não me lembro pois todos comeram tudo que tinham direito. Eu gemia, gritava e implorava por cacete. Pedia a todo instante que eu queria que eles gozassem por sobre meu corpo todo me deixando toda lambuzada. Depois de metermos sem qualquer um deles gozar durante uns 40 minutos o João foi o primeiro a avisar que ia gozar. Pedi para que gozasse nos meus peitos e ele gozou muito nos meus peitinhos. Na sequência todos começaram a gozar nos meus peitos, na minha barriga, no meu rosto e na minha boca. Fiquei toda melada de porra do jeito que eu sempre desejei.
Depois que todos gozaram eu me levantei e fui tomar um banho para me limpar. Voltei e me sentei junto com eles. Conversamos, rimos e brincamos bastante até que a festa recomeçou. Foi mais uma hora de muita penetração, tapas na bunda, chupadas e tudo mais. Pedi para que todos eles gozassem na minha boca e eles me atenderam enchendo minha boca de porra. Naquele dia realizei algo que acredito muitas mulheres desejam realizar. Acabamos a festa, tomei meu banho e fui para casa.
Repetimos a festa outras duas vezes porém nunca conseguimos reunir todos como da primeira vez porque este tipo de festa é sempre difícil de organizar por causa dos meus horários que somente podem ser à tarde que é quando estou sozinha em casa. Meninos, eu adoro vocês. Saibam que quando vocês estiverem lendo nossa história no site, que eu continuo morrendo de tesão por vocês. Quero mais sexo, muito mais sexo. Acho que meter com outros homens é muito mais gostoso do que meter com o marido. Amo meu marido, transo muito com ele, mas eu me satisfaço demais com outros rapazes.
A iniciação da minha neném
Autor: Large
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-29 01:23
Essa história é um pouco longa, mais vale a pena ler, pois aconteceu. Sempre gostei de ficar teclando nas salas de bate papo, e costumo entrar em salas que tem mulheres da mesma faixa etária que eu. Bem deixe eu me apresentar...sou quarentão, separado, moro sozinho, alto, descendente de europeus e bem dotado. Numa dessas vezes que estava teclando, conheci uma menina com o nick de Neném. Foi ela quem me chamou e logo perguntei sua idade e ela tinha somente 17 anos e completaria 18 dalí a 1 mês. Ai falei que era quarentão e ela falou que não se importava, e perguntou se eu tinha preconceito...falei que tudo bem....conversamos bastante, sempre ela perguntando todas as coisas em relação a minha vida, o que eu gostava de fazer, como eu era....etc......perguntas normais das salas de bate-papo. Ficamos muito tempo conversando e é lógico que o papo foi esquentando e caiu no sexo. Começou a perguntar o que gostava de fazer com uma mulher.... se eu saia muito...se já tinha me relacionado com alguém da idade dela....etc...etc...sempre respondia com a maior naturalidade e ai perguntei como tinha sido a sua primeira vez ...se tinha gostado.....aquelas coisas.....para minha surpresa ela falou que nunca tinha transado...o máximo que chegou a fazer com seu ex namoradinho foi pegar no pau dele e deixar ele chupar os peitinhos e passar a mão na sua bucetinha. Não acreditei quando li isso....não pode ser....você é virgem ainda? Ela confimou.....não precisa dizer como fiquei naquele momento....rs...bom trocamos email e começamos a nos falar quase que todos os dias....trocamos as fotos e quando recebi a dela não acreditei o tinha na minha frente... loirinha, cabelos nos ombros, olhos verdes....nossa!!!! pirei ... um dia passei meu telefone pra ela...passaram-se mais alguns dias e estava em casa quando recebi uma ligação dela.....fiquei surpreso, mais conversamos por muito tempo...e novamente o papo caiu em sexo. Ao mesmo tempo que ficava excitado, ficava assustado também com as nossas conversas. Passaram-se uns 3 meses desde o primeiro papo, e a gente se falava quase que todos os dias, e é lógico que o papo era bem quente. Um dia arrisquei e perguntei se ela não gostaria de me conhecer pessoalmente...mais uma surpresa...ela disse sim....marcamos um sábado a tarde em um shopping ....pensei que ia levar o maior cano...mais que nada....ela me viu e veio direto sentar-se na mesa....fiquei pirado com ela....uma coisinha maravilhosa..ai sim pude ver o conjunto completo....seios, pernas....altura..( +/- 1,65 ) etc...papeamos muito, andamos e por fim já estava ficando tarde pra ela e resolvemos ir embora....ofereci uma carona e ela aceitou....quando entramos no carro, dentro do estacionamento do shopping, eu falei que ela era uma menina muito bonita e que teria qualquer homem ao seu lado....nisso ela me olha e me dá um tremendo beijo....depois falou que eu era o homem que ela tinha escolhido..o chão saiu dos meus pés.....entrei em órbita ...ai quem puxou ela e deu um beijo fui eu.....que delícia de boca...demos mais alguns beijos e deixei ela a uma quadra da sua casa. Para minha surpresa, ela ligou a noite e falou que tinha adorado me beijar e que tinha ficado toda molhadinha....e que gostaria de sentir mais prazer comigo, pois aquilo tinha sido o máximo....lógico que fiquei louco de novo e falei que ela teria que ver o momento certo pra fazer isso...ela respondeu que já tinha passado....passou uma semana, e encontramos novamente no shopping, só que outro agora, e depois de pouco tempo ela falou que queria conhecer meu apartamento....novamente fiquei viajando.... Assim que entramos em casa, dei um abraço bem gostoso nela e um beijo daqueles bem demorados....apertava ela no meu corpo e sentia que ela ficava raspando no meu pau....mais uma vez perguntei se era aquilo que ela queria....ela disse que sim...que já estava tomando pírulas e que queria que fosse muito gostoso tudo. Abri uma garrafa de vinho, tomamos um pouco e sempre nos beijando muito e é lógico que as mãos já estavam alisando todo o corpo dela..ela tirou minha camisa e ficou me fazendo carinhos e então falei que poderíamos ficar mais a vontade....ela levantou e começou a tirar a blusa...depois a calça, ficando só de calcinha e soutien....notei que a calcinha já estava um pouco molhadinha..não acreditava no que via...era muita coisa ali na minha frente....lógico que tirei minha calça, ficando só de cueca...ai a coisa começou a pegar fogo...beijos, abraços, lambidas no pescoço...soltei o soutien e me deparei com os mais lindos seios que já tinha visto na minha vida...médios..durinhos..bico claro e pontudinho...passei a língua e ela suspirou fundo, falando pra não parar que estava gostoso...chupei bem gostoso cada um deles e dava umas mordidinhas de leve nos biquinhos o que levava ela à loucura...sempre com a mão na sua bucetinha por cima da calcinha....ela estava muito molhadinha agora...fiquei louco e levei ela para a cama onde tirei sua calcinha e pude admirar uma bucetinha quase que sem pelinhos...os poucos que tinham eram bem clarinhos...comecei a passar a língua no seus corpo....beijava sua boca e ia descendo pelos seios, barriga, virilha, coxa e voltava.....queria que ela sentisse muito prazer....fiz isso por muito tempo...até que passei a língua na sua bucetinha...estava bem molhada mais tinha um sabor maravilhoso....ai abri um pouco seus lábios e alcancei o seu grelinho....e comecei a passar a língua e a morde-lo bem de leve....queria comer ela com a língua mesmo, tamanho era o meu tesão....ela só pedia pra não parar...que estava uma delícia...que nunca tinha sentido tanto prazer como agora....que queria gozar daquele jeito....e falava..me chupa...quero gozar....chupa...que delícia...chupa......e não demorou muito senti o seu gosto na minha boca entre gemidos e suspiros dela ... paramos um pouco e ficamos abraçados...depois de algum tempo, ela falou que queria retribuir, mais pediu calma, pois não tinha experiência....então começou a beijar meu pau timidamente..falei pra ela chupar bem gostoso....não precisei repetir...ela colocou ele na boca e começou a ir e vir.....se não me seguro iria gozar na boca dela...pedi pra ela parar..ela então falou que tinha chegado a hora e perguntou como seria...falei que tinha que ter paciência...que iria sentir um pouco de dor no começo..mais depois que rompesse seu cabacinho ela iria adorar e iria gozar muito....falei pra ela deitar e peguei suas pernas e abri bem...fiquei por alguns segundos admirando aquela bucetinha virgem...ela só pediu uma coisa...que eu gozasse dentro dela...ela queria sentir tudo de bom....fiquei preocupado, mais sabia que ela estava tomando pírulas...(ela me mostrou a cartela)...acreditei..queria fazer ela sentir prazer completo....comecei passar a cabeça o meu pau na as bucetinha e ela ficava pedindo pra eu colocar....encostei na entrada e fui empurrando bem devagar...nossa ...sentia o quanto era apertadinha .....coloquei a cabeça e ela pediu que parasse porque estava sentindo um pouco de dor...parei...ficamos uns segundos assim....novamente ela pediu pra por mais um pouco e eu fui empurrando e ela começou a gemer de dor....esta doendo!!!....para!!!!!...que dor!!!!!!.....parei novamete...voltei um pouco pra trás e falei se queria que parasse....ela falou que não...que queria ir até o fim...quando escutei isso empurrei com mais força e sinto algo se rompendo e ela deu um grito...puxei novamente e ela falou que queria tudo agora...foi o que fiz...fui empurrando bem devagar até ele sumir na sua bucetinha....tirava e empurrava agora com mais força.....podia ver um pouco de sangue no meu pau...cada vez ela pedia que eu fosse mais rápido que queria gozar.....e pedia pra que eu gozasse dentro dela....vem me come gostoso....come sua Neném, vem mais forte...que delícia...vem me fode gostoso....quero dar sempre pra você...vem.....goza que vou gozar também.....quando ela falou isso aumentei o ritmo e falava pra ela vem...goza comigo, goza......vamos gozar juntos......vai....em segundos comecei a gozar...e ela a gritar que estava gozando também....nunca gozei tanto a minha vida como naquele dia....sentia as contrações de sua bucetinha apertando meu pau...nossa que delícia.....após isso ainda fiquei algum tempo dentro dela..o meu pau ainda estava duro....e ela não queria que eu tirasse....fica ai...quero sentir mais ele dentro de mim....fica...não sai......fiquei até ele sair sozinho...e quando olhei pra aquela bucetinha, não mais virgem, vi escorrer porra misturada com um pouco de sangue. Ela falou que estava dolorida e ardida, mais que nunca tinha gozado assim. Tomamos banho juntos e ela pagou um boquete no chuveiro e acabei gozando na sua boca e rosto...quis transar novamente, mais ela falou que não iria agüentar pois estava dolorida. Bom, depois dessa primeira vez, passamos a nos ver quase toda semana..cada vez ela gostava mais de trepar...fizemos muitas loucuras.. até que um dia iniciei ela no sexo anal. Mais isso fica pra outra vez Vote no meu conto, e prometo continuar.
A dançarina
Autor: Eduardo
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-27 04:55
Conheci Marcela numa casa noturna de São Paulo. Ela era uma das dançarinas que ficava numas plataformas, meio que servindo de decoração. Eu estava acompanhando meus amigos, pê da vida, e, sem pretenção alguma, perguntei a ela como ela aguentava ficar tanto tempo alí, com aquele sorriso nos lábios o tempo inteiro. Foi o ponta-pé de uma conversa que me rendeu seu telefone.
A convidei pra sair na semana seguinte. Quando ela atendeu, me deu uma bronca por não ter ligado antes. Rimos disso, e novamente nos perdemos numa conversa. Como o telefonema estava durando, e nós não morávamos longe, achamos melhor nos encontrarmos num lugar no meio do caminho entre nossas casas.
Ela estava linda num vestido preto básico e salto alto. Suas formas perfeitas ficaram evidentes naquele modelo. Tomamos umas bebidas e desandamos de conversar. Depois de algum tempo pousei minha mão sobre a dela. Daí a um beijo foi um instante.
Como a mesa onde nos sentamos estava meio afastada. Talvez por isso nos sentíssemos tão a vontade para explorar, em princípio timidamente, o corpo um do outro. Ela me surpreendeu quando pousou sua mão no meu pinto, por cima da calça. Comentei que talvez o bar tivesse ficado muito cheio de gente pras nossas necessidades.
Fomos para meu apartamento. Em quinze minutos estavamos sentados no sofá, bebendo um cálice de vinho, mas bastante contidos para quem estava se excedendo e muito no bar. Ela me disse que estava ficando alta com aquele vinho, mais os drinks que tinha bebido bo bar. Me perguntou se tinha CDs, e eu apontei para o armário sob o aparelho de som. Ela colocou uma música lenta pra tocar.
Começou a dançar então, muito sensualmente. A alça de seu vestidinho preto foi baixada delicadamente, mostrando uma boa parte de seus seios. Seus quadris iam de um lado ao outro enquanto meus olhos se perdiam naquela visão. Ela subiu o vestido, ficando só de calcinha, meias e sapatos. Não me contendo, me levantei e a tomei vigorosamente em meus braços. Num movimento, ela estava no sofá enlaçando meu corpo com suas pernas de dançarina, enquanto eu beijava sua boca e tocava seus mamilos com minha mão, habilmente. Ela me vira e começa a tirar minha roupa. Em pouco tempo, eu já estava completamente nu. Ela olha pra meu pinto e começa a masturbá-lo. Eu, deitado no sofá, me entrego, extasiado, a suas carícias.
Seus lábios quentes envolveram meu pinto deliciosamente. Ela sugava, lambia, e conseguia me deixar mais duro do que eu já estava. Sua língua começava na base e ia subindo até chegar à cabeça, e a rodeava. Em certo momento, ela começou a engolir, subindo e descendo. Eu falei que ia gozar, mas ela não se deteve: engolia tudo, sem deixar restar uma gota pra fora. Quando terminou, eu a puxei pra junto de mim. Foi muito gostoso sentir aquele corpo macio grudado ao meu. Seus seios roçando na minha pele com aqueles mamilos durinhos me deixaram com tanto tesão que fiquei pronto pra outra. Mas não sem devolver a gentileza que Marcela me fez.
Depois de beijar muito, eu a deitei na cama e me ajoelhei no chão. Tirei sua calcinha e vi uma bucetinha deliciosa. Só de meias sete oitavos, uma perna ficou pra cima do sofá, e a outra pisava o chão. Comecei uma chupação deliciosa nela. Eu a sugava como se provasse uma laranja, e abraçava suas pernas, massageava seu corpo com minha mão, me demorava em seus seios. Volta e meia eu chupava seu umbigo, e voltava beijando e lambendo sua perna. Marcela gozou apertando minha cabeça com suas pernas.
Ela estava cansada, mas eu estava em ponto de bala. Apenas subi meu corpo, beijando cada pedacinho de pele que minha boca encontrava no caminho. E então comecei a passar o tronco de meu pinto na rachinha dela. Ela ficou louca, pedindo, implorando que eu parasse com aquela tortura. Demorei tanto que ela, num ato de desespero, com suas mãos encaixou minha cabecinha em sua buceta.
A entrada foi lenta e firme, e, talvez por isso, acompanhada por gemidos de Marcela. Comecei a imprimir um rítmo gostoso. Eu entrava e saia só sentindo aquela garota deliciosa gemer. Eu ficava mais tesudo ainda de sentir os biquinhos dos seios dela roçando no meu peito. Ela mordia meu ombro, me fazendo meter com mais força ainda. Sua perna já ditava o movimento, que se tornou muito rápido. Ela começou a fazer um som e uma cara de quem estava segurando o gozo, que inevitavelmente chegou muito forte. Ao ver aquilo, não consegui me conter. Desabei num gozo profundo e longo dentro daquela menina, que me agarrava fortemente sobre si.
Só lembro de tê-la virado, jogando seu corpo sobre o meu, antes de cair num sono leve. Algum tempo depois, sou acordado por ela, que me diz que tem que ir para o trabalho naquela casa onde a conheci. Tomamos juntos um banho delicioso, em que comecei sendo chupado e terminei a fodendo contra a parede, com ela se pendurando na janela e enlaçando minha cintura com a perna.
Ela se vestiu enquanto eu a observava, sentado nu no mesmo sofá que nos serviu de apoio. Com um sorriso no rosto, ela caminhou em minha direção e me deu um beijo longo. Sua mão esbarrou no meio de minhas pernas e ela percebeu que eu estava duro. Não resistiu e começou a me punhetar enquanto nossas línguas se atracavam. Ela só esperou eu gozar, pra se limpar e então ir embora, agora depois de apenas um selinho.
A dançarina
Autor: Eduardo
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-27 04:55
Nota dos visitantes identificados: 3.50
Conheci Marcela numa casa noturna de São Paulo. Ela era uma das dançarinas que ficava numas plataformas, meio que servindo de decoração. Eu estava acompanhando meus amigos, pê da vida, e, sem pretenção alguma, perguntei a ela como ela aguentava ficar tanto tempo alí, com aquele sorriso nos lábios o tempo inteiro. Foi o ponta-pé de uma conversa que me rendeu seu telefone.
A convidei pra sair na semana seguinte. Quando ela atendeu, me deu uma bronca por não ter ligado antes. Rimos disso, e novamente nos perdemos numa conversa. Como o telefonema estava durando, e nós não morávamos longe, achamos melhor nos encontrarmos num lugar no meio do caminho entre nossas casas.
Ela estava linda num vestido preto básico e salto alto. Suas formas perfeitas ficaram evidentes naquele modelo. Tomamos umas bebidas e desandamos de conversar. Depois de algum tempo pousei minha mão sobre a dela. Daí a um beijo foi um instante.
Como a mesa onde nos sentamos estava meio afastada. Talvez por isso nos sentíssemos tão a vontade para explorar, em princípio timidamente, o corpo um do outro. Ela me surpreendeu quando pousou sua mão no meu pinto, por cima da calça. Comentei que talvez o bar tivesse ficado muito cheio de gente pras nossas necessidades.
Fomos para meu apartamento. Em quinze minutos estavamos sentados no sofá, bebendo um cálice de vinho, mas bastante contidos para quem estava se excedendo e muito no bar. Ela me disse que estava ficando alta com aquele vinho, mais os drinks que tinha bebido bo bar. Me perguntou se tinha CDs, e eu apontei para o armário sob o aparelho de som. Ela colocou uma música lenta pra tocar.
Começou a dançar então, muito sensualmente. A alça de seu vestidinho preto foi baixada delicadamente, mostrando uma boa parte de seus seios. Seus quadris iam de um lado ao outro enquanto meus olhos se perdiam naquela visão. Ela subiu o vestido, ficando só de calcinha, meias e sapatos. Não me contendo, me levantei e a tomei vigorosamente em meus braços. Num movimento, ela estava no sofá enlaçando meu corpo com suas pernas de dançarina, enquanto eu beijava sua boca e tocava seus mamilos com minha mão, habilmente. Ela me vira e começa a tirar minha roupa. Em pouco tempo, eu já estava completamente nu. Ela olha pra meu pinto e começa a masturbá-lo. Eu, deitado no sofá, me entrego, extasiado, a suas carícias.
Seus lábios quentes envolveram meu pinto deliciosamente. Ela sugava, lambia, e conseguia me deixar mais duro do que eu já estava. Sua língua começava na base e ia subindo até chegar à cabeça, e a rodeava. Em certo momento, ela começou a engolir, subindo e descendo. Eu falei que ia gozar, mas ela não se deteve: engolia tudo, sem deixar restar uma gota pra fora. Quando terminou, eu a puxei pra junto de mim. Foi muito gostoso sentir aquele corpo macio grudado ao meu. Seus seios roçando na minha pele com aqueles mamilos durinhos me deixaram com tanto tesão que fiquei pronto pra outra. Mas não sem devolver a gentileza que Marcela me fez.
Depois de beijar muito, eu a deitei na cama e me ajoelhei no chão. Tirei sua calcinha e vi uma bucetinha deliciosa. Só de meias sete oitavos, uma perna ficou pra cima do sofá, e a outra pisava o chão. Comecei uma chupação deliciosa nela. Eu a sugava como se provasse uma laranja, e abraçava suas pernas, massageava seu corpo com minha mão, me demorava em seus seios. Volta e meia eu chupava seu umbigo, e voltava beijando e lambendo sua perna. Marcela gozou apertando minha cabeça com suas pernas.
Ela estava cansada, mas eu estava em ponto de bala. Apenas subi meu corpo, beijando cada pedacinho de pele que minha boca encontrava no caminho. E então comecei a passar o tronco de meu pinto na rachinha dela. Ela ficou louca, pedindo, implorando que eu parasse com aquela tortura. Demorei tanto que ela, num ato de desespero, com suas mãos encaixou minha cabecinha em sua buceta.
A entrada foi lenta e firme, e, talvez por isso, acompanhada por gemidos de Marcela. Comecei a imprimir um rítmo gostoso. Eu entrava e saia só sentindo aquela garota deliciosa gemer. Eu ficava mais tesudo ainda de sentir os biquinhos dos seios dela roçando no meu peito. Ela mordia meu ombro, me fazendo meter com mais força ainda. Sua perna já ditava o movimento, que se tornou muito rápido. Ela começou a fazer um som e uma cara de quem estava segurando o gozo, que inevitavelmente chegou muito forte. Ao ver aquilo, não consegui me conter. Desabei num gozo profundo e longo dentro daquela menina, que me agarrava fortemente sobre si.
Só lembro de tê-la virado, jogando seu corpo sobre o meu, antes de cair num sono leve. Algum tempo depois, sou acordado por ela, que me diz que tem que ir para o trabalho naquela casa onde a conheci. Tomamos juntos um banho delicioso, em que comecei sendo chupado e terminei a fodendo contra a parede, com ela se pendurando na janela e enlaçando minha cintura com a perna.
Ela se vestiu enquanto eu a observava, sentado nu no mesmo sofá que nos serviu de apoio. Com um sorriso no rosto, ela caminhou em minha direção e me deu um beijo longo. Sua mão esbarrou no meio de minhas pernas e ela percebeu que eu estava duro. Não resistiu e começou a me punhetar enquanto nossas línguas se atracavam. Ela só esperou eu gozar, pra se limpar e então ir embora, agora depois de apenas um selinho.
Minha mulher é uma puta( presente de Natal)
Autor: Victor
Categoria: Grupal
Data: 2004-01-25 00:58
O fato que passo a relatar agora para vocês ocorreu no dia 19/12/2003, moramos em Piracicaba interior de São Paulo, meu nome é Victor e minha mulher chama-se Márcia, conforme relatado em outras oportunidades procuramos viver intensamente no sentido mais amplo da palavra, e é dessa maneira que formamos um casal feliz, e quando vejo minha mulher realizada, me sinto mais realizado ainda. Mas vamos aos fatos!
Estávamos prestes a sair de viagem rumo ao litoral, aguardávamos apenas a conclusão de uma reforma na piscina aqui em casa, onde trabalhavam 4 homens, não sei o nome de todos, apenas do Valter, cujo qual era responsável pelo trabalho, as 14:00 horas Válter me informa que o serviço havia terminado e que poderíamos viajar tranqüilo, eles não haviam parado para almoçar para terminar a obra, então Márcia, disse a eles para tomarem banho no banheiro da edicula e virem almoçar, ele recusou-se dizendo que não precisávamos nos incomodar, ela insistiu e acabou por aceitar.
Após uma hora mais ou menos todos já tinham tomado banho e foram almoçar, almoçavam numa mesa que fica na edicula, recusaram a ir até a sala de jantar, eu estava na sala vendo TV, então vi Márcia sair do nosso quarto trajando um micro shorts escandalosamente curto, onde a polpa de sua bunda ficava amostra e seus lábios vaginais marcados pelo shorts e na parte de cima somente um bustie, perguntei o por que, e ela com a carinha muito sacana, disse que iria dar o presente de natal para eles. Após uns vinte minutos sai para fora para ver o que estava acontecendo, e vi Márcia em pé provocando-os descaradamente, os coitados ao me verem, tentaram disfarçar, mas o volume em suas calças o condenavam, então disse a ela que iria dormir um pouco, para estar descansado para a viagem, e na verdade fui para o quarto de hóspede olhar o que acontecia.
De repente Márcia entrou na nossa casa e saiu com duas cervejas nas mãos e serviu para eles, e sempre ficando em posições sensuais, não demorou muito e eis que o primeiro se manifesta e começa a alisá-la, ela foi e sentou no colo dele, então Válter questiona sobre a minha pessoa e ela diz que vai verificar, volta com mais duas cervejas nas mãos e diz que já estou roncando, então ela tira o bustie e molha os seios com cerveja e oferece para o Válter, daí para frente, foi pura sacanagem, seus seios eram chupados por dois homens diferentes, seu minúsculo shorts e sua tanguinha também foi retirado, meio que ao mesmo tempo, sua boca era disputada por 4 pintos, quando o primeiro tentou penetrá-la ela o impediu e voltou para dentro da nossa casa e saiu logo em seguida com as camisinhas e lentamente um a um ela colocou a camisinha neles com a boca e fizeram um rodízio, foi penetrada em todas as posições possíveis e imagináveis, seu cuzinho recebeu as 4 picas e a pedido dela dupla penetração, ela pediu para que dois a segurassem com as pernas abertas e suspensa no ar e enquanto os outro dois a comiam, seus gemidos eram altos, seus orgasmos constantes, assim que Márcia e seus amigos vestiram a roupa sai do quarto e fui em direção a eles, ao me ver eles assustaram e Márcia me disse, ? oi amor, estou dando umas cervejinhas para eles? e me deu um longo beijo dizendo que me amava.
A fisionomia deles era de pura satisfação e me olhavam como se eu fosse um corno, mal eles sabiam que eu presenciava tudo e estava morrendo de tesão, assim eles se despediram e foram embora, e eu fui tomar banho junto com Márcia e transamos de uma maneira simplesmente fantástica, naquele mesmo dia descemos para o litoral e ficamos até dia 04/01/2004, mas o fato curioso nessa viagem que eu não foi o primeiro a transar com Márcia neste ano, mas que contarei em outra oportunidade.
Victor - Victormarciapira@bol.com.br
Meu noivo um tarado
Autor: Isabella
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-23 08:36
Meu nome é Isabella, tenho 20 anos, cabelo louro escuro, olhos verdes, 1,70 de altura e um corpo que é uma loucura.... Minha historia é referente ao meu noivo Felipe que nada mais nada menos é um leão na cama.
Certa vez eu estava na casa do Fê quando ele falou que estava louco de tesão e queria me comer aquela hora....a casa dele para variar vive cheia de gente e seria um pouco dificil, mas como o tesão já estava muito grande, ele me jogou na cama dele e falou que eu seria a putinha dele apartir daquele momento.
Ele tinha um embrulho nas mãos e falou que era um presente....vocês não imaginam...era uma rola de silicone de mais ou menos uns 20cm, fiquei louca quando vi e já fui tirando a roupa dele e com muito carinho chupei gulosamente aquele pau quente e grosso, não cabia na minha boca mas eu queria mais, peguei o amiguinho que ele me deu de presente e comecei a me masturbar loucamente e estocar aquela vara na minha bucetinha enquanto eu mamava naquela rola gostosa...
Gozei muito com o caralho de silicone e ele doidinho de tesão puchava os meus cabelos no sentido de vai e vem para que eu engolisse todo o caralho dele.
Disse então que queria ser devorada por ele e deixei o amiguinho de lado e ele me jogou na cama e começou a me chupar, meus grandes labios iam e vinham na boca dele, foi ai que ele começou a me chupar desesperadamente e com o meu amiguinho começou a enfiar na minha xoxotinha enquanto ele me chupava, delirei por mais ou menos 5 vezes, gozava como louca e gritava de tesão sem mesmo me importar que a casa estava lotada.
Falei para o Fê que queria que ele me começe com força, ai ele se levantou da bela chupada que estava me dando e já foi colocando aquela vara grossa na minha xana que estava completamente encharcada de tanto tesão, ele estocava com força e até a cama saia do lugar, quando menos esperei ele me virou de quatro e meteu aquele caralho enorme na minha menina e o meu amiguinho ele começou a enfiar no meu cuzinho, eu tinha tanto tesão que eu rebolava e pedia mais e mais, foi quando ele tirou o meu amiguinho do meu cú e enfiou junto com o dele na minha xota, que delicia, neste momento delirei e gozava como louca, ele já não se aguentando falou que ia gozar no meu cú e enfiou com tudo, sem dó nem piedade estocava, estocava e ele me fazia gozar com o outro na minha buceta, quando ele gozou quase teve um tróço e enfiou o caralho lele na minha boca para que eu engolisse todo o leitinho dele, que maravilha, era tanta porra que até escorria pelo canto, mas mamei tudinho até a ultima gota....
Depois desta super metida dormimos ali mesmo sujos e cansados....
O Fê é maravilhoso só de imaginar já estou toda molhada e só de escrever este conto já gozei umas três vezes...
Que delicia de Fê.
Usada e abusada por meu macho
Autor: Maluquinha
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-23 09:12
Tenho 20 anos, sou morena jambo, cabelos e olhos castanhos escuros e 1,67 de altura; meu amado tem 30 anos, cabelos e olhos castanhos escuros, moreno claro, 1,73 de altura e peito peludo.
Nos conhecemos pela Internet e nos correspondemos sem nunca termos visto um ao outro durante seis meses aproximadamente. Mas finalmente o grande dia havia chegado.
Estávamos sozinhos e cheios de tesão dentro de um quarto de "hotel".
Fomos para o chuveiro. Lá nos beijávamos e acariciávamos o tempo todo.
Ele me virou do costas, beijava minha nuca, dava mordidinhas, me chamava de puta, piranha; recebia tapas na bunda e adorava. Ia ao delírio.
Ele abaixou-se e beijou minha bunda, logo em seguida passou a língua em meu rego, o que me fez delirar de prazer. Pegava em meus peitos e chupava-os com vontade, dava mordidas e os apertava com certa força, me fazendo gemer e muito. Estava louca de vontade de chupar o pau dele que a toda hora encostava em mim e eu fazia de tudo para tocá-lo.
Abaixei-me e fiquei cara a cara com o meu objeto de desejo e não mais resistindo comecei a chupar com toda a vontade que havia guardado por meses. Engolia tudo, tirava, chupava com certa rapidez, beijava apenas a cabeça, lambia tudo, passava a língua em volta e deixei que ele fodesse minha boquinha.
Por estar já há algum tempo sem ter um cacete a minha disposição, a ansiedade por aquilo tudo me deixava arrepiada, aumentando ainda mais o meu tesão. Queria chupar o máximo que pudesse, colocá-lo todo em minha, senti-lo todo dentro de minha boca. A sensação era ótima! Ter aquele cacete duro enchendo minha boca, indo até a garganta, me deixando com a boca toda tomada por aquele pau que eu tanto esperei. Tudo isso sempre estimulada por ele, meu macho, me chamando de puta, vagabunda, dizendo que eu era boqueteira e tudo mais. Sempre disse a ele para que fizesse isso comigo, mas não imaginava o quanto ficaria excitada com ele me dizendo essas coisas. Chupei até ele gozar em minha boca e engoli tudo; toda aquela porra quentinha e gostosa. Estava com tanta vontade de porra que até me engasguei. Mas não deixei escapar nada.
Após este banho maravilhoso, ele me enxugou, sempre me beijando e fomos para a cama, e nela continuavam as carícias e as chupadas. Me chamava de piranha e dava tapas em mim pedindo pra que eu o chupasse da forma que ele quisesse e eu adorava pois estava em minha boca aquilo que tinha esperado por tempo. Mandou que me deitasse e começou a penetrar a minha buceta, ainda virgem, com os dedos. Ele colocava e tirava com força; dois, três dedos... Sentia uma mistura de dor e tesão. Na verdade, nem sabia direito o que estava sentindo, mas não queria que ele parasse. Doía mas era bom. Estava mais molhada do que nunca.
Em certo momento disse que não agüentava mais e pedi que ele parasse, mas foi inútil.
Ele penetrou também o meu cuzinho com os dedos! Colocou três dedos dentro de meu cu e a outra mão, por inteiro, em minha buceta. Me sentia aberta, arreganhada, mas mesmo assim sentia muito tesão. Em certas horas, em que ele mexia dentro de mim com força, me faltava o ar mas a sensação era ótima. Eu gemia, pedia pra ele ir devagar e ele me dizia que eu era a sua puta, a sua piranha e era assim que estava me tratando. Disse para que eu me tocasse, fizesse uma siririca, mas não conseguia nem me mover direito. Sabia que tinha que atender aos desejos do meu macho e assim o fiz, meio sem jeito, pois mesmo estando super molhada e com o tesão a mil, a dor também era bem grande. Mesmo sentindo dor por estar sendo invadida daquele jeito, eu sentia que iria gozar... Na verdade, não sabia bem o que acontecia, todas as sensações eram boas, mesmo a dor sendo quase que constante, parecia que ia gozar a todo tempo: quando ele me tocava, quando eu me tocava, quando ele estava com a mão toda em minha buceta, fazendo movimentos fortes e intensos, ou quando ele tinha enfiado os dedos nos meu dois buracos ao mesmo tempo. Ele mandou ficar de quatro e colocou novamente a sua mão toda em minha buceta, que à esta altura já estava bem maior do que ela era de início, e continuou colocando no meu cu os dedos, mandando que eu continuasse a siririca.
Eu estava exausta, e já não suportava nem ficar mais naquela posição... Caí de bruços na cama. Ele me disse que queria que eu gozasse, mas eu não tinha mais forças pra nada. A dor e o tesão se misturavam, minhas pernas estavam meladas, eu estava totalmente acabada, quase chorei, mas não conseguia nem chorar, pois no fundo estava contente.
Nunca pensei que fosse capaz de suportar algo desse jeito, fiquei surpresa comigo mesma. Ele me beijou, tomamos banho novamente, mas desta vez apenas trocando carícias e logo depois voltamos pra cama, onde ficamos nos acariciando e nos beijando.
Estava exausta e feliz, nos braços do meu amor. Eu e meu macho adoraríamos nos corresponder e fazer amizade com casais que sejam tão apaixonados um pelo outro quanto nós. Somos muito carinhosos, sem vícios e responsáveis. Homens solteiros, por favor, não escrevam... pedimos para não insistir.
Daremos preferência a casais do Rio ou São Paulo, e com fotos, mas responderemos a todos.
Nosso e-mail é: tarado_maluquinha@hotmail.com. Beijos.
Mulheres infiéis
Autor: Kamus
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-23 14:18
Este é um relato verídico, onde apenas os nomes envolvidos são fictícios em respeito à privacidade de cada um. Permitam-me me apresentar primeiramente: tenho mais de 30 anos, solteiro, sem filhos e nível superior. Sou um homem muito carinhoso, bem humorado, discreto e simpático.
Dois amigos me convidaram uma noite a ir com eles a um barzinho no centro da cidade, que diziam ser muito bem freqüentado e onde a paquera rolava solta. Esses meus amigos chamarei de Carlos e rui. Relutei de início pois tinha emprestado o carro para meus pais. Carlos se ofereceu para me dar uma carona, e também ao rui, que mora na mesma rua dele. Aceitei. O barzinho era realmente bem bonito, de decoração sofisticada. Podia-se ver um bom número de mulheres, algumas em pequenos grupos, rindo e conversando.
Carlos tem um fraco por mulheres casadas... Ele dizia que aquele lugar era muito freqüentado por esposas que procuravam aventuras fora do casamento. Ele mesmo afirmava ter conquistado uma ou duas fêmeas dessa estirpe por ali. Eu nunca havia dito uma experiência dessas. Mas confesso que a idéia mexeu comigo naquele momento... Acho que pelo sabor pecaminoso que traz... Se desfrutar da mulher do próximo, alguém que pertence a outro homem.
De qualquer maneira, estávamos os três em nossa mesa batendo papo, falando de filmes, música, essas coisas... Quando passamos a perceber a presença de duas mulheres vestidas como executivas olhando em nossa direção. As duas sentavam-se com muito charme e elegância, cerca de duas mesas de distância da nossa. Uma era loura, cabelos lisos e compridos, 28-30 anos, rosto não exatamente belo, mas de traços fortes e muito sensuais; sua amiga tinha cabelos castanho escuro curtos, um rosto de beleza simples e cativante, óculos de grau, 20-22 anos. Elas sorriam e flertavam conosco abertamente... Conversando e rindo sem desviar a atenção de nós. Com duas gatas daquelas dando bola, decidimos fazer algo a respeito... Pedimos ao garçom para informá-las que as bebidas seriam por nossa conta. Elas ergueram um brinde a distância para nós em agradecimento ao serem informadas pelo garçom. Decidimos tirar a sorte para ver quem iria abordar as gatas... Para meu azar, pois sou algo tímido, o escolhido fui eu. Com o coração na mão, fui até as duas. De tão nervoso, parecia que mundo rodava em câmera lenta enquanto me dirigia a elas. Perguntei se podia me sentar à mesa. Elas consentiram. Começamos a conversar amenidades, onde Marta (a loura) e Renata (a mais tímida) revelaram que trabalhavam em outro estado e que tinham vindo à nossa cidade para uma convenção. Perguntei à respeito. Marta, bem mais falante, revelou que a convenção havia sido bem interessante, ainda que longa e cansativa, e que as duas tinham vindo ao bar para celebrar sua última noite na cidade. Marta quis saber então se meus amigos não gostariam de se juntar a nós. Fiz um sinal para eles, que vieram de pronto. Apresentações feitas, e com a passagem das horas e drinques, as mulheres e meus amigos foram ficando mais à vontade. Eu também, mas não por causa do álcool... Pois não curto bebida, prefiro sempre suco ou refrigerante... Carlos moderava na bebida por conta de estar dirigindo, enquanto rui entornava legal como as mulheres... Já sabia, por exemplo, que Marta era advogada e Renata sua trainee, que estavam hospedadas num apart hotel por conta da firma e que deveriam pegar o avião para casa no dia seguinte após o almoço. Marta era casada, mas isso nem precisava ser dito, pois a mulher não escondia a aliança de casamento que trazia no dedo. Carlos quis saber quanto tempo ela tinha de casada. ?seis anos?, disse Marta, completando com olhar maroto ?mas com tempo o casamento acaba caindo na rotina?. Percebendo a brecha que ela havia dado, perguntei-lhe o que fazia para evitar a monotonia. ?procuro variar?, sorriu a loura de forma sugestiva. A resposta foi como uma chicotada cortando o ar diante de nós... Foi como um choque elétrico. Renata ficara com as bochechas ainda mais vermelhinhas de vergonha, totalmente corada. ?variar como??, Rui indagou. ?variar?, repetiu Marta pela primeira vez com uma ponta de embaraço. ?com outros homens?? Insistiu Carlos maliciosamente. ?eu gosto de conhecer pessoas, viver coisas diferentes, senão a vida fica muito chata?, disse Marta. ?e seu marido... O quê ele pensa disso??, Perguntei. Marta balançou a cabeça visivelmente excitada com a conversa, realmente o clima de erotismo criado entre nós estava num crescendo... Uma quentura só! ?eu amo meu marido?, disse Marta, ?mas ele jamais aprovaria essas minhas aventuras?. Virei minha atenção para Renata: ?e você? É casada também??. Renata respondeu que era noiva. Marta emendou rindo que a amiga escondera a aliança de noivado antes de vir ao bar. Renata retrucou que fora Marta que a convencera a vir aquele lugar. ?seu noivo é um homem de muito sorte?, disse a Renata, olho no olho. ?você é uma mulher inteligente e muito sensual?. Ao invés de corar, dessa vez Renata sorriu para mim toda segura de si, talvez pelo efeito dos drinques que tomara ou por ter percebido que já me tinha completamente sob seu poder de fêmea. Eu realmente já estava conquistado por seu charme e beleza, tanto que a devorava com meu olhar ansiando por tê-la nua em meus braços. Carlos não tirava os olhos de Marta, que estava visivelmente doida para dar pra ele. Rui, coitado, sentindo que havia sobrado, parecia, contudo, conformado. Na saída do bar, rui acabou pegando um táxi de volta pra casa, apesar Carlos insistir que o deixaria em casa.
Acabamos indo Carlos, eu, Renata e Marta esticar a noite em um lugarzinho mais reservado. Com Carlos ao volante, Marta sugeriu do banco do carona irmos até o apart onde elas estavam hospedadas. No banco detrás, Renata e eu já estávamos um nos braços do outro. Eu engolia a boca carnuda daquela mulher com meus beijos numa gula que eu mesmo não me sabia capaz. Além de Renata ser muito gostosa, a idéia dela estar traindo o noivinho comigo me deixava extremamente tesudo. Eu deslizava a minha língua na boca dela com vontade, saboreando tudo que a fêmea me oferecia: seus lábios molhados, sua língua quentinha, os dentes firmes, as reentrância macias, tudo enfim. Minhas mãos percorriam seu corpinho ansioso sem pudor da cabeça aos pés. Arranquei-lhe o casaco, para melhor sentir o corpo dela junto ao meu, deixando-a apenas com uma delicada camisa branca. Ela era dona de um par de coxas grossas, macias e deliciosas que eu alisava com tanto tesão que já erguia no embalo sua saia quase à altura da calcinha. Ela gemeu como uma puta quando cravei-lhe os dentes na nuca com paixão, sugando, beijando e lambendo essa área tão sensível. Alternava as carícias na nuca com o vagar da minha boca pelo pescoço, orelhas, rostinho e lábios daquela noivinha infiel. Lambia seus olhos, nariz, bochechas, queixo... Devíamos estar dando um belo show para Carlos e Marta, confesso que estava tão siderado com Renata que até me esquecera deles... Ou mesmo do resto do mundo. Meu universo por agora era apenas a fêmea manhosa e quente que eu tinha sob meus carinhos. Ainda que estivéssemos só nos amassos, foi o suficiente para deixar a voz de Marta transbordando de tesão quando a ouvi comentando com a amiga (eu estava de olhos fechados nesse momento, minha atenção toda em Renata, em cuja nuca mais uma vez cravava meus dentes com volúpia): ?e você que não queria vir? Não te falei que ia ser bom?. Renata gemeu de volta para Marta: ?é bom demais?. Arrisquei um olhar para os bancos da frente por alguns segundos... Pude perceber Carlos tentando se concentrar no trânsito... Tarefa dificultada ao extremo por Marta que tinha o braço sobre seu colo... Mesmo totalmente fora do meu raio de visão, o movimento do braço de Marta dizia tudo... Ela estava masturbando Carlos com vontade. Aquilo me deixou alucinado... Levei uma das mãos de Renata para minha jeba aprisionada como um animal faminto sob a calça... Renata pôde senti-la dura e inchada contra seus dedos... Ela suspirou, apertando-a com desejo para melhor sentir suas dimensões. ?tá gostando do meu pau??, Sussurrei-lhe ao ouvido. Ela gemeu em aprovação. ?vai se acostumando com ele que eu vou te bem comer gostoso, sua putinha?. Ela entrou em ebulição, sua língua endiabrada fazendo miséria na minha boca.
Chegamos ao local, que ficava numa área nobre da cidade. Tivemos que nos recompor por alguns instantes. Deixamos o carro na garagem e fomos como casais de inocentes namorados, de mãos dadas, para o apartamento daquelas taradas. Carlos e a adúltera da Marta. Eu e minha doce Renata. Eles dois foram literalmente se despindo até o quarto de duas camas de solteiro, fechando a porta atrás de si, deixando a sala de estar livre para que Renata e eu pudéssemos finalmente extravasar todo nosso imenso tesão represado até então. Que loucura! Que festa dos sentidos!! Que trepada maravilhosa!!! Caí de boca, mãos, corpo e alma sobre aquela mulher. Comecei tirando-lhe os sapatos... Um par de lindos pezinhos se apresentou diante dos meus olhos gulosos... Tratei de sugar-lhe os dedinhos prontamente... Minha língua passeando entre os vãos macios e cheirosos... Meus dentes brincando com a extensão quentinha dos pés... Ela delirava de prazer, gemendo desconcertada... Renata ia aos berros quando sugava seus calcanhares com força... Ela ameaçou que daria o troco dos meus chupões quando fosse a vez dela. Achei graça e disse que a faria mamar na minha pica como a cadela que era. Com as mãos e boca passei a explorar bem lentamente as pernas daquela mulher, alternava de uma coxa a outra sem pressa, saboreando cada pedacinho de pele arrepiada dela. Do quarto começamos a ouvir gritos, mais afoito Carlos já estava sentando a peia em Marta, que berrava de tesão safadezas como: ?isso... Isso... Meu macho... Me fode... Me fode que meu marido é corno e viado... Come a mulherzinha dele... Ai, que vara gostosa!!!? Marta gritava tão alto que parecia que havia outro casal fodendo ao nosso lado e não de um quarto fechado. Aquilo me deixou tão tesudo que arranquei a saia de Renata de um só puxão, jogando a gatinha sobre o sofá... Ela usava uma calcinha preta tão diminuta que mal lhe cobria a rachinha carnuda de pêlos ralos... Uma calcinha que já estava super ensopadinha com seus líquidos de fêmea. ?você vai gritar no meu caralho?, disse-lhe me pondo de pé ao seu lado enquanto me livrava da minha roupa com pressa. Quando arranquei a cueca, a noivinha arregalou os olhos de gula diante da dureza maciça do meu pau! Fui até ela, desfazendo-a da camisa, deixando minha nova amiga apenas de calcinha e sutiã pretos. Ela aproveitou-se dessa minha aproximação para segurar no meu cacete duro. Ela parecia extasiada sentindo seu calor e textura... Forçou a pele para baixo expondo mais ainda a glande inchada e já úmida para então acariciá-la numa suave pressão entre seu indicador e polegar. Virei minha nova amiga de bruços sobre o sofá... Ela trocou de mão, mas não largou a pica. Elogiando a beleza de sua pele, confessando o quanto ela era gostosa, tornei a atacar-lhe a nuca com a boca... Minha mãos correndo pelas suas costas sedosas, já livrando-a do delicado sutiã... Mas os seios desnudos ainda estavam fora das minhas vistas, prensados como estavam contra o sofá. Sem suportar de curiosidade e o tesão, virei Renata novamente de barriga pra cima e... Meu queixo caiu ante a gostosura daquelas tetas médias de mamilos rosados e pontudos... Beijei, lambi e suguei-os com sofreguidão... Renata arfava e já pedia pau... Implorava para ser penetrada... Eu respondia atacando um seio, depois outro, alternado dentes e mãos, ora mordiscando os mamilos no limite da resistência da fêmea ora circunvagando-os com a minha língua ou castigando-os sob a pressão dos meus dedos. Cobrindo o rosto dela de beijos e linguadas, tornei a postá-la de bruços... Fui deslizando minha língua pelo seu torso e espinha... Seguindo com minhas mãos pelos caminhos recém descobertos... Quando cheguei ao princípio do reguinho, ela gritou alto mesmo... Para minha enorme satisfação, acabara de descobrir uma área de grande sensibilidade da fêmea... Dei-lhe um tapa carinhoso na bundinha gostosa protegida apenas pela diminuta calcinha... Ela protestou, mas sem conseguir disfarçar uma rebolada de tesão, o quê só me animou a desfechar uma seqüência sem fim de tapas que estalavam naquele rabo carnudo e redondo. Ela urrava a cada impacto das minha mãos lhe maltratando as nádegas. A sensação de ter aquela fêmea totalmente submissa aos meus caprichos, o som altamente erótico que arrancava das carnes dela estava me deixando totalmente fora de mim... Eu dizia em êxtase: ?você é muito safada com essa calcinha enfiada no rabo! Teu noivo sabe a puta que você é?! Ele sabe que você gosta de dar pros outros, que é viciada em pau duro?! Eu não tenho dó de corno! Vou comer a noivinha dele no cu! Cadela, ele é teu noivo, mas teu macho agora sou eu! Seus buracos são meus! Piranha! Você vai provar do meu caralho na boca, na boceta e no cu! Vou te deixar toda arrombada pro chifrudo do seu noivo, putinha!? E lá iam mais tapas no rabinho dela... Alucinado de paixão, levei a pica aos lábios da mulher, aumentando as forças dos tapas (geralmente só dou tapinhas carinhosos, mas como Renata pedia mais e mais, eu não podia negar esse prazer à tarada!) A bundinha dela já estava ficando vermelhinha de tanto ser abusada pelas minhas mãos... Meu pau entalado na boca dela era a única coisa que a impedia de gritar... Comecei então um delicioso vaivém naqueles lábios delicados como que comendo aquela boquinha nervosa. Ela alternava chupadas em meu saco peludo com o abocanhar selvagem da geba até o talo... Acelerei meus movimentos e os tapas... Não demorou e a gata explodiu num gozo fortíssimo, contorcendo-se toda que nem uma cobra... Com tanta força que temi que ela fosse cair do sofá. Sem ter mais como me segurar, esporrei abundantemente naquela boca deliciosa, a pica pulsando com a violência de um animal ferido. Para minha surpresa e deleite... Renata sorveu minha porra densa e quentinha com prazer, continuando a chupar e lamber até a última gota, deixando meu caralho limpinho e pronto para outra. De fato, aquela boquinha gulosa e minha própria excitação não deixavam a vara baixar... ?eu quero você dentro de mim?, ela suplicou. Urros de dor surgiram vindos do quarto... Marta berrava uma dor lancinante... Era fácil imaginar o que Carlos estava fazendo com ela lá no quarto... Comentei com Renata: ?sua amiga está dando a bundinha...? Renata tinha o olhar meio assustado, mas logo os urros de dor de Marta se tornaram gritos de imenso prazer. ?isso deve doer demais?, temia Renata. ?por que? Você nunca deu o rabinho??, Perguntei. Ela disse que não, que o noivo sempre pedia, mas que ela tinha medo de perder a virgindade do ânus. Medo da dor. Propus então que não a enrabaria se ela me deixasse lamber o cuzinho para tirar a prova de que suas preguinhas eram mesmo apertadas e virgens. Ela aceitou com a condição que eu mantivesse minha palavra de não penetrá-la jamais. Fingi concordar e então arranquei-lhe a calcinha com os dentes revelando todo esplendor daquela xoxota molhada e carnuda. Voltei a mamar-lhe os peitos enquanto enterrava quatro dedos profundamente em sua boceta ardente. Virando-a de bruços tornei a deslizar a língua pelo início do rego... Ela tornou a gemer alto, ensandecida... Só que, dessa vez, deixei minha língua avançar pela bundinha... À medida que saboreava o sedoso vale daquele rabo cheiroso, o corpinho de minha parceira se contorcia de cima a baixo como que vitimada por descargas elétricas poderosas... A gata rebolava a bunda na minha cara, gritando sem pudor como uma verdadeira puta... E foi xingando-a de puta, cadela, ordinária que minha língua finalmente tocou aquele cuzinho quente e liso... Renata urrou de prazer, sua pele se arrepiou, seu rebolado ficou desconexo, senti em meus dedos encravados na buça uma nova e abundante torrente de suco vaginal brotar de dentro dela. Fui lambendo aquele cu apertadíssimo (parecia virgem mesmo!) E ela foi perdendo o controle... Os músculos dela iam relaxando a medida que me língua a penetrava com carinho. Pedi para que ela piscasse o ânus na minha boca e ela, bem submissa, obedeceu. Que delícia sentir um cuzinho se mexendo pra você! Quanto mais lambia, mais o buraquinho se abria na minha língua, mais ficava lubrificado... Rapidamente apontei o pau para o cu dela... Renata ainda suplicou... Implorou mesmo para que eu não fizesse aquilo, que não agüentaria... Mordi-lhe a nuca e suguei-a na orelha antes de sussurrar ardendo de tesão para ela: ?o noivinho otário não te enrabou?! Azar o dele! Vou ser o primeiro nesse seu rabo! Ele vai ver esse teu cuzinho arrombado e vai saber que você deu a bunda pra outro! Que você não passa de uma puta!!? Forcei a cabeça do pau dentro dela... Mandei que ela relaxasse as pregas para fora (como se estivesse no banheiro) ou sentiria muita dor... Ela obedeceu, mas ainda assim esperneou bastante quando a glande ganhou espaço naquele buraco realmente estreito... Na verdade, o rabinho mais apertado que já provei... Ela urrava, tentando escapar, mas eu a prendia forte sob mim. Ela me xingava e implorava para que saísse de dentro dela. Disse-lhe que ficaria parado, que iria brincar só com a cabecinha do pau. Ela foi se acalmando aos poucos, relaxando enquanto ia se habituando ao invasor em seu traseiro. Quando a senti pronta, decidi vencer seu medo de uma só vez e para sempre, enterrando o caralho impiedoso até o talo numa só investida. O berro que ela deu pôde ser ouvido no céu, superando em tudo os gritos mais selvagens que ouvíramos de Marta há alguns momentos atrás. Mas quando ela relaxou novamente, estava com a pica entalada na bundinha, o saco peludo ralando sua pele sedosa. Fiquei imóvel por alguns instantes para que a fêmea se acostumasse com o volume do pau que lhe rasgara o cu. Iniciei lentos movimentos circulares de alargamento do esfíncter com a pica para proporcionar um maior arrombamento das pregas da gata. Passei então a estocá-la suavemente... Renata respondeu rebolando com dificuldade a bundinha violada... Seus instintos de fêmea já a fazia empinar o traseiro para sentir melhor o caralho que tanto a maltratava... Fiquei extasiado ao perceber que quanto mais acelerava meus movimentos, mais rapidamente os gemidos de dor de Renata se convertiam numa sinfonia de gritos e urros de prazer selvagem... Sacando-lhe a pica do rabo, postei a gata de joelhos com os braços apoiados no encosto do sofá... Sem dizer palavra, cravei-lhe inteira a jeba no cu de uma só estocada, que a fez perder o fôlego e o que lhe restava de pudor... Renata tomava agora com prazer na bundinha... Arfando: ?é muita pica... Muita pica...? Explodi num gozo tão violento que pensei que fosse arrebentar de tanta porra a camisinha... Uma cravada tão funda e plena nas estranhas da mulher que ela se derreteu em uivos, gozando imediatamente em seguida, numa contração tão forte da musculatura anal em torno do pau, que a putinha multiplicou meu orgasmo pela milionésima potência.
Fiquei abraçado junto a ela... Empapados de suor que estávamos... Fiquei completamente exaurido por longos minutos... Mas a mulher não queria me dar sossego... Não tardando a castigar novamente minha vara, já dolorida pela forte gozada anterior, entre seus úmidos e suaves lábios... Curtir o visual daquela delicada boquinha mamando o meu caralho com tanto carinho e dedicação foi o bastante para me deixar durão rapidinho... Sentei-me no sofá, camisinha pronta, posicionando Renata de joelhos sobre a pica... Segurando-a com firmeza pela cintura fiz sua boceta conhecer meu pau... Que encontro maravilhoso! Ela era apertada, quentinha e muito sedosa... Mantive minhas mãos apertando-a pela cintura para conduzir o cavalgar da fêmea no caralho duro! Ela se desmanchava de prazer, pois enquanto metíamos, eu mamava-lhe os peitinhos e devora-lhe boca, pescoço e queixo com meus dentes, lábios e língua. Senti a fêmea se contrair toda... Anunciando mais um orgasmo, aproveitei para enfiar dois dedos no cuzinho arrombado dela... Renata se desfez num rebolado verdadeiramente obsceno sobre meu corpo, arrastando-me em seus movimentos frenéticos para meu próprio clímax longo e gritado. Reunindo as poucas forças que me restavam, fui exausto e com o pau em frangalhos para debaixo do chuveiro... A água fria da ducha me ajudou a recuperar as forças... Foi saindo do boxe, ainda nu, que percebi Marta só de calcinha me espiando junto a porta do banheiro. Meio encabulado, tratei logo de me cobrir numa toalha... Mas sem poder disfarçar meu tesão diante dos seios daquela loura sorridente... De mamilos grandes e rosados... ?seu amigo está passando a Renata na rola?, disse a loura vadia... Foi só então que me dei conta dos gemidos que vinham da porta entreaberta do quarto (renata, ainda cheia de tesão, fora ver o que meu amigo estava fazendo com Marta, resolvendo abrir as pernas pra ele também em seu recém descoberto furor uterino de tarada). Mas ainda tô com fome?, dizendo isso a loura foi pegando na minha pica por sobre a toalha. Lasquei um guloso e demorado beijo naquela safada... Fui chupando, mordiscando, apertando tudo que aqueles lindos seios me ofereciam... Marta arrancou minha toalha, sua mão envolveu o caralho com sofreguidão, tratando logo de alisá-lo de cima a baixo, mostrando pra mim que ela era a nova dona dele... Postei Marta de joelho diante da vara... Sem que eu tivesse de pedir, a adultera caiu de boca como se estivesse chupando um picolé de carne dura... Que boquete maravilhoso... Alternava a língua na glande e no saco, movimentos lentos e rápidos, beijos e engolidas tão profundas que eu sentia minha rola arranhar o fundo da garganta dela... Marta terminou dando o cu pra mim de pé, prensada contra uma parede do banheiro... Ao contrário de sua trainee, Marta era visivelmente experiente em agasalhar um caralho duro na bundinha (diga-se de passagem, alargada há pouco pela vara encamisada de Carlos). Foi fácil fazer aquela piranha loura gozar pelo cu tendo meus dedos em seu grelo grande e exibido. Na minha vez de gozar, Marta exibiu toda sua experiência rebolando forte como que dançando na minha pica! Juro que vi estrelas naquela hora... Quase desmaiei de tanto prazer! Passamos a noite com as mulheres. Renata dormiu em meus braços. Marta nos de Carlos. Pela manhã, nos despedimos das mulheres com aquela sensação de nó na garganta... Já sentindo pontadas de melancolia e saudades. Renata me proporcionou um belo boquete de despedida. Carlos me confidenciou depois que Marta fizera o mesmo para ele. Deixamos as gatas com a promessa de nos encontrarmos novamente quando estivermos de visita pela cidade uns dos outros.
Essa experiência maravilhosa e inesquecível me abriu os olhos... Eu me descobri um apreciador fervoroso de mulheres casadas. Se você, mulher casada ou comprometida, estiver procurando um amante carinhoso, super discreto, simpático e que jamais colocará em risco sua condição de esposa pois o que verdadeiramente aprecio é ser ?o outro?, escreva-me para vivermos juntos uma bela amizade... Ou quem sabe um relacionamento esposa/amante rico e gratificante. Meu e-mail é: kamus34@hotmail.com prometo lhe responder com todo sigilo e carinho. Beijos.
O negão me rasgou
Autor: Flor
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-23 14:37
Sempre fui uma garota problema para os meus pais, desde pequena já aprontava e era pior que moleque. Sempre gostei de coisas agitadas e brincadeiras radicais. Tudo isso até meus peitinhos começarem a aparecer e minha xaninha, começar a ficar úmida, a nascer pelinhos. Na primeira menstruação eu ficava olhando o tempo todo, por meu corpinho, e com o passar do tempo fui pegando formas e sentindo tesão por mim mesma. Adorava e adoro ainda me masturbar olhando para o meu corpo, em frente a um espelho, no banheiro ou no meu quarto, tenho alguns brinquedinhos que dormem comigo, no meio das minhas pernas, já dormi com um deles enfiado dentro de mim, na xaninha, mas foi gostoso.
Hoje estou com quase 20 anos, sou uma mulher normal, perfeita, e já não faço as loucuras que fazia antes. Meu pai tem uma metalúrgica, o galpão fica numa estrada de São Paulo, a uns 10 minutos do centro, perto. Eu gostava de ir lá, ficava brincando, correndo, andando de bicicleta, pois o terreno era bem grande. E foi lá, que num belo dia, eu já tinha 16 anos, conheci o mais novo funcionário do meu pai. Ele era também o zelador e dormia nos fundos, na casa do caseiro mesmo. Era solteiro, tinha 32 anos, devia ter quase 2 metros, peito largo, uma cara fechada, mas um sorriso até que bonitinho, braços muito fortes, um verdadeiro armário como os seus amigos o chamavam. Ele me chamava de senhorita, e o seu nome era Francisco.
Numa das vezes em que estava na fabrica e fui ao banheiro das mulheres que ficava ao lado do refeitório pelo lado dos fundos da fabrica, fazer xixi. Percebi quando entrei que do outro lado, no masculino, pelo barulho, tinha gente lá., mas tudo bem, quando me agachei no vaso, percebi que atrás da válvula de descarga tinha um furo, não muito grande, mas dava pra ver do outro lado, e percebi que alguém estava espiando, fiz que não vi, mas me excitei sabendo que estava sendo observada. Fiz o xixi, levantei com a calça arriada e a calcinha, e fiz que procurava papel pra me enxugar, e virei várias vezes de propósito, deixando o cara ao lado ver o que ele queria. Deve ter ficado maluco, eu depilava sempre minha xaninha, nunca gostei de pelos. Dei a descarga e ai eu dei uma olhadinha, pela cor do sujeito, não dava pra ver o rosto, deveria ser o Francisco. Gente do céu, quando ele virou, eu vi o tamanho do seu pau, muito grande, roliço, grosso, um pau pra ninguém botar defeito, devia ter pelo menos 20 cm., mas era mais grosso que o normal.
Eu já tinha namorado na escola, não era mais virgem, mas fui só 2 vezes, e tentei numa das vezes dar a bundinha, mas doeu muito, e parei. Gostava mesmo de me masturbar.
Mas aquele homem, me deixou alucinada, nunca tinha visto nada parecido.
Saí, mas a imagem do pau do Francisco não saía da minha cabeça, passei a fantasiar e passei a me masturbar sempre pensando nele. Francisco era, além de tudo um bom pedreiro também, e meu pai um dia precisou alguém pra fazer uma reforma na edícula nos fundos de nossa casa. Contratou o Francisco e para não atrapalhar ele dormiria lá mesmo na edícula, num quarto improvisado, mas que dava pra ele se ajeitar bem.
Foi a visão do paraíso, ver todos os dias aquele homem ali, por várias vezes eu enfiava o dedo em minha xaninha olhando pra ele da janela do meu quarto. Comecei a ficar mais perto, fazendo perguntas e me mostrando.
Numa das vezes coloquei uma calça de ginastica, bem coladinha no meu corpo, e sem calcinha. Puxei ela bem pra cima, de forma que a minha bucetinha ficava bem a mostra. Ele trabalhava, falava comigo e não tirava os olhos de mim, percebi que tinha ficado excitado, pelo volume embaixo da sua calça. Minha mãe me chamou, saí correndo. Ela me pediu pra cuidar das coisas por ali até que ela voltasse, ia ter que sair e a empregada ia lavar toda a frente da casa. Meu irmão na escola, estava perfeito, eu não iria fazer ginastica.
Ela saiu, corri e me troquei, coloquei uma saia meia curta, larguinha, uma calcinha bem bonitinha, tirei meu sutiã, com os biquinhos arrebentando, uma camiseta e desci. Quando ele me viu, me comeu de cima em baixo, seu olhar me causou um calor que nunca tinha sentido, eu queria dar pra ele, todo meu corpinho lindo. Francisco entrou, e fui atrás dele, estava suado, sujo de terra, ele devia pesar mais de 100 quilos, eu no máximo 45 quilos. Ele foi até o quartinho dos materiais e simulei ter torcido o pé dei um gritinho, ele correu pra me acudir e me sentou num banco. Perguntou onde tinha machucado, eu levantei o pé, e com certeza o túnel para a minha calcinha estava aberto, e pra provocar mais abri mais as pernas do que era preciso. Ele olhou mesmo firme, levantei a saia e falei:
- Tá dodói aqui - E apontei pra minha xaninha, foi o golpe fatal.
Ele me colocou de pé, baixou suavemente minha calcinha, todinha ensopada, tirou-a e admirou minha entrada, minha bucetinha, me virou de costas, e beijou minha bundinha.
Eu já estava em ponto de explodir. Ele levantou a minha camiseta e começou a chupar meus peitinhos, estavam doloridos de tesão, ele chupava maravilhosamente bem, aquela língua, quente áspera, me davam calafrios por todo o corpo, lambendo foi descendo até chegar na xaninha, me sentou no banco abriu bem minhas pernas e enfiou a cara no meio das minhas pernas, e abocanhou de uma vez a minha bucetinha todinha, tudo, sumiu naquela boca enorme, eu gozei como nunca na boca dele, ele se fartou, sugou o que ficara dentro de mim, até não ter mais nada, eu não perdi tempo e gozei mais uma vez na boca daquele macho sensacional.
Passei a mão no seu pau, ele o tirou pra fora, muito duro, grosso, enorme, aquela cabeça parecia minha mão fechada, que coisa mais linda, porem muito grande. Ele me virou de costas e me colocou de quatro, e começou a lamber minha bunda. Olha a sensação era divina, aquela língua percorrendo meu reguinho todo, até que parou no meu cuzinho, enfiou ela todinha lá dentro, e fazia círculos dentro do meu cuzinho, me fazendo gemer de tanto tesão, e com um dedo na xaninha eu gozei na mão dele com a língua dando rodeio em meu cuzinho.
Ele se levantou e tirou a calça, ficando nu. Nossa!!!! Foi aí que vi o que vi. Pegou minha cabeça, com dificuldade consegui por a cabeça do seu pinto na minha boca, lambia de lado, engolia até onde era possível, muito grande, e ele dizendo que iria gozar, me deixava alucinada, nunca ninguém tinha gozado na minha boca, seria a primeira vez que ia experimentar porra de homem. Ele me segurou a cabeça forte, deixou a cabeça do seu pau entre os meus dentes e avisou:
- Tô gozando - Aquilo foram não sei quantos jorros de porra, na minha boca que quase me sufoca, fui engolindo a medida que saía, e olha, foram alguns segundo despejando seu liquido quente, pegajoso e muito gostoso.
Eu bebi com muito tesão.
Depois, ele já de pau duro de novo, sentou na cadeira e de frente alojou a cabeça do seu pau na minha bucetinha, e disse pra eu controlar o meu peso e deixar ir entrando o tanto que quisesse e agüentasse.
- Eu quero tudo ? disse.
Ele me chamou de louquinha, e falou:
- Se conseguir vai em frente.
Senti como uma duvida e um desafio, encaixei a cabeça grande do seu pinto e fui largando meu corpo, quando doía eu parava, voltava e recomeçava...
Até que senti entrar ela todinha, a cena era linda, aquela coisa preta, já com um pouquinho dentro da minha bucetinha branca, dava um contraste até bonito. Fui brincando com aquilo, socando aos poucos, e já com a minha xaninha meia aberta, estava quase gozando e ele também, quando eu e ele fizemos o mesmo movimento, ele estocou e eu larguei meu corpo, foi tudo até o fim.
Senti apertar meu estômago, rasgar a carne dentro de mim, rasgar as paredes da minha buceta, bater fundo no meu útero e com uma grande, dor, ardia demais, com tudo isso gozei junto com ele, eu sentia as estocadas dentro de mim dele gozando e me enchendo por dentro de porra quente, ainda, muita porra, ele era um touro.
Ficamos um tempo assim colados e até com medo de me mexer, aquilo tudo ainda dentro de mim, fui levantando devagar e vi o estrago, junto com a porra que saía, jorrou também muito sangue, fiquei assustada, ele me confortou dizendo que era normal, mas só eu sabia a dor que estava sentindo, mas conseguiria afinal engolir o pinto daquele crioulo maravilhoso.
Ele disse que queria comer meu cuzinho, mas não ia dar tempo, porque precisava me preparar, porque senão iria doer muito. Concordei mas fiquei com uma vontade enorme de dar meu cuzinho pra ele. Coloquei a calcinha e saí, ninguém notou nada.
Quando fui tomar um banho, ainda vi minha xaninha arrombada pelo espelho, vermelha, aberta e sangrando, agora menos. Me lavei e fui cuidar dos afazeres e volta e meia ia ver meu negão.
Cada vez que o via, minha bucetinha fisgava, lembrando a dor e o prazer que ele me dera.
A noite, todos já estavam dormindo, era de madrugada, eu desci e fui até o quartinho do Francisco, que dormia a sono dos justos. Só de camiseta, tirei minha calcinha e acordei beijando seu rosto. Ele acordou e me abraçou me puxando pra cima dele, e já vendo eu nuazinha, disse:
- Na frente nem pensar você não aguentar, deve estar dolorido - e estava, mas eu queria outra coisa.
Chupei e molhei bastante seu pau, ele me deitou de bruços e começou a enfiar um dedo no meu cuzinho, passando saliva e eu adorando aquilo, era divino.
Já sentindo que era a hora, deitou-se com o pau pra cima e mandou eu me sentar em cima dele e guiar como fiz com a bucetinha. Meu cuzinho apertadinho, sentiu aquela cabeça enorme querendo entrar, relaxei e sentei, e senti que entrou, ardeu, ele tirou, eu voltei coloquei de novo e fui afundando, e a medida que entrava sentia descolar todas as pregas do meu cuzinho, foi alucinante, dolorido mas gostoso, quando senti minha bunda bater nele, eu tinha conseguido enfiar aquele pinto todinho dentro do meu já não tão apertadinho cu.
Comecei a rebolar e sentir aquilo mexer meus intestinos e entrando e saindo e rasgando tudo, quando ele me puxou, enfiou 3 dedos na minha já fodida bucetinha, chupou meu pescoço, me levou a loucura e gozou, gozei junto, senti aquela porra toda quente, agora dentro do meu cuzinho, novamente.
Ele me deixou nessa posição, uns 10 minutos, sem tirar de dentro, a dor já tinha sumido, só sentia minha bunda dilatada, e aos poucos, ele me colocou de quatro e ai me fodeu mais uma vez, com mais força, acabando com o resto que sobrou de mim, e gozou de novo lá dentro do meu cuzinho.
Não consegui gozar, mais, porque ardia muito.
Ele tirou, a sensação de alivio foi grande, e chupou mais uma vez minha bucetinha me fazendo gozar bastante. Fiquei com ele, mais uma meia hora, e voltei, arrombadinha, e fui dormir.
No outro dia, era sangue na calcinha, na cama, nossa ele me arrombou inteirinha, doía tudo, bunda, bucetinha, as pernas, os peitinhos, eu me sentia inchada.
Eu fodi com esse negão, umas 10 vezes, até que ele saiu e voltou pra fabrica do meu pai.
Nunca mais fui a mesma, e fiquei muito exigente sobre tamanho de pinto.
Tive um namorado com um pinto de 12 cm. que me fazia gozar tanto quanto meu crioulo, acho que tudo e questão de jeito, carinho, sei lá... Beijos pra todos.... Flor....
Ele me chupou todinha
Autor: Yasmin
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-22 23:51
Vou relatar uma historia veridica,sou uma mulher com apenas 22 anos,e casei-me com um homen de 39 anos,como podem observar a nossa diferença de idade é grande,mais no principio de tudo isso não me encomodou afinal existe um ditado que panela velha é que faz comida boa,ai que esse ditado engana....pos isso não é sempre verdade...Bom vou começar,casada a tres anos nunca tive sequer orgasmos com meu marido,nunca gozei gostoso com ele,afinal tudo dele era só papai e mamãe nada mais que isso,quando na realidade eu queria algu mais profundo do tipo uma lingua bem gostosa roçando na minha grutinha em seguida uma chupada bem gostosa na minha buceta daquela que passa a lingua bem la dentro da buceta e em seguida suga todo o grelinho parecendo ate que vai arranca-lo fora......mais nada disso acontece com meu marido.....Um belo dia,daqueles quentes acordei,fui tomar banho e me vestir para ir trabalhar,coloquei uma sainha preta,uma blusinha transparente branca,e uma meia calça 7/8 sem esquecer da minuscula calcinha pretinha com um ziper na frente,me arrumei e fui trabalhar.....passou a manha e tudo tranquilo ate que precisei sair para buscar uns papeis,e a maneira mais rapida era ir de taxi..Fui então....ao entrar no taxi(no banco de traz)pude observar que o motoriasta era super atraente,ele educado me perguntou para onde iriamos eu falei o destino e tudo bem......No decorrer da viagem ser perceber fiquei super a vontade,e nao me dei conta da minha saia,eu havia sentado de mal jeito e deixei minha coxa toda a vista,e acredito que a calcinha tambem...quando olhei para o retrovisor percebi que o motorista estava olhando para minhas pernas,nossa aquilo me excitou tanto,que começei a puxar converssa com ele...converssa vai...converssa vem......e fui me excitando e cada vez mais deixando mina calcinha a mostra,dai comecei a perguntar se ele já havia transado com alguma passageira,e o sacana falou que não...eu não acreditei é claro,e fiz a seguinte pergunta mais já teve vontade,ele falou que era homem e é claro que sim....nisso comecei falar do meu casamento que meu marido nunca tinha me feito gosar,e a trez anos eu não sabia o que era gosar,ele arregalou os olhos e disse nossa seu marido deve ser um troxa em?não fazer uma mulher tão....e desse tão olhou para o meio das minha pernas e falou tão gostosa subir as paredes se fosse eu......hum faria vc gosar na ponta da minha lingua nessa hora minha buceta latejava,a calcinha já estava toda molhada,e o tezão já tomava conta do meu corpo inteiro,dai sem noção do perigo eu falei que eu estava com muito tezão e que a minha calcinha estava toda molhada,ele perguntou se eu não queria sentar na frente com ele,eu logico falei que sim....ele parou o carro e eu sentei com toda mal intenção do mundo.....e deixei que minha saia subisse para ficarem a mostra minha pernas....ele sem jeito falou que eu tinha uma pernas gostosas eu impulssamente falei que ele podia toca-las pos eram de verdade,ele então colocou suas mãos na minhas coxas e começou deslizar as mão sobre elas ate que eu abri um pouco as pernas para ele entender que eu queria que ele tocasse mais adiante,ele então entendeu......parou o carro em um lugar um pouco deserto e começou a deslizar as maos sobre minha coxas ate que eu senti seus dedos tocarem mina buceta que já estava muito molhada.....senti suas maos tocar com carinho em toda minha bucetinha....não se contentando ele ele abaixou-se e afastando minha calcinha começou a chupar com desejo toda minha buceta passou a lingua por todo reguinho do meu cu,e voltou a chupar minha buceta,ele sugava tão gostoso que me segurei para não gosar logo mais não deu,eu gosei como uma louca....ele chupou toda aquela necta com tanto desejo que gosei mais uma vez senti minhas pernas tremer de tezão....ele não se contentando voltou a chupar todo meu grelinho me fazendo subir as paredes mais uma vez enlouqueci como ele me chupava gostoso,não deixava escapar nem uma gota sequer....eu quis portanto oufererce-le algu para recompença-lo pelo goso me proporcionado,eu fiquei de quatro e deixei ele me comer de quatro nessas alturas ele estava com o pau parecendo uma vara de tão duro,enfiou tudinho na minha buceta e começou a dar cada estocada gostosa que me fez gozar mais uma vez,e não deixei desperdiçar nada daquela porra gostosa pedi para ele gosar tudo na minha boca......chupei tudo aquilo com muita desenvoltura......depois dessa foda gostosa,nos vestimos e seguimos para nossa viagem......desci do carro e ele não quis receber,então me despedi dele e dai por diante nunca mais nos vimos.....não trocamos telefones,e eu mada sei dele.......só sei que ele foi um taxista gostoso que me comeu com a lingua gostosa que ele tinha,desse dia por diante nem me enporto mais se meu marido vai me fazer gosar algum dia ou não........ se vc tanbem é casado e nunca sentiu prazer com sua mulher porque não nos conhecermos,afinal temos algu em comum,e se vc sabe chupar uma buceta gostosa e sabe fazer uma mulher gozar na ponta da sua lingua me escreva........ m0132258771@itelefonica.com.br
Vestidinho preto
Autor: Micheli
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-22 23:44
Olá! Li pela primeira vez algumas histórias que foram contadas no site e senti uma imensa vontade de contar o que aconteceu comigo também. Fico arrepiada só de lembrar! Meu nome é Micheli tenho 21 anos e apesar da pouca idade já fiz muitas coisas em nome do prazer! Tenho 1,67m peso 60 kg, tenho um corpo muito bonito, cabelos até a altura dos ombros, castanhos e olhos castanhos também. Tenho seios muito sensuais que costumo realçar usando decotes e um bumbum empinadinho! Namoro há 3 anos e considero meu namorado um cara de sorte. Ele tem um tipo físico que me atrai bastante e sempre que nos encontramos dá uma vontade louca de transarmos. Um dia armei uma surpresa pra ele! Ele havia me ligado que em alguns minutos passaria em casa e me levaria em um barzinho pra encontrarmos alguns amigos, onde comemoraríamos o aniversario de um deles. O Marcos se atrasou um pouco e apenas interfonou, desci pelo elevador e ele nem imaginava o que eu estava vestindo. Estava usando um vestidinho preto, curtinho, justinho, meio transparente, decote bem sensual, não estava usando sutien e os biquinhos do meu seio marcavam o vestido. Meu bumbum ficava marcadinho no vestido e enquanto eu andava até o carro, ele fazia movimentos sensuais pelo meu corpo. Caminhava devagar e usava uma sandália preta de salto bem fininho que ele adorava. A surpresa estava por vir. Entrei no carro cumprimentei o Marcos com um beijinho na orelha, adoro provocá-lo. E ele dava sinais de excitação! Adoro isso!! Ele elogiou meu visual e disse que tinha a namorada mais gostosa do mundo! A conversa até o bar foi normal. Chegamos!! Entramos e já vimos o pessoal fazendo a maior festa na mesa. Nos sentamos e entramos na conversa...Passadas algumas horas o pessoal estava bebendo bastante e eu e o Marcos começamos uma conversa, só nós dois. Então eu disse a ele que tinha uma surpresa q ele iria adorar. E ele ficou louco pra saber... e resolveu me torturar até q eu lhe contasse. Beijava meu pescoço... passava levemente as mãos nas minhas pernas e discretamente passava as mãos em meus seios que estavam durinhos. Aí eu já estava ficando bastante excitada. Pedi pra que fossemos dar uma voltinha pelo bar. Levantamos e fomos caminhando. O Marcos safadinho atrás de mim dava umas encoxadinhas de leve. Coisa q eu adoro. Paramos num cantinho e ficamos observando as pessoas dançando... foi aí q peguei as mãos dele e conduzi ate a minha cinturinha... ele estava roçando o pau dele em mim e aquilo estava ficando cada vez mais gostoso e eu cada vez mais molhadinha! Fui levando as mãos dele até a minha bundinha... e ele percebeu... q eu estava sem calcinha! Ele ficou sem reação, olhou nos meus olhos, percorreu meu corpo com uma cara de safado que eu adoro e começou a passar a mão em mim...Passava os dois polegares nos biquinhos do meu seio... adoro isso...e deixava eles bem durinhos...passava na minha bundinha a mão no meinho... E eu, acariciava o pau dele por cima da calça... Pedi pra que saíssemos dali o mais rápido possível porque não iríamos agüentar muito tempo. Fomos ate a mesa, deixamos a nossa parte da conta, nos despedimos e fomos até o carro. Ele abriu a porta pra mim e enquanto dava a volta pra entrar no carro eu sentei com as pernas levemente abertas na direção dele e ele entrou... viu aquela cena e não se conteve. Veio pra cima de mim, com tanto tesão, que eu não estava acreditando. Tirou meus seios através do decote do vestido e chupava, beijava com muito prazer... enquanto isso, suas mãos percorriam minhas coxas, e tocavam minha xoxotinha molhada! Eu gemia bem gostoso pra ele. Ele tirou a camisa... e a calça... e eu comecei a beijar aquele corpo gostoso... lamber aquela pele macia... e fui descendo... olhava pra ele com cara de safadinha e dei um beijinhos na pontinha do pau dele... ele gemeu gostoso...e pediu pra que eu não parasse. Lambia os ladinhos, ia até lá embaixo e voltava, beijava de novo. Lambia sensualmente enquanto gemia pra ele. Foi então q parei... tirei meu vestidinho, passei os dedos pela minha bucetinha, molhei eles passei no biquinho do seio e chupei com tanto prazer... e perguntei: Quem é a namorada mais gostosa do mundo? Ele nem precisou responder... me puxou pelas pernas... colocou aquela língua macia na minha xoxotinha e fodia ela tão gostoso que parecia seu pau... eu tentava me segurar em tudo q via, estava arrepiada, estava sendo possuída com tanto prazer... foi ai q ele parou... me afastou um pouco, olhos nos meus olhos e disse: A namorada mais gostosa do mundo é você e vai receber um premio por ser tão safada. Colocou aquele pau gostoso duro em mim... deu uma dorzinha gostosa, dei um gritinho bom.... fico arrepiada de lembrar... e ficamos ali algums minutos. Estava ouvindo o pau dele entrar e sair e as bolas batendo na minha bundinha... gritava de prazer, gemia... queria mais... queria ele todo dentro de mim... passava as mãos pelos meus seios... lambia eles com tesão... ele me colocou de quatro e continuou a comer a minha xoxotinha de quatro, a posição que mais me da prazer. E ficamos ali... gemendo, metendo gostoso... por muito tempo... ai q delicia... adoro isso!! Gozei tão gostoso aquele dia, melei ele todinho q gozou em cima da minha bundinha gostosa... ai q tesão! Nos vestimos e votamos pra casa, q pena q acabou... mais ainda tem muita coisa por vir. Se quiserem me escrever terei enorme prazer em responder a todos os safadinhos q gostam de uma boa sacanagem! michelicostta@yahoo.com.br, to te esperando... com uma calcinha bem pequeninhinha e enfiadinha pra vocÊs... mas quem sabe eu não fique sem.. Beijinhus bem gostosos!! Mi michelicostta@yahoo.com.br
Simone
Autor: Simone
Categoria: Grupal
Data: 2004-01-22 23:34
Olá, meu nome é Simone e tenho 42, e sou casada com Henrique de 44. Somos casados á 15 anos e temos uma filha de 15 anos e residimos em Curitiba. O meu caso é muito curioso, pois adoro meu marido e o fato ocorrido foi apenas um deslize, onde certamente não ocorrerá mais. Primeiramente, vou contar como sou: 1,72cm, 69kg, loira, seios fartos, um par de coxas muito grossas, e quadris muito largos aproximadamente uns 100cm, mas que estão em plena forma. Antes de me casar com meu marido, todos os homens com que tive relações, adoravam me comer de quatro e dar aquelas enrabadas, e até hoje isso não mudou. Fudia que nem um coelho, junto com meus antigos namorados, qualquer lugar era bom para uma fudida. Meu caso é o seguinte, meu marido trabalha em uma média empresa aqui em Curitiba, e como todo final de ano, existem aquelas festas de empresas, onde chamam todo os funcionários para uma festinha. Esse ano, eles resolveram alugar uma chácara em uma cidadezinha aqui perto de Curitiba. Meu marido me contou sobre a festa logo que chegou em casa. Eu adorei a noticia pois adoro uma piscina e curtir um solzinho. Acordamos 8:30 da manha, e estava um dia lindo, com um baita sol. Acordei minha filha e logo tomamos um café, enquanto meu marido acertava com uns amigos o local da chácara. Na hora de escolher a roupa, fiquei em duvida, e fui tirar ela com com minha filha. Mostrei a ela os tipos de biquíni que eu tinha, até que vesti um que era fio dental, e que atrás era apenas um fiozinho e na frente só o necessário para cobrir minha xana, e o sutiã normal de alcinha. Minha filha ficou assustada ao me ver naquele biquíni, e disse: Se você tem o que mostrar, tudo bem, pode mostrar, só não sei a opinião do pai. Então combinamos que ela concordaria ao eu estar usando aquele biquíni caso meu marido falasse algo, enquanto ela poderia usar qualquer um que tiver. Coloquei um micro-shortinho por cima e uma camiseta normal. Esperamos minha filha ficar pronta e fomos. Pegamos uma estrada e em menos de 1 hora estávamos lá. Estacionamos o carro, e fomos entrando. Estava cheio de gente, gente que nem meu marido conhecia. Percebi, que logo quando entrei, na porta havia uns homens encostados no portão, e babaram quando viram eu e minha filha, vestindo um shortinhos meio palmo com metade da bunda pra fora. Subimos as escadas e demos de cara com um lindo salão com duas churrasqueiras e piscina enorme, aquele lugar era lindo demais. Ao lado da piscina havia uma casa de dois andares super bonita. Logo que demos um passo dentro do salão demos de cara o chefe de meu marido, um velho muito simpático, que nos avisou que poderíamos deixar nossos pertences dentro da casa, era só escolher um quarto. Entramos pra dentro da casa e havia um pessoal na sala conversando, eram 3 homens, altos e muito bonitos. Tivemos que passar na frente deles, para que possamos subir as escadas, até dar nos quartos de cima. Meu marido foi na frente comprimentando e já foi subindo a escada, deixando eu e minha filha um pouco pra trás. Fui me aproximando deles, e até que ouço uma cantada: ?Qual das irmãs é a bunita, a mais velha ou mais nova ??? ao ouvir aquilo, senti que os homens estavam adorando. Minha filha deu uma risada e eu fiz o tipo quieta, nem olhei, apenas rebolava mais a bunda para eles ficarem babando. No quarto, meu marido tirou a camisa e ficou apenas de sunga e disse para eu e nossa filha ficar avontade. Eu disse que tudo bem. Ele foi descendo as escadas lá pro meio da festa, enquanto eu e minha filha, ficamos nos arrumando. Minha filha desceu com biquíni azul claro estilo asa delta, e eu com meu fio dental. Descemos as escadas e lá estava o trio, olhando pra cima esperando agente descer. Descemos juntas, os caras não sabiam se olhavam pra mim ou pra minha filha, foi muito engraçado. Já era por volta de umas 10:30 da manha e eu resolvi tomar um solzinho junto com minha filha. Me deitei em uma daquelas cadeiras reclináveis e fiquei ali um bom tempo, enquanto minha filha estava na piscina, e já fazendo amizade com uns pessoal mais teen. Notei que havia um homem na piscina, e que ficava me observando de longe. Em qualquer área da piscina que ele estava, dava um jeito para ficar me olhando. E eu ficava me virando deixando minha bundinha pra cima, ajeitava me biquíni constantemente, para deixar ele louco. Acabei dormindo na cadeira, e acordei com meu marido passando a mão na minhas costas dizendo se eu estava com fome pois já era 12:00 e o churrasco estava sendo servido. Eu disse que daqui a pouco iria, para ele ir na frente. Quando me levantei, e peguei minha toalha, caiu um bilhete que estava enrolado na toalha. Abri ele ali mesmo, sem meu marido por perto, e estava dizendo: Te achei muito atraente e sensual,e gostaria de provar suas qualidades, me encontre aqui na piscina as 16:00 horas. Quando li aquilo fiquei super assustada,pensando em quem seria o louco para escrever aquilo. Logo pensei em meu marido, mas será ?? descidi esperar até as 16:00 para ver o que iria rolar. Passou a hora do almoço, todos comendo e bebendo e eu louca pra saber quem teria sido o cara que mandou o bilhete. Era umas 15:00 e acabei indo dar uma volta na chácara. Fui ver o campinho, o pequeno pomar, e um laguinho com animais. Já eram umas 15:30 quando vi um monte de gente indo pro campinho, entre eles meu marido. Perguntei a eles se iriam jogar futebol ele disse que sim e que como tinha muita gente pra jogar iria demorar. Até pensei, cheio de cachaça, eles não vão durar nada. Assisti a alguns jogos e resolvi voltar lá pra piscina. A casa estava vazia, somente umas mulheres tomando sol e um rapaz de aproximadamente uns 25 anos dentro da piscina nadando. Cheguei perto e sentei na berada com as pernas dentro da água. Quando ele se virou, deu um sorriso e foi se aproximando de mim. Ele é um rapaz alto, meio negro, até que bonito. Ele botou a mão no meu joelho e perguntou meu nome. Eu disse meu nome a ele e perguntei o dele. Seu nome é Danilo. Acabei dizendo que ele era muito abusado em ter deixado aquele bilhete, e que se por acaso meu marido visse, ia dar um rolo daqueles... Ele apenas sorriu e colocou sua outra mão no meu joelho e aproximando seu rosto na minha perna. Resolvi em não seguir aquele jogo ali piscina então me levantei e entrei pra dentro da casa. Eu escutei o barulho de ele saindo da água e vindo logo atrais de mim. Subi as escadas e entrei dentro de um banheiro e deixei a porta só escostada. Ele entrou e fechou a porta com trinco e já foi pra cima de mim, passando a mão em todo o meu corpo, na minha bunda nos meios seios, na xana, ele explorava tudo. Até que ele me sentou na na pia e ficou lambendo e chupando meus peitos, e eu apenas dava uns gemidinhos de prazer. Com as duas mão ele alisava minhas coxas e com a boca chupava meus peitos. Tirei sua camisa e fui desabotoando seu shorts. Logo que tirei seu shorts, aquela ferramenta pulou mirando direto na minha bucetinha e que pau devia ter uns 19 cm, era enorme e tinha uma cabeçona vermelha, parecia um missel, e ele continuava a chupar meu peitos. Fiquei punhetando ele um tempinho até que sai da pia e fiquei de frente com ele. Me agachei e coloquei aquele mastro enorme em minha boca, lambia tudo até as bolas,e segurava com as duas mãos. Me levantei, ele me abraçou e deu umas lambidas no meu pescoço e senti seu mastro cutucava minha xana. Ele me virou de costas alisou minha bundinha e colocou o biquíni um poquinho de lado e encaixou de uma vez só. Ele fazia um movimento rápido sem dó da minha bucetinha. Eu me inclinava mais e mais, para caber toda aquela rola na minha xana. Ele segurava minha cintura e metia com força, dava para escutar os estalos entrei minha bunda e suas coxas. Ficamos uns 3 minutos daquele vai vem delicioso, até que ele parou e disse: a putinha quer mais ??? eu morrendo de tesão mandava ele enfiar logo aquela rola, e ele deixou o pauzão dele lá dentro e mandava eu rebolar no seu pau. Eu rebolava, gemia alto e comecei a impor um movimento mais devagar, onde eu precionava minha bundinha contra seu pau. Começamos a ditar um novo ritmo, até que batem na porta, eu fiquei apavorada e com medo. O Danilo disse, quem é ?? até que falam é o Oscar. Ele tira seu pau de mim, vai até a porta e abre ela, deixando o cara entrar, já com o pau na mão. Ai eu pergunto o que é isso ?? o Danilo disse, já que você é uma puta coroa gostosa, bem que você poderia dar pro meu amigo né... o outro cara devia ter uns 20 anos.os dois se aproximam de mim e falam, que coroa gostosa, nossa... a filha dela é mais gostosa ainda, bem que poderia estar aqui também, mas só a mãe já basta. O Danilo de afasta de mim e fala, agora ela é sua Oscar... Oscar meteu o dedo na minha xana e ficou me beijando, até que vai descendo a mão e encontra minha bundinha, onde ele dá vários apertões e fala, que bunda gostosa, vo come agora. Ele me vira de bruços e só tira as calças e põem o pau pra fora. Me empurra até a pia e me socava mais forte que o Danilo, dando tapas na minha bunda me chamando de vaca e puta. Seu pau era menor do que o do Danilo, mais era gostoso também. Oscar me sentou na pia chupava meus peitos e metia com força e raiva na minha bucetinha. Até que ele gozou na minha buceta encharcando ela de porra. Danilo se sentou na tampa da privada, e ficou nos observando. Quando Oscar gozou, Danilo se levantou e me puxou pelo braço, ele sentou primeiro na tampa, e falou, senta aqui vagabunda. Eu virei de bruços dei uma inclinada e sentei com tudo no seu pau. Eu pulava alto, cavalgava lindo naquele pau, entrava tudo,sentia suas bolas batendo em mim. Até que sentei e fiquei naquela posição, com o pau na minha buceta. Quando me levantei, ele gozou tudo na minha bunda, e ainda ficava pincelando com seu pau a entrada na minha xana encharcada. Entrei dentro do Box para tomar um banho. Liguei o chuveiro, e já estavam os dois na porta do Box me esperando. Eles entraram, e perguntaram se podiam comer meu rabinho. Eu disse que só o Oscar podia, pois tinha o pau menor. Danilo furioso disse: aé .. agora você vai sentir me pau no seu cu querendo ou não querendo. Eu dizia que não, que ia doer, e ele nem me dava atenção. Ele me segurou me cintura e foi me virando. Eu tentava sair mais não dava, ele era muito forte. Fiquei de costas, e ele na primeira tentativa, o seu pau entrou no meu cu, mas acabou espirrando. Ele disse: fica quieta sua galinha ... vai ganhar um pau na sua bunda !!!! Ele mandou Oscar me segurar pelas nádegas abrindo mais meu rabinho, e eu arrebitava o máximo que podia. Ele começou a entrar devagarinho, só com a cabeça, e foi forçando mais, eu dava umas reboladas para ir ajeitando aquele mastro no meu rabo. Eu gemia de dor e tesão, até que entrou tudo e começou as estocadas rápidas e doloridas. Entrava e saia tudo, ele gemia de prazer me chamando de quanto é nome. Até que ele tira seu pau e goza tudo na minha bundinha. Oscar ainda deu uma fodida comigo no banheiro dentro do chuveiro, com ele me segurando pelas coxas e me comendo de pé. Os dois saíram de forma normal do banheiro e desceram as escadas, e eu ainda tomei um banho e desci. Já era umas 5:30, e ainda o pessoal jogava bola. Resolvi ir no carro para deitar um poquinho, e quando chego perto minha filha num puta amaço com um cara dentro do carro. O cara apertava sua bunda, chupava ela inteira. Eu acabei indo pra piscina e me deitei nas cadeiras. Danilo estava por lá, e me ofereceu para passar o bronzeador em mim, eu disse que tudo bem, pois não tinha muita gente por ali. Ele passava no meu corpo inteiro, na barriguinha, nos peitinhos... Me virei de bruços pra passar na bundinha, e percebi que ele parou de passar o óleo, e eu só escutava um barulho estranho. Quando olho pra trás ele ta batendo uma punheta em cima da minha bunda, até que ele goza e diz, ta ai seu óleo. Ele espalhou em tudo até no cabelo. Ai tive que subir e tirar o cheiro de porra. Acabou o futebol, meu marido cansado, fala pra gente se arrumar pra gente ir. Subi com minha filha, e ela toda asanhada, com uma voz melosa disse: "ai, hoje foi tão bom..." e eu disse, "nem me fale..." "hum, foi bom pra você também é??" "....... foi e pra você??" "foi ótimo, conheci um cara super legal..." Na estrada, meu marido me pediu desculpas pela falta de atenção, e eu disse que sem problema, pois fiz uma amizade ótima...
Como era grande
Autor: Caty
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-22 23:25
Sou bem casada, tenho 33 anos, considero-me uma mulher bonita, com longos cabelos loiros, financeiramente idependente ocupando uma chefia em um ministério em Brasilia, onde resido. Até então, em 6 anos de casa sempre fui uma mulher fiel com um bom relacionamento sexual com meu marido. Porém de algum tempo eu tinha um grande desejo. Fazer amor, transar com um cara com um penis avantajado. Então em um chat de sexo lancei uma pergunta se havia algum brasiliense com um cacetão. Obviamente apareceram vários se dizendo o tipo desejado. Papeei com alguns com um baixo nível de papo, porem teve um, Roberto, que me pareceu sincero e com quem marquei um encontro em uma tarde em um shopping local. Encurtando a história encontrei Roberto e logo fomos a um motel. No trajeto já deu prá ver destacado em sua calça que ele tinha o que eu desejava. Ele era um cara bem bonito, bem mais jovem que eu e cursava engenharia. No carro já trocamos carícias que já nos excitaram bastante e chegando ao motel senti-me temerosa, primeiro por estar pela primeira vez traindo meu marido e segundo por temer que aquele cacete fosse grande demais pra mim. Porem este temor pouco durou pois logo Roberto jogou-me na cama e lenta e carinhosamente foi me despindo. A cada peça que me tirava cobria-me de beijos e carinhos sempre elogiando minha boa forma. Depois de totalmente nua, Beto deitopu-se ao meu lado e foi minha vez de o despir. Tirei inicialmente sua camisa e beijei seu peito cabeludo, soltei seu cinto e comecei a baixar sua calça o que deu um certo trabalho pois seu penis totanmente ereto me atrapalhava. Ele estava sem cueca, que segundo ele lhe incomodava, naquele momento vi o tamanho de seu cacete que impressionava. Não posso dizer que meu marido tem um penis pequeno pois tem cerca de 15 cms, mas o de Beto tinha mais de 23cm e era bastante grosso. Temi não suportar aquele colosso mas Beto falou-me ao ouvido que colocaria em mim apenas o que eu suportasse e aproximou-o na minha boca e comecei a chupá-lo com grande carinho e excitação. Então senti que meu corpo estava preparado para recebe-lo. Beto deitou-me de costas na cama, foi abrindo minhas pernas e começou a forçar seu cacete na abertura de minha chana, inicialmente achei que não iria entrar, mas com a lubrificação na minha vagina, causada pela minha excitação, logo entrou a cabeça, o meio, aquele cacetão todinho estava dentro de mim. Ai meu Deus, que gostoso é um cacete grande de um homem gostoso dentro de mim. Gozei uma, gozei duas, perdi as vezes de quantas vezes gozei. Sentia aquela gostosura toda dentro de mim forçando o meu utero prá traz, dando uma sensação maravilhosa. Trepamos muitas vezes e só paramos porque tinha que voltar prá casa que meu marido logo voltaria. Roberto ainda tentou comer meu cú, porém disse que iria me preparar para isto pois ele é muito apertado. Isto não faz muito tempo, temos trocado emails mas não voltamos a nos encontrar, ainda não sei se vou vê-lo novamente, mas minha vagina e bumbum estão ansiosas. Beijos à todos(as) Caty caterine@pele.net
Ela foi capaz
Autor: Mateus
Categoria: Grupal
Data: 2004-01-22 23:14
Minha mulher nunca deu grande "bola" para a minha insistência em realizar a fantasia que tinha de a ver transar com outro homem. Até que consentiu na publicação de um anúncio num site do género "só para não me ouvir mais" procurando homem para ela. Pedi respostas com foto para mais fácil escolha e, com ela sempre a dizer que "nunca conheceu outro homem se não eu", "que eu ia acabar por não ter coragem de a ver ser comida por outro", acabei por responder afirmativamente ao mail do Lipo (29 anos,alto,magro e bem parecido). Encontrei-me com ele duas vezes e deu para perceber que era calmo, higiênico, e, sobretudo, honesto. Um sábado a noite veio ter conosco a um restaurante que lhe tínhamos indicado e apresentei-lhe a minha mulher. De seguida fomos para minha casa mas nesse dia não sucedeu nada, até porque mesmo assim ela dizia que isso nunca iria acontecer. Depois de ele ir embora perguntei-lhe o que tinha achado e ela riu-se dizendo que eu era louco. O tempo foi passando e nova oportunidade surgiu de ele vir a nossa casa que fica situada num local calmo e isolado, protegida com muros e grades, longe de olhares indiscretos. Fomos ao encontro dele que nos seguiu. Nossos filhos tinham saído e viriam apenas de madrugada pelo que estaríamos a vontade se "pintasse" alguma coisa (sempre pensei que ia dar em nada). Tinha insistido muito com ela para que vestisse uma lingerie sexy que lhe tinha oferecido e que estava guardada para essa ocasião especial. Combinei com ela que, durante o tempo que estivessemos na sala falando, se ela saísse e aparecesse de roupão seria o sinal de que estaria disposta a tudo... Numa altura em que ela tinha ido à cozinha, seguí-a e apenas lhe perguntei:
- Como é?
Riu-se e entrou no corredor que dá acesso aos quartos. Fui para junto do Lipo e fiquei na expectativa do que se iria passar até que passado algum tempo ela apareceu de robe! Sentou-se no sofá dizendo que no quarto estava mais quente (tínhamos ligado o aquecimento) ao que eu respondi:
- Então vamos para o quarto.
Entramos, ela sentou-se na beira da cama, eu fiz o mesmo e comecei a brincar com ela dizendo para o Lipo:
- Ela é muito envergonhada.
- Não há motivo para isso - diz ele, avançando pelo outro lado da cama. Vendo isso, ela, com ar envergonhado, deita-se de costas colocando a cabeça na almofada. Aproveitei de imediato e comecei a tirar-lhe o robe e a beijá-la, quando lhe senti o corpo estremecer; era ela que já lhe acariciava a perna. Retirei-lhe a camisa de dormir e pedi-lhe que tirasse o soutien, ficando apenas de calcinha. Notei que estava tensa, continuei a beijá-la até que senti que Lipo já tinha uma mão num dos seus seios e aí afastei-me assistindo apenas. Senti um tesão enorme quando o vi a beijar os seus lábios pela primeira vez e mais ainda quando ela correspondeu e se foi descontraindo e cedendo ao fogo que a ia invadindo lentamente. Lipo foi muito paciente e carinhoso e eu próprio pensei que ia rebentar de gozo quando ele introduziu o seu pênis na sua vagina. Começou com suaves estocadas até chegar a um ritmo elevado. Eu só me concentrava nos gemidos dela e nas suas mãos que percorriam o corpo dele e me enchia de prazer... Adorei quando ela se veio... Lipo ficou ainda a comê-la até se vir também... Foi apenas uma vez (bem demorada por sinal) e nem o facto do nosso filho ter entretanto chegado fez com que ela tivesse desistido (para espanto meu) de ser comida, tão gostoso estava a ser. Tranquei a porta do quarto, som da TV ligado e eles a foderem como se mais nada existisse... Foi uma sensação de lúxúria e prazer indiscritíveis. Ele gostou, ela adorou, eu delirei e já combinamos repetir o mais rápido possível.
ADORÁVEL MÉDICA
Autor: MAI@
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-21 13:51
A estória que vou contar aqui aconteceu no mês de novembro de 2003, quando tive que ficar internado em conseqüência de uma queda durante uma prova de equitação. Primeiro, quero dizer que tenho 30 anos, olhos verdes, 75 kg bem distribuído em 1,83m, pois pratico esportes diariamente. Sou casado com uma gata de 25 anos, loira magra e alta, corpo escultural e tarada na cama, ela estava fazendo-me companhia no hospital, quando chegou Karem, uma médica de parar o trânsito, 27 anos, morena, cabelos cacheados, seios pequenos e uma bundinha empinada, usando blazer e saia, ela me examinou, mediu a pressão, escutou o coração, pulmões e perguntou como estava me sentindo e, sempre que podia encostava o braço em meu pênis, que a essa altura estava por explodir de tão duro, depois de deixar as recomendações saiu dizendo que mais tarde passaria ali para me ver novamente. Por volta das 2300 horas, minha mulher foi embora e eu fui tomar um banho, quando saia do banheiro enrolado na toalha, chegou novamente a Karem que de imediato fechou com a chave a porta do apartamento e me abraçou pelas costas passando a língua em meu pescoço e as suas mãos pareciam que estavam ligadas a um motor, tal era a velocidade que percorriam o meu corpo em seguida retirou a toalha e ajoelhou-se segurando meu pênis e olhando com devoção, começou a lamber desde a glande até os testículos, dando mordidinhas e depois o fez desaparecer em sua boca gulosa num vai e vem alucinante que em poucos minutos me levaram a explodir em um gozo como nunca tinha sentido, antes porém avisei que iria gozar e ela aumentou os movimentos recebendo um jato de esperma que chegou a escorrer pelos cantos da boca e ela seguiu sugando com muita satisfação, fui me abaixando até ficar de joelhos e poder dar-lhe um beijo molhado em sua boca e, com a língua, recolhi as gotinhas de esperma e lhe entreguei num fantástico beijo de língua. Lentamente comecei a lhe retirar a roupa, e a cada peça que caia ela era brindada com um banho de língua até que sobrou somente a calcinha que estava ensopada e eu chupei sua bucetinha por cima da calcinha e depois a arranquei rebentando o laçinho que a prendia e tive uma visão fantástica daquela grutinha, caprichosamente depilada, a qual penetrei com minha língua até onde podia e ela pedia para penetrar-lhe, pois não agüentava mais de tanto gozar, mas eu queria ainda lhe retribuir todo o prazer que me proporcionara e lhe virei na cama e admirei aquela bunda que mais parecei um poema, mas como não sou poeta, abri bem as nádegas e passei a penetrei com a língua em seu cuzinho que piscava sem parar e ela ia levantando cada vez mais até ficar de quatro, momento em que coloquei a camisinha e guiei meu pênis a entrada dele e fiz um pequena pressão e Karem jogou o corpo para traz fazendo ele sumir e ficou rebolando enquanto eu acariciava seu grelinho com as mãos, depois trocamos de posição e, ela retirou a camisinha e pediu que enterrasse na bucetinha que estava encharcada recebendo de uma só vez, onde permanecemos por uns quinze minutos, quando ela gozou intensamente quase desfalecendo, aumentei o ritmo das estocadas e ela pediu para que gozasse em seu rosto, no que prontamente lhe atendi jorrando porra pelo rosto, cabelo e seios, depois novamente juntei com a língua e dividimos enquanto nos beijávamos. Depois ela tomou um banho e disse que não me daria alta no dia seguinte, porque queria que minha mulher participasse de outra festinha a noite, no que foi atendida e desde esse dia repetimos em nossa casa ou em seu apartamento, onde seu noivo juntou-se a nós.
A ponte aérea
Autor: Anita
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-21 09:10
Ele veio do Rio de Janeiro para me conhecer. Nós ficamos muitos meses trocando e-mails e esse seria nosso primeiro encontro real, mas até então nunca tínhamos falado nada sobre sexo, nada com conotação sexual e mal ele apareceu no aeroporto aqui em São Paulo, ele me agarrou, me deu um beijo tão quente, que de uma forma muito louca, que eu nem me lembro direito, nós fomos até meu carro que estava no estacionamento do aeroporto e transamos ali mesmo. Fomos pro hotel que ele fez reserva e passamos o dia e a noite apenas transando.
O dia já tinha amanhecido eu estava na cama, virada de costas pra ele, apenas pensando na loucura que eu havia cometido, quando notei que ele acordou. Fingi que estava dormindo, não queria deixá-lo preocupado com os meus pensamentos, quando ele começou a acariciar as minhas costas. Suas mãos deslizavam de cima a baixo sobre as minhas costas nuas. Eu adoro ser acariciada nas costas, então eu deixei ele à vontade.
Eu podia sentir toda a suavidade de suas mãos sobre minhas costas, mas continuei ali deitada, fingindo que estava dormindo, quando na verdade eu estava ficando muito excitada e completamente molhada, quando ele se aproximou de mim e disse ao meu ouvido:
- Não vai acordar, minha safadinha? - a mão dele se deslizou até minha buceta que já estava latejando de tesão - Está molhadinha, né?
Não podia negar que aquilo me excitava, então me virei para poder beijá-lo e ele fudia a minha buceta com os dedos de sua mão.
- Adoro sentir sua buceta assim: toda molhadinha...vire-se!
Fiquei de bruços e ele se ajoelhou ao meu lado e com uma das mãos ele continuava a me acariciar as costas, e com a outra ele fudia a minha buceta. Virei meu rosto para poder vê-lo melhor, quando reparei que seu pau estava duro e latejante e não resisti em chupá-lo.
- Não... - ele pediu
- Eu quero chupar você... - segurei bem firme seu pau e fiquei acariciando ele, sentindo toda a textura e sentindo como ele estava duro e firme na minha mão. Comecei a beijar apenas a cabeça, passando apenas meus lábios sobre ela, depois fui deslizando meus lábios até seu saco e depois eu subia assim sucessivamente. A mão dele não parava nem um segundo de fuder a minha buceta, e ele começou a brincar com ela e com o meu cuzinho ao mesmo tempo. Enfiei a minha boca naquele pau e eu chupava com toda minha força...
- Ai que tesão....como você chupa gostoso...
Eu não parava. Eu chupava e chupava cada vez mais, sentindo todo o corpo dele tremer de tesão. Eu sabia que ele estava prestes a gozar quando ele puxou meu cabelo na tentativa de me fazer parar, mas eu segurei na cintura dele com tanta força, que cravei as minhas unhas na bunda dele, de forma a sentir que eu o machucava. Ele começou a gritar de dor e de prazer, e eu chupava o pau dele ainda mais força.
- Você quer que eu goze na sua boca, né safada?
Fiz sinal com as mãos que sim e ele se entregou. Senti toda a sua porra entrar pela minha boca e garganta. No começo bem quente e depois um pouco gelada. Propositadamente eu deixei um pouco de porra na minha boca, levantei-me e o beijei.
- Se lambuza com sua porra, meu cachorro!
- Você é uma safada...venha aqui que eu vou te dar o que você quer.
Bruscamente ele me virou de costas, me colocou de quatro e começou a lamber meu cuzinho e com uma das mãos fudia a minha buceta.
- Rebola pra mim, minha putinha, rebola.
Eu rebolava e ele esfregava sua cara na minha buceta, que estava muito ensopada, e ele também esfregava a sua cara no meu cu, que estava latejando de vontade de sentir aquele pau de novo dentro de mim.
- Onde você quer meu pau, minha vadia?
- No meu cu... - eu gemia de tesão que mal eu conseguia falar.
- Vem cá...vou dar o que você quer, safada!
Ele se ajoelhou atrás de mim, segurou a minha cintura e enfiou aquele pau no meu cu com tanta força que eu gritei. Era uma mistura selvagem de dor e prazer e deixei que ele continuasse.
- Vou fuder seu cu...vou arrombar você, minha puta safada!
- Fode, fode...fode meu cu, meu cachorro, goze de novo dentro de mim, goze!
Ele socava tanto que eu podia sentir o saco dele batendo na minha buceta. Nossa, que tesão. Ele me empurrou contra a cama de modo que eu ficasse de bruços novamente, ele segurou meu cabelo, debruçou-se sobre mim, e continuava a fuder meu cuzinho com toda força.
- Gosta assim, safada?
- Gosto.
- Quer que eu goze em você, quer?
- Não, quero que goze em mim...em mim...pode?
- Posso...
Ele ficou meio sentado em cima de mim e fudia meu cu com toda a força que ele podia. Eu adorava aquilo, pois a dor era grande, mas o prazer era ainda maior e deixei que ele me fudesse daquela forma, quando de repente ele tirou o pau dele me virou e gozou novamente em cima de mim. Saiu muita porra, tanto que eu pude ficar brincando com ela sobre meu corpo. Uma delícia.
Ele ficou ali sentando na minha frente se recuperando o gozo quando eu voltei a chupá-lo.
- Pára...assim...está...sensível...
Ele tentou tirar a minha boca do pau dele, mas eu me segurei de novo em sua cintura e fiquei chupando ele até que o pau dele ficasse duro novamente.
- Agora é minha vez de gozar, meu safado. Venha fuder a minha buceta com esse eu pau delicioso.
- Você me quer te fudendo com força, quer?
- Quero...venha....
Abri bem as minhas pernas e ele começou a me provocar apenas roçando seu pau na minha buceta. Eu gemia muito, estava com muito tesão, e eu queria muito sentir aquele pau na minha buceta.
- Está me provocando, safado, está?
- Sim, eu adoro provocar você...
Ele sabia muito bem como me provocar, me deixar com mais tesão do que eu estava naquele momento. Ele enfiava somente a cabecinha e depois tirava, enfiava e tirava. E eu adorava.
- Toca o seu clitóris pra eu ver, toca...
Eu massageava meu clitóris e ele brincava com a minha buceta, e com a minha outra mão eu brincava com os restos da porra dele sobre meu corpo.
- Eu adoro ver você se tocando assim...delícia...
Ficamos assim por alguns minutos até que ele enfiou todo o seu pau na minha buceta bem devagarzinho para que eu pudesse sentir cada centímetro dele. Ele me abraçou com força e me beijou com mais força ainda.
- Quer ser mesmo fudida?
- Quero...
E ele começou a socar a minha buceta com muita força enquanto ele me beijava.
- Quer que eu goze dentro de você, minha safada?
- Quero...
- Então me avise quando for gozar, que eu vou gozar com você...
E ele me socava, me arranhava, me beijava, puxava meus cabelos, me xingava de tudo quanto é nome e eu adorava. Por alguns minutos fiquei segurando o orgasmo até ver que ele não agüentava mais segurar.
Gozamos, e como gozamos. Meu corpo todo tremia junto ao dele. Senti toda aquela porra entrando em mim. Foi um tesão delicioso.
Só sei dizer que foi um ótimo final de semana. Passamos o resto do dia transando da mesma forma, até na hora que nos despedimos no aeroporto quando ele tinha que ir embora, repetimos aquela dose no carro.
Toda vez que ele vem pra São Paulo a gente transa loucamente por quase três dias sem parar. É o máximo. Não vejo a hora de vê-lo novamente.
UM BAILE DE FORMATURA
Autor: Millie
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-20 21:21
O relato que conto a seguir, por ser verdadeiro, me força a mudar todos os nomes dos envolvidos. Meu nome é Ana (nome fictício), sou casada com um homem muito bom que me satisfaz plenamente, de nossa união foi gerado um casal de lindas crianças e nunca pensei em trair meu marido, bem até aquele dia... No início deste ano, o filho mais velho de uma família vizinha a nossa, por sermos muito amigos, me convidou para ser sua madrinha de formatura, fiquei muito lisonjeada e contei em seguida para o meu marido que não se importou com o convite. No dia da formatura de Marcos (nome fictício do rapaz), não conseguimos encontrar ninguém para tomar conta de nossos filhos, desta forma, meu marido se ofereceu para ficar em casa com as crianças e me liberou para ir a formatura, pois ficaria muito chato, em cima da hora, recusar o convite. Liguei para a família do Marcos notificando o ocorrido e avisando que eu iria sozinha, o Marcos se prontificou a passar em casa para me pegar e ao final da festa me trazer de volta. Na hora combinada, eu estava lindíssima, num vestido preto, meio curto, quando meu marido me viu, ele ficou de boca aberta e comentou que eu estava muito linda. Dei-lhe um beijo e fui saindo pois o Marcos já estava me aguardando, nisto meu marido chegou bem perto do meu ouvido e falou para eu não esquecer que era casada, mas se esquecesse era para, pelo menos, não esquecer a camisinha, eu dei uma risada e comentei que aquele corpinho era só dele e em seguida entrei no carro de Marcos e fomos direto para o Círculo Militar aonde seria a formatura. No caminho, me desculpei com o Marcos falando que como sua madrinha de formatura eu deveria Ter providenciado um presente para ele, mas como estava sem dinheiro eu o daria depois, ele sorriu e me falou que só pelo fato de eu Ter aceito ser a madrinha dele já era o melhor presente e que eu não deveria me preocupara com isto. Chegando no Círculo Militar, fomos direto para a mesa reservada ao Marcos, a festa estava de mais, dancei e bebi a noite inteirinha e na hora da valsa arrasei ao lado de meu apadrinhado, depois da valsa, ficamos mais um pouco e lá pelas 2:00 h. da manhã o Marcos se ofereceu para me levar para casa e é lógico que aceitei, senão teria que voltar a pé. Como havia bebido um pouco além da conta, estava um tanto que zonza e foi aí que passamos na porta de um motel e olhando para o Marcos mandei ele entrar que eu ia dar o presente dele. Ele até que tentou argumentar, meio que constrangido, tentou me lembrar que eu era casada, mas eu o interrompi na hora ordenando que entrasse. Devido a minha insistência e um pouco da vontade dele, entramos no motel e escolhemos uma suite com hidro e fomos direto para o quarto. Chegando na garagem, no momento em que Marcos ia descer para fechar a porta da mesma, puxei-o pelo braço, forçando seu rosto voltar e dei-lhe um longo beijo de língua e logo em seguida falei que o que estaria para acontecer era para morrer ali pois não seria repetido nunca mais, ele concordou com a cabeça e descemos do carro. Quando chegamos na porta da suite, Marcos se colocou atrás de mim e segurou firme em meus seios, pude sentir seu membro já rígido sobre a calça enquanto abria a porta. Como havia uma mesa bem na frente, Marcos me colocou sentada sobre ela e começou a me beijar e por cima do meu vestido tentava engolir meus biquinhos que já estavam duros de desejos. Enquanto ele me beijava, pude sentir suas mãos percorrendo minhas pernas em busca de minha grutinha que já estava super molhada. Foi quando percebi uma luz forte, abri os olhos e vi que Marcos esquecera de fechar a porta da garagem e um carro estava fazendo manobra bem na frente de nossa suite, mas que depressa, com a ponta do pé, empurrei a porta fechando-a. Depois falei a ele que deveríamos ir para a cama, foi ai que ele me pegando no colo me levou até ela e delicadamente me fez deitar vindo por cima e começando a me beijar novamente. Já quase sem fôlego, falei que quem deveria dar o presente seria eu e não receber, ele sorriu e deitou-se ao meu lado, eu me virei e sentando por cima de seu peito curvei-me para frente e comecei a beijá-lo enquanto ia soltando os botões da camisa dele, quando abri o último botão e retirei sua camisa por inteiro tive uma linda visão, aquele peito másculo me convidava para um prazer total e foi justamente o que comecei a fazer, comecei a beijar seu lindo tórax e fui descendo até próximo a seu umbigo, só parando para poder soltar a cinta e abrir sua calça, feito isto, puxei-lhe a calça, trazendo junto sua cueca, liberando aquele membro que quando saltou para fora foi imediatamente abocanhado por meus lábios sedentos de amor, comecei a sugá-lo alternando com delicadas mordidas na ponta e em toda a base do membro que eu engolia o máximo que podia. Enquanto isto, Marcos gemendo de prazer implorava para que eu virasse meu corpinho para que ele também pudesse me sugar. Parei por alguns minutos de saborea-lo e levantando comecei um streeper que foi deixando Marcos cada vez mais excitado, quando só restava a calcinha para ser retirada, ele rapidamente sentou-se na ponta da cama e puxando-me pelo braço trouxe meu corpo para de encontro ao seu e começou a sugar meus biquinhos como um bebe suga o peito de sua mãe a procura de alimento, enquanto ele me sugava, começou a me bolinar, primeiro por cima da calcinha e em seguida, puxando-a para baixo deixou-me completamente nua, ai ele deitou-me na cama e se posicionou num 69 que imediatamente foi correspondido, ficamos assim por uns 15 minutos e eu já havia chegado lá, pelo menos, umas três vezes quando seu semem, em fortes jatos, inundou minha boca, engoli o quanto pude, mas como era muito, boa parte escorreu pelos meus lábios e rosto. Neste instante, Marcos não se importando o fato de meu rosto e boca estar todo melado com seu próprio creme, mudou de posição e começou a me beijar loucamente, era um gosto de esperma misturado a odores femininos, a suor de dois amantes que nos deixavam cada vez mais loucos de amor, continuamos a nos beijar até o Marcos colocar seu corpo por sobre o meu e forçar seu membro ainda ereto contra minhas coxas, abri um pouco as pernas para facilitar sua penetração e num único movimento ele mergulhou seu membro até o fim, fazendo- com que eu soltasse um grito, não de dor, mas de puro prazer. Começamos, então, a nos mexer, ele num vai e vem, em princípio, bem devagar enquanto eu mexia meus quadris ora para a esquerda, ora para a direita, fazendo que a cada nova penetração dele, seu membro rosava com mais pressão ora contra um lado ora contra o outro lado de minha vagina, continuamos neste movimento por uns 10 minutos, foi quando pedi para ele deitar do meu lado pois eu queria ficar por cima um pouco, ele retirou vagarosamente seu membro de dentro de mim e se colocou deitado ao meu lado, me levantei e fui sentando por sobre seu membro ereto até engoli-lo por inteiro, ai comecei a alternar entre vai e vem, pra frente e pra trás, de um lado para o outro deixando Marcos alucinado de prazer. Continuei neste frenesi até que Marcos anunciou que iria gozar, acelerei meu ritmo e juntos gozamos e meu corpo ficando todo mole caiu por sobre seu peito enquanto ele me enchia com seu creme. Descansamos um pouco e logo em seguida já estávamos repetindo a dose, foi quando ele me virou, colocando-me de quatro na ponta da cama e enfiou seu enorme membro dentro de minha vagina e puxando-me pelos quadris pude sentir aquele mastro enorme tentando penetrar em meu útero, ele começou um vai e vem bem gostoso e mais uma vez gozamos deliciosamente. Depois, ele me convidou para tomarmos uma ducha e uma hidro e lá fizemos amor mais duas vezes. Quando saímos do chuveiro já eram 5:00 h. da manhã, nos vestimos rápido e ele me levou direto para casa, chegando lá, ele apenas agradeceu o presente e entrei em casa como se nada tivesse acontecido, fui até o quarto das crianças e elas dormiam feito anjinhos, fui até nosso quarto e meu marido dormia só de cuecas, cheguei soterramente até ele e vagarosamente retirei sua cueca, seu membro estava adormecido, mas isto não era problema, coloquei-o em minha boca e comecei a sugá-lo até que ele ficou rígido, retire-o da boca e analisando bem percebi que o membro de meu marido era bem menor que o do Marcos, mas não liguei para isto, retirei toda minha roupa e sentando nele comecei um vai e vem no exato momento que meu marido despertava, curvei meu corpo para a frente desejei-lhe bom dia e agradeci a confiança que ele tinha em mim dei-lhe um beijo carinhosamente ...
UM BAILE DE FORMATURA
Autor: Millie
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-20 21:21
O relato que conto a seguir, por ser verdadeiro, me força a mudar todos os nomes dos envolvidos. Meu nome é Ana (nome fictício), sou casada com um homem muito bom que me satisfaz plenamente, de nossa união foi gerado um casal de lindas crianças e nunca pensei em trair meu marido, bem até aquele dia... No início deste ano, o filho mais velho de uma família vizinha a nossa, por sermos muito amigos, me convidou para ser sua madrinha de formatura, fiquei muito lisonjeada e contei em seguida para o meu marido que não se importou com o convite. No dia da formatura de Marcos (nome fictício do rapaz), não conseguimos encontrar ninguém para tomar conta de nossos filhos, desta forma, meu marido se ofereceu para ficar em casa com as crianças e me liberou para ir a formatura, pois ficaria muito chato, em cima da hora, recusar o convite. Liguei para a família do Marcos notificando o ocorrido e avisando que eu iria sozinha, o Marcos se prontificou a passar em casa para me pegar e ao final da festa me trazer de volta. Na hora combinada, eu estava lindíssima, num vestido preto, meio curto, quando meu marido me viu, ele ficou de boca aberta e comentou que eu estava muito linda. Dei-lhe um beijo e fui saindo pois o Marcos já estava me aguardando, nisto meu marido chegou bem perto do meu ouvido e falou para eu não esquecer que era casada, mas se esquecesse era para, pelo menos, não esquecer a camisinha, eu dei uma risada e comentei que aquele corpinho era só dele e em seguida entrei no carro de Marcos e fomos direto para o Círculo Militar aonde seria a formatura. No caminho, me desculpei com o Marcos falando que como sua madrinha de formatura eu deveria Ter providenciado um presente para ele, mas como estava sem dinheiro eu o daria depois, ele sorriu e me falou que só pelo fato de eu Ter aceito ser a madrinha dele já era o melhor presente e que eu não deveria me preocupara com isto. Chegando no Círculo Militar, fomos direto para a mesa reservada ao Marcos, a festa estava de mais, dancei e bebi a noite inteirinha e na hora da valsa arrasei ao lado de meu apadrinhado, depois da valsa, ficamos mais um pouco e lá pelas 2:00 h. da manhã o Marcos se ofereceu para me levar para casa e é lógico que aceitei, senão teria que voltar a pé. Como havia bebido um pouco além da conta, estava um tanto que zonza e foi aí que passamos na porta de um motel e olhando para o Marcos mandei ele entrar que eu ia dar o presente dele. Ele até que tentou argumentar, meio que constrangido, tentou me lembrar que eu era casada, mas eu o interrompi na hora ordenando que entrasse. Devido a minha insistência e um pouco da vontade dele, entramos no motel e escolhemos uma suite com hidro e fomos direto para o quarto. Chegando na garagem, no momento em que Marcos ia descer para fechar a porta da mesma, puxei-o pelo braço, forçando seu rosto voltar e dei-lhe um longo beijo de língua e logo em seguida falei que o que estaria para acontecer era para morrer ali pois não seria repetido nunca mais, ele concordou com a cabeça e descemos do carro. Quando chegamos na porta da suite, Marcos se colocou atrás de mim e segurou firme em meus seios, pude sentir seu membro já rígido sobre a calça enquanto abria a porta. Como havia uma mesa bem na frente, Marcos me colocou sentada sobre ela e começou a me beijar e por cima do meu vestido tentava engolir meus biquinhos que já estavam duros de desejos. Enquanto ele me beijava, pude sentir suas mãos percorrendo minhas pernas em busca de minha grutinha que já estava super molhada. Foi quando percebi uma luz forte, abri os olhos e vi que Marcos esquecera de fechar a porta da garagem e um carro estava fazendo manobra bem na frente de nossa suite, mas que depressa, com a ponta do pé, empurrei a porta fechando-a. Depois falei a ele que deveríamos ir para a cama, foi ai que ele me pegando no colo me levou até ela e delicadamente me fez deitar vindo por cima e começando a me beijar novamente. Já quase sem fôlego, falei que quem deveria dar o presente seria eu e não receber, ele sorriu e deitou-se ao meu lado, eu me virei e sentando por cima de seu peito curvei-me para frente e comecei a beijá-lo enquanto ia soltando os botões da camisa dele, quando abri o último botão e retirei sua camisa por inteiro tive uma linda visão, aquele peito másculo me convidava para um prazer total e foi justamente o que comecei a fazer, comecei a beijar seu lindo tórax e fui descendo até próximo a seu umbigo, só parando para poder soltar a cinta e abrir sua calça, feito isto, puxei-lhe a calça, trazendo junto sua cueca, liberando aquele membro que quando saltou para fora foi imediatamente abocanhado por meus lábios sedentos de amor, comecei a sugá-lo alternando com delicadas mordidas na ponta e em toda a base do membro que eu engolia o máximo que podia. Enquanto isto, Marcos gemendo de prazer implorava para que eu virasse meu corpinho para que ele também pudesse me sugar. Parei por alguns minutos de saborea-lo e levantando comecei um streeper que foi deixando Marcos cada vez mais excitado, quando só restava a calcinha para ser retirada, ele rapidamente sentou-se na ponta da cama e puxando-me pelo braço trouxe meu corpo para de encontro ao seu e começou a sugar meus biquinhos como um bebe suga o peito de sua mãe a procura de alimento, enquanto ele me sugava, começou a me bolinar, primeiro por cima da calcinha e em seguida, puxando-a para baixo deixou-me completamente nua, ai ele deitou-me na cama e se posicionou num 69 que imediatamente foi correspondido, ficamos assim por uns 15 minutos e eu já havia chegado lá, pelo menos, umas três vezes quando seu semem, em fortes jatos, inundou minha boca, engoli o quanto pude, mas como era muito, boa parte escorreu pelos meus lábios e rosto. Neste instante, Marcos não se importando o fato de meu rosto e boca estar todo melado com seu próprio creme, mudou de posição e começou a me beijar loucamente, era um gosto de esperma misturado a odores femininos, a suor de dois amantes que nos deixavam cada vez mais loucos de amor, continuamos a nos beijar até o Marcos colocar seu corpo por sobre o meu e forçar seu membro ainda ereto contra minhas coxas, abri um pouco as pernas para facilitar sua penetração e num único movimento ele mergulhou seu membro até o fim, fazendo- com que eu soltasse um grito, não de dor, mas de puro prazer. Começamos, então, a nos mexer, ele num vai e vem, em princípio, bem devagar enquanto eu mexia meus quadris ora para a esquerda, ora para a direita, fazendo que a cada nova penetração dele, seu membro rosava com mais pressão ora contra um lado ora contra o outro lado de minha vagina, continuamos neste movimento por uns 10 minutos, foi quando pedi para ele deitar do meu lado pois eu queria ficar por cima um pouco, ele retirou vagarosamente seu membro de dentro de mim e se colocou deitado ao meu lado, me levantei e fui sentando por sobre seu membro ereto até engoli-lo por inteiro, ai comecei a alternar entre vai e vem, pra frente e pra trás, de um lado para o outro deixando Marcos alucinado de prazer. Continuei neste frenesi até que Marcos anunciou que iria gozar, acelerei meu ritmo e juntos gozamos e meu corpo ficando todo mole caiu por sobre seu peito enquanto ele me enchia com seu creme. Descansamos um pouco e logo em seguida já estávamos repetindo a dose, foi quando ele me virou, colocando-me de quatro na ponta da cama e enfiou seu enorme membro dentro de minha vagina e puxando-me pelos quadris pude sentir aquele mastro enorme tentando penetrar em meu útero, ele começou um vai e vem bem gostoso e mais uma vez gozamos deliciosamente. Depois, ele me convidou para tomarmos uma ducha e uma hidro e lá fizemos amor mais duas vezes. Quando saímos do chuveiro já eram 5:00 h. da manhã, nos vestimos rápido e ele me levou direto para casa, chegando lá, ele apenas agradeceu o presente e entrei em casa como se nada tivesse acontecido, fui até o quarto das crianças e elas dormiam feito anjinhos, fui até nosso quarto e meu marido dormia só de cuecas, cheguei soterramente até ele e vagarosamente retirei sua cueca, seu membro estava adormecido, mas isto não era problema, coloquei-o em minha boca e comecei a sugá-lo até que ele ficou rígido, retire-o da boca e analisando bem percebi que o membro de meu marido era bem menor que o do Marcos, mas não liguei para isto, retirei toda minha roupa e sentando nele comecei um vai e vem no exato momento que meu marido despertava, curvei meu corpo para a frente desejei-lhe bom dia e agradeci a confiança que ele tinha em mim dei-lhe um beijo carinhosamente ...
Gravida do amigo de meu filho.
Autor: Welsong
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-20 21:13
O que vou contar aqui é minha estória que ocorreu a 5 anos atrás, meu nome é Marlene, na época eu estava com 37 anos, sou morena, eu sei que tenho um corpo muito bonito e sei que a minha bundinha chama muito a atenção quando eu passo, gosto de me vestir de maneira bem provocante deixando sempre as minhas pernas a mostra, deste de cedo eu sempre fui muito fogosa, com 14 anos eu perdi a minha virgindade, com 17 já estava grávida de meu filho, eu nunca tive sorte com os homens na minha vida, todos que eu encontrei sempre só queriam mesmo é me comer e invariavelmente conseguiam, pois eu adoro sexo, minha bocetinha esta sempre pronta para gozar, depois do nascimento do meu filho eu sai de minha casa para tentar a vida em outra cidade, eu continuei a ter os meu namorinhos, mas sempre tomei cuidado para o meu filho não saber, eu sempre saia depois de tê-lo posto a dormir e chamava uma amiga para cuida-lo depois e saia para namorar, mas quando percebi que ele já estava crescido eu passei a sair bem menos e cuidei para que o meu filho não soubesse o que a mãe dele andava fazendo. Mas o tempo passa, quando ele tinha 19 anos ele tinha muitos amigos e um deles vivia lá em casa, era o Marcos, eu percebia como ele estava sempre me olhando e me despindo com os seus pensamentos, eu ficava super excitada com isto, pois nessa época eu estava sem sentir um homem a bastante tempo. Por varias vezes ele ia em casa com o pretexto de procurar o meu filho, mesmo sabendo que ele não estaria la e eu para provoca-lo sempre o convidava para entrar e espera-lo dentro de casa, eu adorava a sensação de ser desejada por um garoto de 16 anos, com o passar o tempo nós nos tornamos muito amigos e nossas conversas começaram a seguir um caminha inevitável, começamos a falar sobre sexo, e uma vez eu disse em tom de brincadeira que era muito difícil viver sem um homem, e mais que bate e pronto respondeu com uma pergunta, se ele não serviria para ser um consolo para mim, eu comecei a rir e o chamei de brincalhão, então ele me abraçou e me disse que não era brincadeira não, e que ele estava apaixonado por mim, eu olhei com ternura para ele e deixando de lado todas as minha inibições lhe dei um beijo, ele começou a me despir na cozinha mesmo, em instantes já estava chupando a minha bocetinha, me levando ao paraíso, logo ele tirou o pau para fora e começou a me penetrar, era um entra e sai rápido e afoito, não demorou muito para ele me encher de porra. Segurei ele pela mão e o levei até o meu quarto, lá dei uma gostosa chupetinha onde o pau dele ficou em riste novamente, ai eu o deitei na cama e comecei a cavalga-lo em um ritmo bem lento e cadenciado, ficamos vários minutos assim até eu gozar e cair de lado, ele por outro lado ainda não havia gozado e ainda estava com o pau duríssimo, vendo que ele precisava de mim eu sorri para ele e o puxei para mim, então eu só abri as pernas e deixei ele se esbaldar em minha bocetinha. Quando ele gozou, eu gozei junto, minutos depois quanto eu comecei a retornar para a realidade levei um susto, pois já estava na hora de meu filho chegar, nos vestimos rapidamente, foi a conta de encontrar o meu filho entrando pela porta da cozinha, foi ai que eu vi a minha calcinha jogada em um canto, torci para que ele não a visse fiz um sinal para o Marcos, ele percebeu o que eu queria dizer, ai quando eu chamei a atenção de meu filho ele agarrou rapidamente a calcinha e guardou no bolso. Depois deste dia maravilhoso eu sempre dava um jeito de encontrar o Marcos para nós transarmos gostoso ele realmente conseguia apagar o fogo de minha bocetinha, alias neste período eu nem dava atenção a outros homens, eu que já era uma mulher muito vaidosa, fiquei mais ainda, toda sexta-feira eu ia no salão de beleza me aprontar para o meu homem, passei a freqüentar uma academia religiosamente, até o meu filho notou a mudança e dizia que eu estava cada dia mais linda e perguntava em tom de brincadeira se eu tinha arranjado um namorado secreto, eu sorria e dizia que isto só podia vir da cabecinha dele mesmo, por varias vezes ele me mostrava para o Marcos e perguntava se algum homem resistiria em ser o padrasto dele com uma mãe como aquela, o Marcos sempre respondia que ele queria ser o primeiro da fila, ficamos assim por quase 1 ano, meu filho se casou e saiu de casa, neste período o Marcos praticamente vivia em casa comigo, foi ai que eu me descuidei e acabei engravidando dele, foi a maior confusão para contar para o meu filho, ele ficou muito bravo, mas depois de um tempo acabou aceitando, pois ele viu que não tinha remédio e ele teria um irmãozinho mesmo. Hoje eu ainda vejo o Marcos de vez em quando, somente nos dois sabemos que ele é o pai do meu filho e eu acho que assim é melhor.
Meu primeiro amante
Autor: Carlagyn
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-20 21:11
Meu primeiro amante Meu nome fictício é Carla (pois meu nome verdadeiro não posso revelar), tenho 41 anos, casada há dezoito, um filho, marido Auditor de Empresas, e gosta muito de mim, me acha uma deusa do amor, cuido da casa e de meu filho, tenho empregada muito fiel e por sinal deixa meu marido de água na boca. Meu marido constantemente é obrigado a viajar para visitar as filiais da empresa que presta serviços e isto esta se tornando uma rotina e como minha empregada adora cuidar de meu filho, aproveito mais meu tempo livre para cuidar de mim e, de vez em quando sem perceber estou viajando em minhas fantasias, aproveito o presente que meu marido me deu, para quanto ele estivesse viajando, um belo e grosso consolo em forma de pênis negro. Me masturbo com esse lindo e grosso vibrador e vivo minhas fantasias, trepando e gozando em algumas loucas aventuras. Meu marido não se importa e por isso posso viajar sozinha para casa de meus pais em Goiânia, o que faço constantemente (agora muito mais). Nessas viagens a Goiânia, conheci o vizinho da casa de meus pais e ficamos bons amigos e confidentes. Toda vez que vou lá sempre encontramos e conversamos bastante e com isso nossa amizade foi ficando muito intima e ele sempre me convida para irmos até um barzinho tomar alguma coisa e sair um pouco, pois quando vou a Goiânia pouco saio de casa. Apesar de muita insistência nunca aceitei. Como já fazia um tempo que não via meus pais e como meu filho estava na escola e não podia sair, aproveitei uma das viagens de meu marido e fui para Goiânia. La chegando a primeira pessoa que encontrei foi meu confidente vizinho. Como meus pais foram para a fazenda de um tio, e não querendo ficar sozinha, criei coragem e aceitei o convite de meu vizinho e fomos a um desses barzinhos badalados de Goiânia, dançamos bastante e foi delicioso e nos divertimos. Aí que fui perceber que praticamente nos estávamos agindo quase como namorados comecei a ver que ele era um tesão de homem, só de chegar perto eu me arrepiava toda. Sem me dar conta já estávamos vivento um romance embora meio platônico querendo virar realidade. Durante o nosso pequeno romance, nos divertimos muito, passamos a ir muito em uma boate perto de casa, nos amassávamos bastante; ele tinha um beijo muito especial, me deixava louca. Um certo dia ele me convidou para ir a um motel porque ele dizia que estava louco para fazer amor comigo e não agüentava mais de tanto tesão. A principio eu não queria ir, achava que não valeria a pena e só poderia estragar aqueles momentos maravilhosos que passamos juntos, mas como eu também estava louca de tesão por ele, resolvi aceitar o seu convite. Quando em um sábado à tarde resolvemos partir para esta loucura, saímos e fomos parar em um motel. Ele estacionou o carro, descemos, chegamos no quarto e ele já começou a me abraçar, me beijar, tudo com um carinho muito especial, ficamos ali por uns momentos, beijando e abraçando, deitamos na cama e ele começou a me acariciar com muita delicadeza, passou as mãos pelos meus seios por um longo tempo, me deixando com bastante tesão, pegou na minha buceta por cima da minha calcinha, me deixando quase louca de tesão; enquanto ele me acariciava deixando sua mão escorregar em todo o meu corpo, como que adivinhasse todos os lugares que me dava tesão, eu comecei a alisar o peito dele, chupar sua boca deliciosa e escorregar minha mão até chegar em seu cacete, comecei a massageá-lo, e aquele cacete começou a ficar tão duro, que eu enlouqueci de tesão só de imaginar aquela coisa deliciosa dentro de mim, e aquele cacetão estava tão louco de prazer que parecia que ia estourar a calça. Ele começou a me despir devagarinho, tirou minha blusa começou chupando meus seios, lambendo minha barriga. Todo o meu corpo tremia tanto que achava que não ia resistir de tanto prazer. Ele tirou minha saia, começou a passar sua língua em minhas coxas, e bem sutilmente foi tirando minha calcinha. Minha buceta já estava toda molhada desejando enterrar aquele cacete delicioso dentro de mim; ele veio chegando de mansinho com aquela boca gostosa e começou chupando minha buceta e me enfiando o dedo e lambendo minha bunda, parecia que queria engolir minha buceta com aquela boca. Eu cheguei a ficar cega de tanto tesão, foi aí que eu disse, enterra este cacete dentro de mim, eu quero lambuzar ele todinho. Então ele acabou de tirar sua roupa e veio para cima de mim com aquela coisa que estava tão duro que chegava a fazer uma curva para cima e bem devagar ele foi enterrando aquela delicia em mim até chegar ao saco, e a minha buceta toda molhada não resistiu àquele cacete gostoso que chegava a latejar dentro de mim de tanto tesão. Ficamos por poucos minutos nesta trepada maravilhosa porque o tesão era tanto que logo gozamos. Gozei tanto que senti perder minhas forças. Mas quando passou mais ou menos 15 minutos lá esta ele novamente me alisando e me chupando e seu cacete duro novamente querendo mais. Tornamos a trepar só que desta vez demoramos mais um pouco, ele foi enterrando aquilo tudo em minha buceta em movimentos calmos até gozarmos novamente. Levantei-me e fui para o banheiro, tomar um banho para me limpar de sua porra, quando lá estou chega ele novamente entra debaixo do chuveiro e me abraça e me beija e eu já senti que ele estava novamente com tesão, puxa que saúde, eu já não agüentava mais e aquele homem depois de duas trepadas em menos de meia hora, já queria mais. Custei a acreditar no que via, aquele cacete estava ali duro e inchado de tesão, como se a muito não trepava, então ele me pegou em seu colo e me levou para a cama eu toda molhada, e ele enfiou novamente seu delicioso cacete em mim. Nós como dois desesperados gozamos até não agüentar mais. Até que enfim depois da terceira trepada ele se acalmou, ficou ali na cama abraçado comigo por um tempão; depois levantamos, tomamos um banho, nos trocamos e fomos embora. E para variar como todos os homens tem costume, ele me disse, você é a mulher mais gostosa que tive na cama, se você quisesse me casaria com você só para viver este momento todos os dias; eu ri muito sabe porque? Ta louco, uma que já sou casada e adoro meu marido e outra que viver com um homem desses, há essas horas já estava uma caveira. Também pudera ele tinha apenas 21 anos. Não sabia que homem jovem tinha tanto fôlego assim. Cheguei em casa às 7:30 hrs. da noite, cai em uma cama e dormi até o outro dia para repor minhas energias. Nunca contei esta historia ao meu marido, se bem que ele anda meio desconfiado, pois agora todas as vezes que ele viaja, vou visitar meus pais em Goiânia. Se gostou vote em mim que eu conto a sequencia desta historia. carlagyn@antar.zzn.com
Engravidei do amigo de meu filho!!!
Autor: Lambert
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-20 21:06
Oi, meu nome é Verônica e o que vou relatar aqui aconteceu nas férias de fim de ano. Tenho 44 anos, loira, cabelos até os ombros,seios fartos,1,75m e 59 kg e modéstia parte me acho gostosa pois recebo muitas cantadas na rua. Sou casada a 18 anos com Jonas que é um homem maravilhoso e que nunca tive vontade de trai-lo apesar que ultimamente ele já não me de a devida atenção... Temos um filho que se chama André e que tem 17 anos e nas férias passadas fomos p/ nossa casa da praia onde iriamos ficar por duas semanas e meu filho convidou seu melhor amigo, o Caio que tinha 16 anos. então seguimos nós 4, eu, meu marido, o André e o Caio. Nos primeiros dias tudo ocorreu normalmente, mas no quinto dia de férias meu marido teve que nos deixar p/ resolver um problema na firma onde ele trabalhava e teria que ficar fora por uns 10 dias. Bem até aí não havia problema e nos outros dias tudo estava tranquilo até que numa certa noite vi o amigo de meu filho me espiando pela janela do banheiro, vendo eu tomar banho...fingi que não o tinha visto e me enrolei na toalha seguindo p/ meu quarto. Fiquei pensando que moleque atrevido e nas punhetas que ele devia ter batido pensando em mim... mas não dei bola e no dia seguinte o reeprendi sem q meu filho visse. -Caio, não quero mais q vc fique me olhando tomar banho, entendeu, não gostei nem um pouco do q vc fez ontem. Ele respondeu: É que a senhora é muita gostosa e não conseguia pensar em outra coisa! Eu falei à ele que na sua idade isso era normal, mas p/ q parasse!!! Quando foi a tarde, ele e meu filho voltaram da praia, mas eles não sabiam que eu estava lá pois tinha dito a eles que iria no mercado e foram tomar banho, meu filho no banheiro de dentro da casa e Caio num chuveirão que ficava no quintal. Eu de dentro do meu quarto fiquei escondida observando ele tomar banho e me assustei quando ele retirou a sunga!!! Além de ter um corpo perfeito, bem trabalhado ele tinha um pinto que mole era maior que o do meu marido e fiquei com agua na boca já que o pintão dele era todo raspado....e grande!!! Fiquei tão maravilhada, pois estava carente e nem percebi que ele tinha me visto e quando percebi me assustei e fechei a janela. Ele não comentou nada e meu filho logo saiu do banho e percebeu q estava em casa. Fiz a janta p/ eles e não conseguia mais parar de pensar no Caio. Eles saíram a noite e chegaram tarde e meu filho já capotou na cama de tão cansado. Fui na cozinha p/ beber agua quando vi Caio se aproximando só de shorts e perguntou a mim se eu tinha gostado da cena no chuveiro na tarde, dei risada e disse que era muito atrevimento da parte dele e ele me falou, atrevimento será agora e nisso ele abaixou o shorts expondo aquele pintão que devia ter uns 18cm completamente duro e pediu p/ eu pegar, falei a ele q se meu filho visse aquela cena nós estavamos fritos e ele me pegou pelo braço e me levou em um quarto nos fundos onde tinha uma cama e pediu me p/ fazer uma chupeta, não sei no que deu em mim mas eu me ajoelhei na sua frente e enfiei aque mastro inteiro na boca, fiquei chupando gostoso aquele pinto de garoto gostoso por uns 10 minutos e já nessa altura já tinha tirado toda minha roupa e já estavamos deitados na cama se beijando e completamente pelados. Estava com muita vontade de foder naquela noite!!! Ele deitou na cama de barriga p/ cima e pediu que eu cavalgasse nele eu rapidamente me posicionei e com minha mão fui ajeitando seu pinto em minha buceta. de tão molhada que eu estava o pinto escorregou p/ dentro e soltei um gemido gostoso. Começamos fazer um vai e vem e sentia seu pinto encostando no meu útero!!! ele me abraçou forte ficava chupando meus peitões que estavam duros que nem uma pedra e nisso eu já tinha gozado uma duas vezes e foi aí que senti seus jatos batendo no meu útero e eram realmente umas esguichadas bem forte e de tanta quantidade até q escorria pela minhas pernas!!! Só demos um tempinho e logo estavamos transando de novo, dessa vez eu de frango assado e ele não tinha dó de mim mesmo, estava sendo arrombada pelo melhor amigo de meu filho e estava tendo outros orgasmos, o moleque era uma máquina de meter apesar de ter apenas 16 aninhos, quando ele falou q ia gozar pedir p/ ele chupar seu pinto e ele enfiou a rola até no fundo de minha garganta e despejou todo seu esperma dentro...sentia os jatos baterem na minha garganta e já descendo p/ o estomago!!! Tinha gozado 5 vezes naquela noite o que nunca tinha ocorrido comigo antes e todas as noites daquelas férias transamos sem parar sem meu filho desconfiar e eu nem me dava conta que podia engravidar de novo, apesar de eu ter 44 anos e que Caio gozava dentro de mim todas as vezes, mas foi em janeiro que fui na ginecologista e tive a surpresa de estar grávida de um menino de 16 anos, amigo de meu filho e terei q enganar meu marido falando que ele será papai de novo!!!! Espero que tenham gostado dessa história que é verídica e me mandem e-mails!!!
Engravidei do amigo de meu filho!!!
Autor: Lambert
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-20 21:06
Oi, meu nome é Verônica e o que vou relatar aqui aconteceu nas férias de fim de ano. Tenho 44 anos, loira, cabelos até os ombros,seios fartos,1,75m e 59 kg e modéstia parte me acho gostosa pois recebo muitas cantadas na rua. Sou casada a 18 anos com Jonas que é um homem maravilhoso e que nunca tive vontade de trai-lo apesar que ultimamente ele já não me de a devida atenção... Temos um filho que se chama André e que tem 17 anos e nas férias passadas fomos p/ nossa casa da praia onde iriamos ficar por duas semanas e meu filho convidou seu melhor amigo, o Caio que tinha 16 anos. então seguimos nós 4, eu, meu marido, o André e o Caio. Nos primeiros dias tudo ocorreu normalmente, mas no quinto dia de férias meu marido teve que nos deixar p/ resolver um problema na firma onde ele trabalhava e teria que ficar fora por uns 10 dias. Bem até aí não havia problema e nos outros dias tudo estava tranquilo até que numa certa noite vi o amigo de meu filho me espiando pela janela do banheiro, vendo eu tomar banho...fingi que não o tinha visto e me enrolei na toalha seguindo p/ meu quarto. Fiquei pensando que moleque atrevido e nas punhetas que ele devia ter batido pensando em mim... mas não dei bola e no dia seguinte o reeprendi sem q meu filho visse. -Caio, não quero mais q vc fique me olhando tomar banho, entendeu, não gostei nem um pouco do q vc fez ontem. Ele respondeu: É que a senhora é muita gostosa e não conseguia pensar em outra coisa! Eu falei à ele que na sua idade isso era normal, mas p/ q parasse!!! Quando foi a tarde, ele e meu filho voltaram da praia, mas eles não sabiam que eu estava lá pois tinha dito a eles que iria no mercado e foram tomar banho, meu filho no banheiro de dentro da casa e Caio num chuveirão que ficava no quintal. Eu de dentro do meu quarto fiquei escondida observando ele tomar banho e me assustei quando ele retirou a sunga!!! Além de ter um corpo perfeito, bem trabalhado ele tinha um pinto que mole era maior que o do meu marido e fiquei com agua na boca já que o pintão dele era todo raspado....e grande!!! Fiquei tão maravilhada, pois estava carente e nem percebi que ele tinha me visto e quando percebi me assustei e fechei a janela. Ele não comentou nada e meu filho logo saiu do banho e percebeu q estava em casa. Fiz a janta p/ eles e não conseguia mais parar de pensar no Caio. Eles saíram a noite e chegaram tarde e meu filho já capotou na cama de tão cansado. Fui na cozinha p/ beber agua quando vi Caio se aproximando só de shorts e perguntou a mim se eu tinha gostado da cena no chuveiro na tarde, dei risada e disse que era muito atrevimento da parte dele e ele me falou, atrevimento será agora e nisso ele abaixou o shorts expondo aquele pintão que devia ter uns 18cm completamente duro e pediu p/ eu pegar, falei a ele q se meu filho visse aquela cena nós estavamos fritos e ele me pegou pelo braço e me levou em um quarto nos fundos onde tinha uma cama e pediu me p/ fazer uma chupeta, não sei no que deu em mim mas eu me ajoelhei na sua frente e enfiei aque mastro inteiro na boca, fiquei chupando gostoso aquele pinto de garoto gostoso por uns 10 minutos e já nessa altura já tinha tirado toda minha roupa e já estavamos deitados na cama se beijando e completamente pelados. Estava com muita vontade de foder naquela noite!!! Ele deitou na cama de barriga p/ cima e pediu que eu cavalgasse nele eu rapidamente me posicionei e com minha mão fui ajeitando seu pinto em minha buceta. de tão molhada que eu estava o pinto escorregou p/ dentro e soltei um gemido gostoso. Começamos fazer um vai e vem e sentia seu pinto encostando no meu útero!!! ele me abraçou forte ficava chupando meus peitões que estavam duros que nem uma pedra e nisso eu já tinha gozado uma duas vezes e foi aí que senti seus jatos batendo no meu útero e eram realmente umas esguichadas bem forte e de tanta quantidade até q escorria pela minhas pernas!!! Só demos um tempinho e logo estavamos transando de novo, dessa vez eu de frango assado e ele não tinha dó de mim mesmo, estava sendo arrombada pelo melhor amigo de meu filho e estava tendo outros orgasmos, o moleque era uma máquina de meter apesar de ter apenas 16 aninhos, quando ele falou q ia gozar pedir p/ ele chupar seu pinto e ele enfiou a rola até no fundo de minha garganta e despejou todo seu esperma dentro...sentia os jatos baterem na minha garganta e já descendo p/ o estomago!!! Tinha gozado 5 vezes naquela noite o que nunca tinha ocorrido comigo antes e todas as noites daquelas férias transamos sem parar sem meu filho desconfiar e eu nem me dava conta que podia engravidar de novo, apesar de eu ter 44 anos e que Caio gozava dentro de mim todas as vezes, mas foi em janeiro que fui na ginecologista e tive a surpresa de estar grávida de um menino de 16 anos, amigo de meu filho e terei q enganar meu marido falando que ele será papai de novo!!!! Espero que tenham gostado dessa história que é verídica e me mandem e-mails!!!
A viuva fresca
Autor: Katia R.
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-20 21:01
A viúva fresca! © Kátia Ramos ? katiaramos_kr@ig.com.br ? ICQ 162167967 Sueli era na essência da palavra uma mulher talhada desde muito pequena para antes de tudo e acima de tudo ser esposa e mãe exemplar e durante seus 22 anos de casada nem mesmo o fato das circunstâncias tê-la obrigado a passar a trabalhar como copeira numa repartição pública onde imperava a lei e a regra de que mulher só progride abrindo as pernas ela não vacilou nas suas obrigações familiares e na lealdade total a Roque seu marido, mas o destino resolveu mudar radicalmente as coisas e então Roque estava morto e Sueli diante dum dilema enorme. É claro que trabalhando num local onde predominavam os homens não tardou muito para que as insinuações desse lugar às cantadas, mas nem mesmo as mais vantajosas das ofertas de melhoria profissional a fizeram aceitar transar com o segundo homem de sua vida, mas como sempre tudo acabou tomando o rumo que deveria tomar e o começo disso foi numa tarde em que Juca depois de muito tempo sem aparecer por lá passou pra tomar um cafezinho e por isso de cara foi se justificando para com Sueli: ? Sei que já faz um bom tempo, mas infelizmente eu estava viajando e só vim, a saber, de sua tragédia pessoal quando cheguei na tarde de ontem, por isso, aceite do fundo do meu coração os meus sentimentos pelo ocorrido. Mesmo fazendo um pouco mais de 3 meses que tudo tinha ocorrido a forma simples e sincera com que Juca abordou a coisa fez Sueli ficar deveras comovida e mal contendo as lagrimas respondeu: ? Sim! Faz um bom tempo, mas mesmo assim ainda dói demais mesmo. ? Imagino que sim, mas sendo você ainda tão nova e bonita isso logo passará e se assim mesmo precisar de um ombro amigo o meu apesar de não ser nada grande está a sua disposição quando, onde e como quiser. Mais uma vez a singeleza do ato de Juca mexeu fundo em Sueli que tocando de leve o ombro direito dele disse: ? Pelo menos esse daqui tem o tamanho ideal para mim e por isso se a coisa ficar pior te procurarei sim. ? Tudo bem! E não se importe com hora ou dia. Juca terminou o café e saiu e quase que imediato a isso Marilda entrou e ao ver o ar meio diferente que Sueli trazia no rosto perguntou: ? Ué! Que foi? ? Nada não! Foi apenas o Juca que ao prestar suas condolências tardias me fez ver como ele sabe o que e como dizer as coisas certas. ? Ninguém melhor que eu pra saber disso, pois quando o Ulisses faleceu foi ele quem acabou me tirando desse buraco igual ao que você se encontra hoje. ? Então você acha que devo aceitar a oferta dele e me consolar em seu ombro? ? Não vejo motivo algum para que você não faça isso, mas desde já vou te avisando que tristeza alguma, por maior que seja, impedirá que ele te coma de cabo a rabo. Isso fez Sueli comparar a atitude dele com as dos demais colegas e amigos e como achou a dele mais agradável que as dos outros concluiu: ? Sendo como for pelo menos ele foi muito mais sensível e compreensivo que os demais. ? Com certeza que sim! E por isso muito mais eficiente também. Marilda se foi, aquele dia terminou e depois disso o tempo continuou sua marcha e se os dias de semana não eram bons os sábados e domingos eram ainda piores e por isso já no próximo ela por varias vezes se pegou pensando no que Juca oferecera e no que Marilda dissera e também por varias outras ela pegou o telefone pra ligar pra Juca e sempre acabava por desistir e então numa dessas a única filha de Sueli vendo a angustia e a indecisão na qual a mãe vivia interveio: ? Mãe! Até quando você viverá esse dilema tão cruel? ? Ta maluca, Diana? Não estou vivendo dilema nenhum não. ? Apesar de você de me considerar nova demais eu já sou experiente o bastante pra perceber que você encontrou alguém que está te fazendo se sentir viva de novo e mesmo que não tenha pedido minha opinião você só saberá se valeu a pena ou depois que tiver feito. Sueli olhou para a filha que mesmo tendo a metade de seus 42 anos tinha atingido em cheio o âmago da questão ao colocar as coisas em termos de valer a pena ou não e por isso ela perguntou: ? E se depois eu vier a descobrir que não valeu a pena? ? Vá por mim mãe, pois às vezes errar acaba sendo muito melhor do que não tentar! Contra isso não havia argumento que se fizesse eficiente e por isso Sueli se dirigiu ao telefone e com o coração aos pulos digitou todos o números e enquanto a chamada não se completava a angustia por não saber se Juca atenderia e se o fizesse se estaria na cidade fez aqueles segundos parecerem uma eternidade e então a voz do outro lado disse: ? Quem? Sem duvida era Juca e por isso as pernas de Sueli tremeram, mas lutando muito ela conseguiu manter a voz firme ao responder: ? É a Sueli... ? Oi Sussu! Como você está, querida? A forma carinhosa e alegre de Juca se dirigir a ela fez desmoronar todo resquício de duvida que pudesse haver e por isso ela foi objetiva e direta: ? Estou precisando de um ombro amigo e por isso queria saber se o seu está disponível? ? Pra você ele não só esta como sempre estará seja o dia e a hora que for. ? Então que tal hoje mesmo? ? Tudo bem! E a que horas te pego? ? As 19:00Hs esta bom? ? Maravilha! Estarei ai pontualmente as 19:00Hs. ? Estarei te esperando! Um beijo e até daqui a pouco. ? Mil beijos e até mais! Quando desligou Sueli chegou a pensar que seu coração sairia pela boca de tão acelerado que batia e por isso se deixou ficar ali mesmo ao lado do telefone e então Diana que tinha se afastado para dar maior privacidade à mãe se aproximou perguntando: ? E aí? ? Aí que ele me pegará as 19:00Hs. Daiana olhou para o relógio e como já passavam das 16:00Hs ela pegando a mãe pela mão a conduziu para o quarto dela dizendo: ? Então nada de perder tempo! Sueli se deixou levar pela filha que habilmente passou a manicurar e ao final disse a ela: ? Agora tome aquele banho caprichado que vou arrumar algo decente pra você vestir. Ah! e não se esqueça de dar aquele capricho na \"perseguida\". ? Hei! Isso é jeito de falar com sua mãe? ? Me desculpe mãe, mas a verdade tem que ser dita ou esta pensando que ele se contentará só em te levar pra jantar? Sueli conteve a força a vontade de dizer que era justamente o que esperava, mas como isso seria o cumulo da ilusão ela se dirigiu ao banheiro passando a se banhar cuidadosamente dos pés a cabeça e quando chegou à hora de lavar a boceta ela não pode deixar de lembrar de como sua filha tinha se referido a ela e por isso disse em voz baixa: ? Perseguida! Sim, e bote perseguida nisso. Ao que Diana perguntou: ? O que disse? ? Nada não! Apenas estava pensando alto, só isso. Depois disso se fez silencio até que ao final de exata 1 hora Sueli saiu do banho enrolada numa toalha e ao ver os lingeries que estavam a lado dum de seus vestidos mais novos perguntou a filha: ? De onde surgiu isso tudo? ? Da loja ali da esquina! ? Ah bom! Só espero que não queira que eu as use hoje. ? Tanto quero que até faço questão de ajudá-la a vesti-las. Dito isso passou a entregar a Sueli peça por peça, mas quando chegou à vez da tanguinha algo se apresentou: ? Hum! Tem pentelho demais aparecendo. Venha vamos dar um jeito nisso. E pegando Sueli novamente pela mão a conduziu ao banheiro e apos apanhar uma tesoura pequena e um aparelho de barbear pediu: ? Abra um pouco mais as pernas. ? O que está pensando fazer? ? Nada demais, apenas vou aparar essas \"costeletas\" grandes demais. Dito isso ela se agachou e com muita habilidade a aparou e raspou os pentelhos excedentes e após analisar detalhadamente o resultado se levantou dizendo: ? Agora sim está muito mais apresentável! Novamente Sueli seguiu a filha ainda mais envolta naquele ar de quase irrealidade que tinha se apossado dela após o telefone e então Diana passou a maquiá-la com esmero e cuidado digno duma profissional e por fim fez Sueli dar uma volta por completo diante do espelho pra perguntar: ? Satisfeita? Sueli ficou ali parada olhando para o reflexo de corpo inteiro que o espelho refletia e como aquela morena clara vestida apenas de tanguinha, sutiã, cinta-liga e meias em nada lembrava a Sueli de sempre essa não viu outra opção a não ser arreliar a filha perguntando: ? Posso ser sincera? ? O quando mais sincera melhor será! ? Ate que gostei, mas na certa ele me achara uma puta quando me vir vestida assim. ? Mesmo não fazendo a menor idéia de quem seja esse seu misterioso macho tenho a certeza de que ele ira adorar tirar peça por peça pra em seguida devorar tudo isso... ? Hei! Se esquece de que ainda sou sua mãe? Sinceramente Diana tinha se empolgado tanto que quase tinha se esquecido disso e por isso tratou de se retratar: ? Desculpe! Mas, é que você é tão nova e bonita que acabei te confundindo com alguma das minhas amigas. Isso fez Sueli olhar mais atentamente para a imagem refletida no espelho e vendo que a filha não estava de todo errada perguntou: ? Filha! Por que está fazendo isso tudo por mim? ? Porque te quero ver feliz de novo, só isso. ? E não se importa que para isso eu venha a bancar a puta? ? Quando você tinha a minha idade agir dessa maneira era coisa de puta, mas hoje em dia isso é apenas mais uma forma de ser feliz tão válida como qualquer outra. Isso levou Sueli a deduzir acertadamente que havia muita coisa em sua filha que ela não conhecia e por isso perguntou: ? E você já se preparou assim para alguém? ? Ainda não achei ninguém digno disso. ? Então o dia que o encontrar me avise, pois quero ajudá-la assim como me ajudou. Isso fez cair aquele silêncio cheio de compreensão e cumplicidade que só existe entre mãe e filha que conseguem separar a mulher existente dentro delas disso tudo e então a campainha sou e ambas olharam para o relógio e como eram exatas 19:00Hs Diana disse: ? Pelo menos ele faz parte dos homens que sabem serem pontuais. Ela foi atender a porta e Sueli ficou ali torcendo as mãos e quase não podendo se conter diante das vozes que ouvia, mas não conseguia entender o que diziam e então Diana voltou ao quarto sobraçando um esplendido buquê de rosas vermelhas e as entregou dizendo: ? Não é apenas pontual como romântico assim como todo homem deveria ser. E como Sueli já tinha colocado o vestido coube a Daina fechar o zíper nas costas dele e ao ver que o quadril largo e a bunda farta da mãe se destacavam ainda mais pelo vestido não conseguiu ficar sem perguntar: ? Mãe! Você já fez sexo anal? ? Claro que não, e você? ? Ainda também não. ? Mas, então por que me perguntou? ? Por nada em especial. ? Tem certeza? ? Sim, mãe! Claro que sim. Sem duvida no mínimo Diana já conhecia fama de Juca e mesmo que aquela possibilidade não lhe fosse nada animadora Sueli tocou carinhosamente o rosto da filha dizendo: ? Não há por que se preocupar, pois o que tiver que ser será. Diana lutou muito pra se conter e conseguiu não dizer a mãe que certamente ela iria se defrontar com o maior cacete que uma bunda virgem ou não poderia querer, mas como isso mais parecia lenda do que verdade e já que trabalhando onde trabalhava na certa ela também já tinha ouvido Diana se limitou a dizer: ? Se você está me dizendo isso quem sou eu pra me preocupar? ? Ótimo! Então me deixe ir senão atrasarei além do que a elegância permite. E para espanto de Juca pouco mais de meia hora depois de sua chegada a mulher mais bela e elegante que poderia querer apareceu diante de si e como dar vazão a verdade nunca foi errado ele exclamou: ? Ual! Você está simplesmente maravilhosamente maravilhosa. Mesmo a pouca da luz da sala de estar da casa e Sueli foi suficiente pra ocultar o rubor que tal elogio lhe causou, mas se recuperando rapidamente ela retribuiu. ? Obrigada! Você também está ótimo mesmo. Impressões iniciais tomadas e trocadas Juca se virou para Diana perguntando: ? Me permite? E diante do consentimento que ela deu num menear de cabeça ele passou um braço pelo de Sueli e pomposamente ao estilo dos cavalheiros de antigamente a conduziu pela porta, mas ao fechá-la deu vazão ao seu lado moleque piscando maliciosamente para ela que meneando lateralmente a cabeça murmurou: ? Sei não! Mas, algo me diz que sendo verdade ou não o que dizem depois desse cara mamãe nunca mais será a mesma, mas como ela mesma disse o que tiver que ser, será. Como nada mais restava a Diana pra fazer que não fosse esperar pela volta da mãe ela buscando passar mais rapidamente o tempo foi tomar banho e se aprontar para sair. Assim que entraram no carro e Juca o colocou em movimento ele perguntou a Sueli: ? Já que antes de mais nada iremos jantar gostaria de saber quais são suas preferências? Sinceramente Sueli não tinha uma preferência definida no que referia a comida, mas não querendo bancar a careta sugeriu: ? Sei que pode parecer nada romântico, mas se não importar pra hoje eu preferiria peixes. Para aquela ocasião Juca teria escolhido um restaurante italiano muito romântico e com música ao vivo, mas como a noite era dela e ao final Sueli seria o prato principal do banquete que Juca devoraria na cama de algum motel ele se direcionou a um lugarejo nas proximidades onde tem inúmeros restaurantes especializados em peixes. Assim que entraram no restaurante a grande quantidade pessoas ali presentes aliada a total falta de costume de Sueli em freqüentar esse tipo lugar deixou ela ainda mais insegura, mas se Juca sabia ser encantador com as mulheres em situação normal nas semelhantes a aquela ele se superava em tudo e por isso após terminado o jantar quando eles caminhavam pela orla do rio ela se sentia tão livre e solta que se arriscou entrar num assunto mais pessoal perguntando: ? Por que você nunca mais se casou? ? Tai uma boa pergunta, pois nem eu mesmo sei ao certo o porque e por isso atribuo isso a minha total falta de coragem em me arriscar a novas decepções e você pensa em se casar novamente? Já que até então Sueli ainda não tinha nem ao menos cogitados em pensar naquilo ela caminhou um pouco em selênio e então finalmente falou: ? Sinceramente não sei! É que nunca me senti tão livre como me sinto agora, pois fui educada e criada apenas pra ser esposa e mãe, mas esses poucos anos trabalhando fora foram o bastante pra eu descobrir que existe uma vida diferente pra ser vida. Sem duvida aquela forma de pensar surpreendeu Juca tanto que ele parando fez Sueli voltar para si e perguntou: ? Não entendi? ? Apesar de não ter me casado virgem nunca transei, de forma alguma, com outro homem que não fosse o Roque e por isso quero primeiro experimentar um pouco dessas outras formas de se viver para depois ver o que farei. Juca sabia muito bem o que acontecia e como as coisas funcionavam onde Sueli trabalhava e como ela ainda se a mantinha na função inicial ele não teve duvida alguma de que ela estava sendo sincera ao afirmar que só tinha transado com o marido e apesar de não ser a primeira vez que vivia situação semelhante ele aproveitou a sinceridade dela pra perguntar: ? Por que eu e não algum outro que tem mais pra te oferecer? ? Porque eles não tem mais nada a oferecer que não sejam as vantagens profissionais e ou financeiras. ? Sério? E o que eu tenho assim de tão especial que eles não tem? Sueli tocou de leve o rosto de Juca e disse: ? Você não tem e sim é especial! E foi assim que o primeiro beijo entre eles aconteceu e justiça seja feita, pois não foi um beijinho qualquer e sim daqueles demorados em que as mãos passeiam e as mentes viajam de forma que ao término Juca estava de pau duro e Sueli com a boceta encharcada e como não pode deixar de sentir o volume formado pelo cacete de Juca ela apalpou-o e disse: ? Nossa! Pelo que posso perceber o que me disseram é pura verdade mesmo. ? E o que te disseram? ? Que além do coração você tem outra coisa muito grande mesmo! ? E você gosta de coisas grandes? ? Humm! Ao que parece só poderei responder depois que experimentá-la. ? Então já que é assim por que não vamos pra um local mais adequado? ? Pra mim tudo bem! Sueli tentou se afastar, mas antes que fizesse isso Juca a segurou passando a beijá-la com maior avidez e enquanto fazia isso colocou ambas as mãos na bunda de Sueli e a puxou com firmeza conta si de forma que ela pode sentir com clareza total o volumoso cacete de Juca e isso causou tal efeito que ela sentiu todo corpo estremecer num forte e prolongado orgasmo daqueles de deixar qualquer uma com as pernas bambas o que a levou a dizer: ? E depois você ainda quer saber o que tem de especial! Juca nunca se deu bem com elogios e por isso ficou com aquela cara de quem não entendeu bem o que foi falado e por isso Sueli perguntou: ? Ué! Não gostou? ? Sei lá! É que não sou nada afeito a elogios, só isso. ? Mas, fazer o que se é verdade? Já que nada adiantaria tentar convencer Sueli do contrario Juca decidiu aprontar uma das suas: ? Você gosta de fazer \"chupeta\"? Não que isso desconcertasse Sueli, mas estava tão fora do contexto que ela sem querer perguntou: ? Por que quer saber isso? ? É que essa sua boquinha deliciosa acabou me deixando com vontade duma chupetinha bem no capricho, só isso, mas se você não gostar tudo bem! ? Gosto sim! ? Então me faz uma? ? Aqui? ? E por que não? ? Tu ta maluco, é? Ou será que não viu que tem gente por quase todo lado? ? Se todo o problema for apenas isso... Pegando Sueli por uma das mãos a fez descer a espécie de escada de degraus altos que margeia o rio e bastou olhar para os lados pra Sueli entender o que ele pretendia e então ela se sentou no degrau acima do que Juca estava em pé e assim como a totalidade das mulheres que se deparam com a tora dele pela primeira vez e mesmo naquela penumbra ela não conseguiu conter o espanto: ? Puta merda! É enorme. E o pegando delicadamente com uma das mãos encostou os lábios na cabeçorra e como duvidando que aquilo caberia foi abrindo lentamente os lábios para então passar a sugar e masturbar aquela enormidade ao mesmo tempo sem deixar de pensar na tamanha enrascada que tinha se metido, pois se realmente Juca fizesse jus a fama que tinha aquela monstruosidade lhe arrebentaria o cú de forma irrecuperável, mas como por enquanto não havia risco algum abriu as pernas e com a mão livre afastou a tanguinha e passou a se masturbar atingindo um orgasmo mais forte que aquele primeiro no exato momento em que Juca gozou e esse afagando os cabelos dela elogiou: ? Realmente sua boquinha além de muito bonita também é muito eficiente mesmo. E pegando Sueli pelo queixo deu-lhe um outro daqueles beijos de molhar fundilho de calcinha e ela após aguardar apenas o tempo necessário pra suas pernas se firmarem novamente se levantou e Juca se aproveitando disso falou: ? Acho bom irmos nessa se não acabaremos ficando por aqui mesmo! Sueli por pouco não disse que para ela tudo estava bem como ia indo, mas temendo que se fizesse isso seu sonho de conhecer um motel iria por água abaixo ela se calou e com isso assim que Juca a ajudou a subir os degraus se dirigiram até o carro e de lá foram direto e reto para o motel e então lá estava Sueli tão deslumbrada como uma criança numa loja de brinquedos: ? Nossa! É maravilhoso. Diante de tamanho encantamento e alegria Juca se limitou a deixá-la curtir aquele momento enquanto aguardava o champangne pedido na chegada e assim que esse chegou ele abriu, serviu uma taça para si e outra pra Sueli e brindou: ? Muitas felicidades! ? Sim! Muitas felicidades. Feito o brinde Juca tocou carinhosamente o rosto de Sueli que semi-serrando os olhos entreabriu os lábios convidando Juca para um beijo no que foi prontamente atendida e mais uma vez bastou apenas os lábios se tocarem para que Sueli sentisse o sangue ferver e dessa feita Juca não ficou apenas no beijo e abraços e sim passou a acariciar os seios dela por sobre o vestido e como esse impedisse o acesso, Juca deu o beijo por terminado e virando-a de costas para si desceu o zíper e em seguida fez o vestido deslizar ate o chão e satisfeito com o que viu disse: ? Ual! Você é realmente linda demais. Isso fez o sentimento de vaidade começar a se sobrepor à vergonha que Sueli sentia e então Juca afastando o cabelo passou a beijar-lhe o pescoço enquanto a livrava do sutiã não parou de beijar suavemente os ombros e as costas de Sueli se deleitando com os arrepios e calafrios que isso lhe causava para então virá-la de frente para si e ao vê-la de olhos fechados e com expressão que demonstrava muita vergonha procurou deixá-la à vontade perguntando: ? Mas, pra que toda essa vergonha? A principio Sueli cogitou de responder, mas como não achou argumento algum para tanto ela ergueu, o rosto estufou o peito e finalmente abriu os olhos o que levou Juca a elogiar: ? Agora sim ficou muito melhor. E seguido a isso passou a acariciar os seios dela se surpreendendo com a dureza dos mesmos e enquanto beijava e sugava cada um daqueles mamilos marrons e bicudos Juca percebeu que as pernas dela mal a conseguiam suster e por isso susteve o que fazia o que levou Sueli a ser franca ao extremo: ? Me desculpe! É que faz muito tempo mesmo... Antes que ela continuasse Juca colocou um dedo sobre seus lábios dizendo: ? Tudo bem! E por isso não precisa se desculpar mais não. E enchendo as taças de champangne entregou uma delas a Sueli que dessa vez tomou quase a metade num só gole e colocando a taça de lado passou a desabotoar a camisa de Juca e assim como uma boa parte das mulheres ela também se surpreendeu ao ver que Juca tinha um físico muito mais bonito do que as roupas largas dele mostrava e dando vazão ao que sentia disse: ? Não entendo por que você só usa camisas largas! ? Porque elas são mais confortáveis e não ficam agarrando a cada movimento que faço. Sueli esperava por tudo, menos por uma coisa tão lógica ou óbvia como aquela e por isso se limitou a passar a acariciar o peito e os ombros de Juca que em resposta passou a cariciar as costas e a bunda de Sueli que querendo ficar em pé de igualdade passou a tirar as calças de Juca, mas ao deparar com o caralho dele quase metade fora da cueca de tão duro que estava não consegui resistir e se ajoelhando passou a beijar, lamber e chupar e como dessa vez Juca não mostrou indícios de querer gozar ela se levantou e se atirou de costas na cama. A conseqüência disso foi Juca se aproximar e lentamente foi retirando a tanguinha hiper molhada de Sueli para em seguida passar a saborear a boceta dela com beijos, lambidas e chupadas que a faziam quase enlouquecer de tanto tesão e por isso ela finalmente quase implorou: ? Me foda! Venha meta isso tudo em mim. Desejo expressado, desejo realizado, ou seja, após feito o pedido não demorou muito pra que Sueli passasse a sentir a cabeçorra do cacete começar a abrir caminho pela sua boceta à dentro e com isso cada fibra do corpo sequioso por sexo de Sueli vibrava a cada milímetro daquilo ia deslizando lentamente e assim foi até que nada mais restou por entrar e então o vai e vem lento e firme começou. Apesar de ter sido casada por tanto tempo e de sua vida sexual com Roque sempre estar acima a media Sueli se sentia como se a anos não desse uma trepadinha sequer e por isso ela gozava sem parar cada uma com maior intensidade que a outra e Juca gostando daquilo procurou prolongar ao máximo e foi por isso que ele fez Sueli rolar de forma a ficar por cima e falou a ela: ? Vai potranca! Me mostre que você também é boa de montaria. Ao que Sueli redargüiu: ? Será que dou conta? ? Dá sim! Então Sueli virou, mexeu e remexeu até se ajeitar e então passou a se deliciar com a tora de Juca que se valendo daquela posição passou a acariciar a bunda dela e então para surpresa de Sueli um dos dedos de Juca passou a procurar entrar em seu cú; no inicio ela resistiu, Juca insistiu, ela se distraiu e o lá foi o dedo pelo cú ainda intocado de Sueli adentro que por ser a primeira vez que deparava com aquilo acabou deixando escapar: ? Até que isso não é nada ruim não! ? É! Então o que me diz desse outro dedo? Juca juntou um segundo dedo a primeiro e como aquilo nada teve de ruim e sim ficou ainda mais gostoso ela se viu obrigada a dizer: ? Ficou bem mais gostoso sim! Novamente Juca se valeu da posição para passar a beijar e sugar os seios dela enquanto fodia o cú de Sueli com os dedos até fazê-la gozar varias vezes e então a fez rolar de novo de forma a ficar novamente deitada de costas e saindo de cima e de dentro dela pediu: ? Agora fique de quatro! Enquanto se virava para atender o que lhe tinha sido pedido Sueli não parou de se mal dizer, pois na certa ao ter admitido que tinha gostado dos dedos em seu cú acarretaria ter que levar aquela enormidade por ele a dentro e foi por isso que ela acabou olhando para traz e já que Juca estava de lado ela pode ver o cacete dele em toda sua punjância por isso acabou exclamando: ? Minha nossa! To ferrada! É claro que Juca entendeu o que e o porque, mas não querendo deixar passar aquele quase apavoramento em branco perguntou: ? Por que acha que esta ferrada? Sueli precisou lutar muito pra não dizer que aquela tora arrebentaria seu pobre e virgem cuzinho, mas como em lugar tentar enfiar nele Juca a fez deslizar pela sua boceta a adentro apenas disse: ? Por nada! Por nada mesmo. Por não ser aquela a primeira vez que se defrontava com aquilo Juca sabia que tudo só voltaria a ser como no inicio se ele conquistasse a confiança dela novamente e foi por isso que falou: ? Pode ficar tranqüila que não tenho intenção alguma de botar no seu cuzinho se que antes você concorde com isso. ? Posso confiar? ? Claro que pode! E a garantia disso é que vou te pedir e se você deixar tudo bem. ? E se eu não deixar? ? Tudo ficara bem também! Ela não sabia o porque, mas algo lhe dava total certeza de que poderia confiar naquilo e como aquela tora dentro de si a estava enlouquecendo de tesão Sueli passou a mover-se para frente e para traz o que contribuía em muito pra aumentar a vontade que Juca sentia de enfiar seu cacete naquele cuzinho arroxeado e deliciosamente ornado pela bunda carnuda de Sueli, mas como tudo até então lhe dizia que ainda não era para aquilo e foi forçando Sueli com o corpo ate que ela acabou por ficar de bruços. A principio Sueli ficou um tanto aliviada por achar que de bruços os riscos de ser enrabada tinha diminuído em muito mesmo, mas não demorou pra que uma pequena ponta der desapontamento surgisse, pois, ela esperara tanto por uma investida de Juca, mas ao que parece ele realmente era de cumprir promessas e como isso estava ameaçando estragar o que estava sendo perfeito ela começou a incentivar Juca: ? Me fode! Vai! Mete fundo...isso. Mete com força. Juca apoiou o peito sobre as costas de Sueli e passou a atender seus apelos e então ela pediu: ? Me encha de porra! Vai, goza na sua puta...isso goze gostoso...na sua vagabunda. Juca gozou e Sueli apagou mergulhando no mais profundo e arrasador orgasmo que se lembrava de ter tido. Depois disso Juca ficou por mais um tempo deitado sobre Sueli e então quando seu cacete estava totalmente amolecido ele se levantou o mais lentamente que pode para não acordá-la e pegando uma lata de cerveja no frigobar foi até o banheiro banhar seu caralho em cerveja muito bem gelada. Na volta Juca teve que lutar muito pra vencer a vontade de deitar novamente sobre Sueli e devorar aquela bunda em forma de coração, mas em vez disso ele pegou outra cerveja e após encher a hidro massagem se enfiou dentro dela. Por cerca de uma hora tudo ficou naquilo. ou seja, Sueli dormitando e Juca de molho na hidro e então Sueli foi lentamente retornando ao mundo real direto de um sonho onde Juca se aproveitava dela estar semi-consciente pra meter aquela tora enorme em seu cuzinho sem dó e nem piedade, mas para desilusão quase total ele nem ao menos estava ao lado dela na cama, mas ela acabou intuindo que talvez fosse melhor assim e então já que não há divisória que separe a hidromassagem do quarto ela se levantou, encheu a taça de champangne e foi se juntar a Juca que indicado a sua frente pediu: ? Sente aqui! Sueli fez menção de tirar a cinta-liga e as meias, mas Juca sinalizou pedindo que não as tirasse e então ela se sentou entre as pernas dele como o indicado e ele após conduzi-la a um beijo numa manobra digna duma contorcionista passou a brincar com os seios dela e depois de alguns minutos ele rompeu o silêncio pedindo: ? Me fale um pouco mais de você? ? Tenho tão pouco pra falar de mim que acho que você já deve saber de tudo. ? Então me fale sobre como foi sua primeira vez? O engraçado era que em todos aqueles anos Sueli nunca tinha parado pra pensar naquilo e por isso perguntou: ? O que saber sobre minha primeira vez? ? Aquele básico de sempre: quando foi, com quem foi e como foi, se gostou e etc... Sueli puxou um pouco pela memória e começou: ? Até eu conhecer o Roque eu nunca tinha cogitado seriamente de me casar e muito menos de transar antes disso, mas o que começou como um namorico de final de ano acabou progredindo de forma que no meu vigésimo aniversário acabamos trepando na cama dos meus pais. Poderia ter sido muito melhor, mas também poderia ter sido pior e se não foi um também não foi outro devido ao nervosismo meu e insegurança dele e como aquilo acabou numa gravidez indesejada nos casamos 10 meses depois. ? E antes dele não houve nenhum outro de forma alguma mesmo? ? Como assim de forma alguma? ? Um \"boquete\" aqui, outro ali, umas mamadinhas nas tetas ou quem sabe umas chupadinhas na xereca e ou até aquele analzinho bem maneiro? ? Nunca chupei outro não, mas teve um namorado que gostava tanto de mamar nas minhas tetinhas que terminei com ele por temer que elas ficariam caídas. Nunca tive coragem de me deixarem chupar a xoxota por temer que se aproveitariam disso para a desvirginar, mas teve uma vez que eu e uma amiga transamos, mas foi uma vez só. Em termos de cú até você meter esse seus dedos enormes o coitadinho era totalmente inviolado pelo simples fato de que morro de medo de tomar no cú. Juca apalpou significativamente os seios de Sueli e como que constatando algo falou: ? Bem! Pelo jeito as chupadas do tal mamador acabaram contribuindo em muito para que eles ficassem assim tão duros. E no rola-ralo com a amiga você gostou mais de chupar ou de ser chupada? ? De ser chupada é claro! ? Tem certeza? Na verdade Sueli nunca tivera muita certeza sobre do que mais tinha gostado e mesmo assim tratou de ser veemente ao afirmar: ? Claro que sim. Mesmo assim o tom de voz dela soou meio vazio e como não adiantaria insistir Juca tomou mais um gole de cerveja, acendeu um cigarro e atacou: ? Que tal me deixar terminar o que comecei? Nem foi preciso ele ser mais específico pra que ela entendesse a que ele se referia e por isso respondeu: ? Se um cacete normal já me mete medo esse seu me apavora de verdade mesmo. ? Poxa! É mesmo uma pena, pois tenho certeza de que você ira adorar tê-lo todinho enterrado nessa bunda maravilhosa. Era evidente o tom de decepção velada na voz de Juca e isso deixou Sueli tão deslocada que ela acabou agindo como se ele tivesse insistido: ? Mas, eu tenho medo que doa demais! ? Infelizmente não há como se fazer uma omelete sem se quebrar os ovos! Realmente Juca estava mais que certo e por isso ela ficou de quatro dentro da banheira dizendo: ? Sei que na certa vou me arrepender disso e por isso só te peço que faça o melhor que puder. Juca esfregou vigorosamente os dedos sobre aquilo que parecia mais uma cicatriz arroxeada do que um orifício e em seguida beijou o objeto de sua maior cobiça para só então dizer: ? Poder ficar tranqüila que cuidarei para que não tenha do que se arrepender. Sem duvida o que ele fizera contribuiu em muito para melhorar a confiança de Sueli e para melhorar ainda mais Juca tirou da pochete que sempre trazia consigo um frasco contendo um gel super escorregadio e após untar abundantemente o cú de Sueli e fazer o mesmo com os dedos indicador e médio trançou-os levemente dando assim a eles uma forma quase cônica e em seguida foi fazendo os dedos deslizarem pelo cuzinho de Sueli adentro. A primeira sensação que Sueli teve ao sentir os dedos entrando foi a de que estava evacuando ao contrário, mas assim que Juca passou a mover os dedos para dentro e para fora o tesão começou a surgir e um pouco mais e ela falou: ? Hum! isso ta ficando bom demais mesmo. A principio Sueli pretendia em hipótese alguma olhar para traz, mas conforme ao que ela tinha ouvido não se lembrava de quem e nem onde o fato de se estar de quatro e prestes a tomar no cú torna impossível que não se olhe para traz e ao fazer isso e se deparar com a tora de Juca toda untada em gel genital ele se lhe pareceu ainda mais ameaçadora que antes e por isso Sueli não pode deixar de exclamar: ? Minha nossa! Se essa não for a maior loucura da minha vida nem que saber qual será! Quem já fodeu uma bunda com o intento de tirar prazer daquilo sabe o quanto são excitantes aqueles momentos que antecedem a introdução propriamente dita, mas é só quem o faz com o intento de dar mais prazer do que receber que sabe da vital importância daqueles momentos, pois qualquer precipitação porá tudo a perder e com isso o que era pra dar prazer só causara sofrimento e por isso enquanto buscava um posicionamento mais adequado ele comentou: ? Precisa ficar com medo não porque se doer e só avisar que tiro. ? Posso confiar nisso? ? Claro que sim! Dito isso Juca encostou a cabeça no cuzinho de Sueli e como pra cada caso sempre existe a tática mais eficaz ele passou a aplicar a da colaboração pedindo a Sueli: ? Empurre essa bunda gostosa bem devagar pra traz. Sueli passou a atender o pedido de Juca naquele estado de apreensão natural para uma situação daquelas e assim que a cabeçorra da tora de Juca alargou o que as pregas do cú de Sueli permitiam e isso não foi suficiente pra ela entrar as dores começaram o que levou ela a dizer: ? Minha nossa! isso dói demais da conta. isso levou Juca a achar que ela desistiria, mas Sueli contrariando as expectativas decidiu pagar pra ver se a teoria que dizia que o pior acabava depois que a cabeça entrasse passou a se mover delicadamente para frente e para traz o que levou Juca a passar a incentivá-la: ? isso! É assim que se faz. Vai Mete essa bunda gostosa no meu pau. Por incrível que pareça àquelas palavras passaram a fazer Sueli ignorar a dor e aumentar a profundidade e a velocidade do vai e vem e já que ao que parece a teoria da entrada da cabeça estava certa como que por mágica a dor quase desapareceu e com isso Sueli pode fazer o que restava do cacete de Juca deslizar até o fim e surpresa com aquela proeza exclamou: ? Não acredito que já entrou tudo! ? Pode acreditar que sim, pois só ficaram as bolas de fora. E o que esta achando? ? Doloroso pra caralho no inicio, mas agora até que não ta ruim não. Sem duvida Juca conhecia um sem número de truques e macetes pra fazer o tesão aflorar numa mulher recém enrabada, mas como ele queira que Sueli descobrisse o que e como era sentir tesão dando o cú ele apenas se limitou a passar mover seu caralho pra fora e pra dentro enquanto a incentivava: ? Hum! Que bunda gostosa. Que cuzinho delicioso. Mais uma vez as palavras surtiram o efeito esperado, pois Sueli passou rebolar lentamente e a pedir: ? Fode meu cuzinho, fode! isso! Mete gostoso nele. Mete mais... E como que querendo provocá-la Juca enterrou seu pau até o pé e parou o que levou Sueli quase a loucura passando a rebolar quase freneticamente e pedindo: ? Pára não! Me fode mais. Vai, mete essa picona no cuzinho da sua puta. Fode sua vagabunda, fode? Se dando por satisfeito com o conseguido Juca voltou a mover sua pica pra fora e para dentro ao que Sueli ragiu de imediato: ? isso! Mete na sua puta, vai! Arrebente esse cú de vagabunda,,,mete nele sem dó. Juca continuou a fodê-la num ritmo ao ser adequado e então Sueli quase gritando começou a pedir: ? Goze! Goze! Goze na sua puta, vai enche meu cú de porra! E então ele passou os braços por sob os dela e a pegando pelos seios a puxou com força para traz atendeu aos apelos dela que de imediato liberou o tesão acumulado num orgasmo avassalador tão intenso que se Juca não a tivesse segurado ela teria batido com a cabeça na borda da banheira e como aquela posição estava um tanto desconfortável Juca foi se sentando e trazendo Sueli consigo de forma que ao final ela estava sentada em seu colo e ainda com todo aquele caralhão enterrado no cú. Uma vez que Sueli e ele se encontravam em posição muito mais confortável Juca passou a acariciar os seios dela com uma mão e a boceta com outra fazendo com isso que ela passasse a rebolar freneticamente então um novo orgasmo a fez apagar por completo. Enquanto Sueli desfrutava daquele prazer extremo que só sucessivos orgasmos causam Juca sentia aquela doce satisfação que só sente quem conseguiu alcançar o objetivo buscado e por isso assim que percebeu que Sueli estava novamente em condições de responder perguntou: ? E então o que achou de tomar no cú? ? Simplesmente arrasador em todos os sentidos. ? Como assim? ? Se no inicio dói demais no final qualquer sacrifício acaba por valer a pena. E mais uma vez se contorceu toda pra ser beijada e como isso fez o cacete de Juca que mesmo mole ainda estava enterrado em sua bunda sair e ela se aproveitando disso foi buscar mais champagne para si e cerveja para Juca e após se alojar entre as pernas de Juca novamente Sueli perguntou: ? Faz tempo que você e minha filha se conhecem? ? Acho muita pretensão dizer que nos conhecemos, pois conversei com ela poucas vezes quando ela era estagiaria no banco. ? Sério? ? Claro que sim! Mas, por que toda essa duvida? ? Porque pelo jeito ela te conhece bem mais do que você imagina. Apesar de não ser tão raro assim alguém conhecer mais sobre Juca do que ele conhecia sobre as pessoas ele perguntou: ? Como assim? ? É que quando ela descobriu que seria com você que eu sairia a sua maior preocupação foi saber se eu já tinha feito sexo anal antes o que me leva a crer que ela conhece muito bem sua fama de enrabador inveterado. Apesar de já ter ouvido aquilo de outras mulheres Juca se surpreendeu um bocado ao saber que uma quase estranha sabia de suas predileções sexuais e por isso indagou: ? Tem certeza que ela disse isso mesmo? ? Certeza absoluta mesmo! isso fez Juca menear a cabeça diante de tamanha incredulidade que se apossou dele e isso fez Sueli perguntar: ? O que foi? ? Nada não! Apenas não sabia que era assim tão famoso. ? Ih cara! Bote famoso nisso. Quando comecei a trabalhar na repartição fui avisada pelo meu marido que deveria tomar cuidado com você, ? Por que? ? Segundo ele se existisse um cara capaz de me fazer traí-lo esse cara seria você. Dessa vez a incredulidade bateu recorde e por isso Juca exclamou: ? Pode parar que isso já é sacanagem das grandes, ? Então por que você acha que sempre fui meia fria com você? Já que conhecia Sueli bem pouco ele se viu obrigado a ser sincero: ? Desde o inicio eu sempre te achei muito esquiva para comigo, mas sempre atribui isso a sua personalidade e não a alguma suspeita de seu marido a quem eu só conhecia de nome. isso fez Sueli se levantar e ficar de frente pra Juca perguntando: ? O que está querendo dizer? ? Nada de especial e sim só que eu não conhecia o seu marido, só isso! ? Ué! Então de onde ele tirou essa de que eu deveria tomar cuidado com você? ? Sinceramente não faço a menor idéia. Como insistir naquele assunto não levaria a nada Sueli aproveitou de que estava em pé e foi buscar mais champagne e como essa tinha acabado ela balançou a garrafa em direção de Juca que entendendo o recado disse: ? É só pedir outra! Sueli consultou o relógio e ao ver que já era quase 1 da madrugada disse: ? Acho meio tarde pra termos tempo pra tomarmos outra garrafa e por isso vou de cerveja também. ? Se está bom pra você pra mim esta ótimo! Dessa vez Sueli se sentou na borda da banheira por traz de Juca e passando a brincar com os cabelos dele falou: ? Por mim eu ficaria aqui o resto da vida e até mais, mas não quero dar maiores motivos pra Diana se preocupar mais do que já deve estar preocupada. ? Muito legal essa inversão de preocupações, mas já que estamos falando disso o que ela achou de você ter saído comigo? ? Apesar dela só ter ficado sabendo com quem eu sairia quando você chegou lá em casa ela me deu total apoio inclusive escolhendo a lingerie que estou usando e também foi ela quem me penteou e maquiou. isso deixou Juca um pouco preocupado, pois a aceitação tácita de um novo homem na vida da mãe tão rapidamente pela filha poderia ocasionar falsas esperanças em ambas, mas como já era tarde demais pra se preocupar com as conseqüências daquilo procurou mudar um pouco o assunto para algo mais ao seu gosto: ? E o que sua filha acha do sexo anal? ? Apesar da grande intimidade existente entre nós até hoje nunca tínhamos falado sobre isso e como te falei, ela apenas me perguntou se eu já tinha feito sexo anal. ? E ela já fez? ? Ela disse que ainda não! Mas, certeza mesmo só depois de um papo mais prolongado. ? Se ela disse ainda não é porque ainda não fez mesmo. ? E em que você baseia pra ter tanta certeza assim? ? Posso me enganar, mas se ela tivesse feito e não gostado tanto a ponto de dizer que nunca fez ela teria dito apenas o não sem o ainda. Sueli teve que parar pra analisar o que Juca teria querido dizer e ao conseguir isso ela teve que admitir que ele poderia estar certo e por isso concluiu: ? Talvez agora que eu obtive tamanho sucesso dando o cú na certa ela acabara seguindo o mesmo caminho. E você o que me diz? ? Digo que você não deve dourar muito a pílula, pois até pra você a próxima pode não ser assim tão boa como foi a de hoje. ? Sim eu sei! Pois, ela não poderá ter a mesma sorte que tive ao ser iniciada por um especialista nessa arte como eu, ou poderá ter? Sem duvida aquilo fez Juca se sentir como se caminhasse sobre piso escorregadio e como tanto uma resposta como outra poderia ser muito comprometedora ele optou por uma saída menos perigosa: ? Se assim tiver que ser assim acabará sendo, mas na certa esse privilégio caberá a algum dos vários garotões que vivem dando em cima dela. Sueli percebeu que Juca tinha sido novamente muito mais evasivo do que ela queria, mas por achar que talvez fosse melhor assim ela se levantou perguntando: ? Quer outra cerveja? ? Quero sim! Enquanto Sueli pegava as cervejas Juca saiu da hidro massagem e foi dar aquela urinada que a muito o estava cobrando e ao voltar optou por trocar a hidro pela cama onde Sueli, após se livrar da cinta-liga e das meias ainda molhadas, foi se aninhar em seus braços e como ela não parecia mais estar totalmente à vontade Juca acabou perguntando: ? Ainda preocupada com sua filha? ? Não que eu esteja preocupada, mas é que sendo essa a primeira vez que saio de casa por isso fico achando que ela pode estar preocupada demais comigo sem razão. ? Hum entendi! E por isso te peço que perdoe minha total falta de tato em não ter me dado conta disso. ? Só se você me perdoar por estar antecipando nossa volta pra casa. ? Tem dessa não! E puxando Sueli para si selou aquilo com um mais que prolongado beijo e então se levantaram, se vestiram e voltaram. Pouco depois eles já estavam estacionados defronte a casa de Sueli que achando ainda ser cedo para dar a noite por terminada convidou: ? Por que não entra um pouco? Apesar de já esperar por aquilo Juca mantendo seu lado honesto em ação respondeu: ? Se você não se importar prefiro deixar pra outro dia? É claro que Sueli se importava e por isso insistiu: ? Mas, nem mesmo que seja pra uma \"rapidinha\"? Já que ela tinha colocado as coisas naqueles pés Juca não viu como e nem porque recusar, mas não querendo deixar duvida alguma insistiu: ? Tem certeza de que isso não lhe trará nenhum problema doméstico? ? Já que meu filho esta pescando com alguns tios e só voltará amanhã de noite não vejo nada que possa causar problema algum. ? Mas, e a sua filha? ? Já não te disse que ela ta dando o maior apoio? Dizer Sueli tinha dito, mas entre uma filha aceitar que a mãe esteja trepando com outro cara e ela aceitar que o mesmo ocorra na cama que sempre fora ocupada pelo pai é uma diferença e tanto e por isso Juca querendo intimidá-la falou: ? E se nesse entra e sai eu acabar entrando e saindo em sua filha também? ? Ela já é adulta o bastante pra saber o que quer e por isso se ela quiser não serie eu a ter algo contra. ? Tem certeza absoluta de que tudo será assim numa boa? Mesmo que Suelii de antemão já sentisse uma pontadinha muito pequena de ciúmes ela concluiu: ? Sim! Claro que sim. Já que o que tivesse que acontecer aconteceria de qualquer jeito ele concordou: ? Já que é assim, tudo bem! Desceram do carro e entraram na casa de Sueli que após pegar uma cerveja na geladeira e servir um copo para si e outro para Juca pediu: ? Se me der licença vou vestir algo mais confortável. ? Sinta-se como se estivesse em sua casa! Sem duvida aquilo era bem típico em Juca e por isso Sueli se dirigiu para o quarto rebolando o quanto conseguia e como não achou nenhuma camisola no mínimo usável ela se dirigiu ao quarto de Diana e como essa ainda não tinha chegado ela procurou e pegou uma camisola branca que além de quase transparente ao pertencer a alguém de menor tamanho ficou tão curta que mal chegou ao meio das coxas grossas e torneadas de Sueli e por isso quando ela voltou a sala Juca brincou: ? Isso!! Provoque bastante. ? Oh! Querido. Não que eu queira te provocar é que não tendo nenhuma outra peguei essa emprestada da Diana. Aquele \"querido\" deixou Juca meio ressabiado, mas Sueli o interpretando erroneamente se justificou: ? Precisa se preocupar com ela não porque ela ainda não voltou. ? Tudo bem! Só espero que isso não te deixe preocupada demais. ? Preocupada não, mas estou uma fera com ela, pois eu toda preocupada com ela e ela ao que parece nem está se lembrando que eu existo. Juca a abraçou e aconchegando a cabeça dela em seu peito pediu: ? Fica assim não! O bom disso é que poderemos aproveita muito melhor a ausência dela. Realmente Juca estava mais uma vez com a razão e por isso Sueli ergueu a cabeça procurando por um beijo no que foi prontamente atendida e como querendo provar o quanto concordava com ele o pegou pela mão e o conduziu para seu quarto onde mal entraram e ela passou a despir Juca deixado a ele o privilégio de livrá-la da camisola, da tanguinha e do sutiã. Mais uma vez a foda começou com ela chupando o cacete de Juca e acabou com Sueli de quatro e com a tora dele toda enterrada no cú e como ao final o gozo fez Sueli derrear de bruços levando Juca consigo o casal acabou se entregando ao cansaço e literalmente apagaram. Diana chegou cerca de hora e meia depois e antes mesmo de entrar em casa o carro estacionado na porta indicou a ela que sua mãe tinha voltado e que não estava sozinha já ao ver a cerveja e os copos sobre a mesa de centro da sala ela deduziu que sua mãe e Juca estavam no quarto e enquanto se servia de cerveja murmurou: ? Isso mesmo mamãe! É assim que se faz. Seguido a isso Diana se dirigiu ao seu quarto, mas como ao passar pelo quarto da mãe a curiosidade falou mais alto ela encostou o ouvido na porta e como ali dentro reinava o mais absoluto silêncio Diana foi abrindo a porta o mais lentamente que podia e quando conseguiu a abertura suficiente espiou para dentro dando de cara com sua mãe deitada de bruços e com Juca deitado de costas tendo um dos braços sobre os olhos para os proteger da luz acesa e então ela deparou com o cacete de Juca e quase pôs tudo a perder murmurando: ? Oh louco! Isso tem nada de lenda não. Ao que parece isso quase acordou Juca, pois ele se virou para o lado da porta, mas mesmo que tivesse acordado ela tinha sido rápida o bastante ao fechar a porta e após aguardar um pouco Diana voltou a abrir lentamente a porta e já que a posição em que Juca estava era mais favorável ela se deteve por um tempo examinando o cacete dele que mesmo estando mole já superava os maiores que ela já tinha visto e ela fez um muxoxo de espanto, apagou a luz, fechou a porta e rapidamente se dirigindo para seu quarto onde tão logo entrou se despiu e se atirou na cama murmurando: ? Pobre mamãe! Aquilo sim deve ter doído de verdade, mas talvez ela não tenha sido tão maluca a esse ponto. E como aqueles pensamentos não era em nada agradáveis Diana os baniu conseguindo assim mergulhar num sono profundo entremeados de sonhos nos quais hora era ela, hora era Sueli quem levava a tora de Juca no cú. Já que o costume acaba falando mais alto e forte que qualquer novidade foi Sueli quem acordou primeiro e não foi sem surpresa que constatou a presença de Juca em sua cama o que a fez murmurar: ? Bom, bom! O que está feito está feito. E juntando todas as forças que tinha conseguiu controlar a vontade de acordar Juca com beijos e após fazer aquela tora enorme endurecer dar uma saborosa trepada de bom dia, mas como na certa Diana tinha dado conta presença dele ali em breve seria ela que teria que prestar contas para com a filha. Como em toda manhã Sueli tomou seu banho, fez sua higiene matinal, passou o café e foi buscar o pão e o leite na mercearia perto de sua casa e foi só quando chegava de volta em sua casa que ela se deu conta de que o carro de Juca estacionada em sua porta poderia dar o que falar na vizinhança e foi com intenção de pedir a ele que o guardasse na garagem que ela entrou no quarto, mas como ele já estava no banheiro tomando o banho matinal ela entrou no banheiro dizendo: ? Bom dia! Juca abriu o box, retribuiu o cumprimento e puxou Sueli para junto de si debaixo do chuveiro ao que ela se deixou levar protestando: ? Ah! Não. Acabei de tomar banho agorinha mesmo. ? Mas, quem te disse que para isso que te quero aqui? E claro que Sueli sabia muito bem pra que Juca a queria e por isso se despiu rapidamente, agachou e passou a sugar o cacete dele ainda mole se maravilhando em ver como aquela coisa flácida foi crescendo e endurecendo até ficar dura e rígida e então ela ficando de quatro se entregou mais uma vez a Juca que após foder-lhe a boceta untou seu cacete e o cú de Sueli com creme pra cabelo e encostando a cobeçorra nas pregas daquele buraquinho mais que maltratado pediu: ? Posso? ? Claro que pode! E mais uma vez Juca fez sua pica desaparecer pela bunda de Sueli adentro e já que essa vez estava sendo ainda melhor que as anteriores ela não se conteve: ? O bom de dar o cú é que quanto mais se dá melhor fica! E dando prova disso passou a rebolar e a mover o quadril para frente e para traz conseguindo com isso que Juca gozasse bem antes do que pretendia. Terminada essa foda matinal o casal voltou a se vestir e foram para a cozinha tomarem o café da manhã e então Sueli como a perceber que aparentemente Juca não estava tão à vontade como ela gostaria e por isso perguntou: ? Por que você esta assim? Já que era quase aquilo que Juca esperava ouvir ele respondeu: ? Como sempre acabei abusando demais da hospitalidade e o que era pra se apenas uma \"rapidinha\" acabou demorando muito mais que devia. Por maior que fosse a vontade que sentia de insistir para que Juca ficasse, Sueli entendendo que quanto mais prolongasse aquele encontro mais difícil ficaria a justificativa para com Diana ela concordou: ? Sim! Com certeza essa foi uma das \"rapidinhas\" mais demorada que se tem noticia, mas cá entre nós foi boa demais, não foi? ? Sem a menor sobra de duvida que foi ótima mesmo! E mais uma vez selaram a concordância com um beijo prolongado e ao fim desse Juca se desculpou: ? Por mais que queira ficar o bom senso me diz que devo ir e por isso peço que me perdoe por deixá-la. Outro beijo foi trocado e ao fim foi Sueli quem falou: ? Sim, mas só se prometer manter contato? ? Onde você trabalha tem todos os números de telefone onde poderá me contatar caso eu demore muito a reaparecer. Mais um beijo e Sueli falou: ? Esteja certo de que me valerei disso sim! E abraçados caminharam até a porta e de lá até o portão onde após um beijo rápido Juca entrou no carro e partiu deixando atrás de si uma nova mulher pronta para daí em diante tirar o melhor proveito de tudo que a vida viesse a lhe oferecer. Fim.
A iniciação
Autor: Melissa
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-20 14:51
Tudo começou quando ainda era novinha e fui passar férias na casa de minha avó, em uma cidadezinha pequena no interior. Minha avó era uma pessoa austera e extremamente exigente com seus empregados, eles nunca ficavam juntos com a família, mas havia um empregado que por ser primo distante dela sempre pode freqüentar a casa.
Ele era um negro forte, alto, de corpo atlético e esculpido pelo trabalho pesado, pois a muitos anos ele trabalhava com ela no deposito de silos que ela mantinha após as colheitas. Era ele quem carregava sacas e sacas de arroz, feijão e milho.
Assim, todas as noites meus primos e eu nos reuníamos para jogar baralho e como sempre faltava parceiro, este primo distante jogava conosco, no início podia perceber algo diferente em seu olhar para mim, mas não ligava e então fazia mais charme para provocá-lo.
Nas partidas seguintes percebi que ele colocava sua cadeira mais perto da minha, até que finalmente sua mão alcançou a calça do meu pijama, senti sua mão passeando e estremeci e fiquei petrificada, pois nunca um homem havia enfiado a mão em minha calça de pijama. Aos poucos sua mão foi ficando mais ousada e pude sentir seus dedos acariciarem meu clitóris, o que no inicio era uma sensação desconfortável passou a ser algo gosto, porém ameacei fazer um alarme na frente dos primos, e ele ao perceber cochichou em meu ouvido que se eu fizesse algum escândalo ele contaria para minha avó que fui eu quem mandou ele por a mão e que havia ameaçado-o com a mesma fala. Assim, por medo e por estar gostando consenti e calei, durante todas as noites daquela semana sentia o João enfiar aqueles seus dedões em minha calcinha que esfregavam minha xaninha e a deixava ardida e molhada, na frente dos meus primos agia como se não houvesse nada, pois percebia que eles não percebiam nada do que rolava.
Na semana seguinte os primos foram embora para suas casas em outras cidades, eu quis continuar mais duas semanas com minha avó , ela por sua vez não percebia nada do que ocorria pois já estava acostumada com nossos jogos noturnos.
Minha avó ficava por ali por algum tempo e depois se despedia e ia dormir, sempre dizia que iria jogar mais um pouco se o João quisesse e ele sempre queria. Depois de duas noites só nós dois ele me bolinando a xaninha, ele disse que iria me por para dormir como fazia sempre, e lá no quarto naquela noite ele tirou seu pinto para fora da calça e mandou que eu o acariciasse, fiquei impressionada com o tamanho, media aproximadamente 21 cm de comprimento por 6 de diâmetro, fiquei pasma e extasiada, nunca havia visto um pinto antes.
Disse ao João que não faria aquilo, pois era pecado, então ele disse que se não fizesse tudo que ele mandasse contaria ao meu pai, quando ele viesse me buscar. Então sem outra alternativa passei a acariciar aquele pinto enorme, então João mandou que eu desse beijinhos, recusei-me e ele forçou e então mandou que eu mamasse seu pinto como fazia com minha mamadeira quando pequena, enfiei todo aquele pau em minha boca e mamei com muita força, pois cada vez que parava ele ameaçava contar para meu pai , que eu temia muito pela sua severidade. Mamei até cansar e o João gozar dentro da minha boca e me obrigar a engolir toda aquela porra, que ele dizia era meu leitinho e que seria todas as noites enquanto eu estivesse lá.
Inicialmente fiquei apavorada, mas com o passar dos dias fui gostando, estava emergindo em mim, uma garota safada e vadia.
No final daquela semana João mandou que eu fosse até o armazém , pois ele queria me mostrar algo interessante, mas que era para eu ir de saia. No sábado logo cedo após o café disse a minha avó que ia na casa de umas tias e fui lá no armazém, ver o que o João queria.
Qual não foi minha surpresa, João havia descarregado um caminhão de sacas de arroz e estava todo suado, cheirava forte, achei aquilo lindo. Quando o caminhão partiu, ele desceu as portas do armazém (depósito) e me chamou lá para o fundo, lá havia umas sacas de arroz empilhadas mais eram baixas, ele mandou que eu sentasse e tirou seu pau para fora da calça e mandou eu chupar, logo que comecei a chupar seu pau cresceu em minha boca e então ele saiu dali e em segundos voltou com uma pomada, e disse que iria me ensinar algo diferente, que esta era surpresa.
Ele mandou que eu tirasse a calcinha, e sem protestar deixei ele acariciar minha xaninha até ela ficar bem molhadinha. Depois ele começou a passar a pomada em minha bunda e a acariciar meu ânus, senti seu dedo grosso entrar em ânus e gemi de dor, ele então disse que aquela dorzinha ia passar logo, e realmente passou e ele então passou a massagear meu cu, e apesar de dolorido estava apreciando aquela massagem.
Durante um bom tempo ele ficou ali massageando meu ânus, senti que ele percebia que estava gostando, e ele massageava mais. De repente senti que ele enfiava mais um dedo e reclamei que doía, ele argumentou que passaria, assim enquanto me massageava o ânus eu chupava seu pau e senti mais uma vez sua porra jorrar em minha boca, e eu sorvi todo aquele leitinho deliciosamente.
Quando João percebeu que eu me molhava toda com aquela massagem, parou e mandou que fosse para casa. Mais uma vez disse para eu não contar para ninguém o que ocorria entre nós, pois era segredo, disse ainda que se eu contasse ele sumiria. Muito decepcionada fui para casa, esperava que à noite ele continuasse, o que não ocorreu pois ele não apareceu para o jogo.
Sabia que ele tinha um quarto lá no armazém, assim, no dia seguinte fui até lá, pois era domingo e não abriria, entrei pelos fundos, e fui direto ao seu quarto, lá chegando ele me puxou para fora me beijou na boca pela primeira vez, e disse que eu havia virado uma putinha no cio que corre atrás de macho, e que por isto iria me dar uma lição.
Exigiu que eu tirasse toda a minha roupa e ficasse de quatro como uma cadela, que era o que eu era, e começou a passar a pomada lubrificante em minha bunda e a enfiar seu dedo em meu ânus, durante muito tempo ele ficou ali massageando meu ânus, e chegou a colocar dois dedos em meu cu, fiquei louca de dor, ele disse que era o que eu queria, se não fosse não teria ido lá.
Depois de muita massagem ele disse que daria o meu presente, então senti quando ele tirou os dedos e colocou seu cacete rígido e grosso aos poucos em minha bunda, quando reclamava que doía ele parava e depois recomeçava, e sempre dizendo que a partir daquele dia eu seria sua putinha.
Aos poucos a dor foi passando e em seu lugar veio o tesão, um tesão alucinante, sentia o cacete de João entrar e sair de meu ânus, de repente ele se tornou frenético e sentia sua bolas bater em minha bunda, ele me xingava de vadia, puta safada, ordinária, e gritava que eu era dele.
Então senti todo meu corpo estremecer e pensei que ia morrer, algo quente explodiu dentro de mim, e João também estremeceu e gritava:
? Toma pica sua puta gostosa, seu cu é meu.
Depois fiquei toda frágil, mas queria dar a ele minha xaninha e ele agradeceu dizendo que deveria dar-lhe apenas o cuzinho e o corpo, mas que a xaninha seria de outro, com quem provavelmente me casaria.
Fiquei tão louca por aquilo de dar o cuzinho, que todos os dias a tarde ia ao seu encontro, e ele me fodia ali entre as sacas de arroz. Depois de algum tempo ele já não passava mais pomada lubrificante em minha bunda, seu pau deslizava naturalmente para dentro do meu cu, estava viciada em João, estava viciada em seu pau.
Sabia que ao ir embora precisaria me controlar até as próximas férias ou feriados. uando vieram as férias novamente, só pensava em voltar e ser fodida pelo João com aquele seu pau. João me esperava com uma festa, mas esta é outra história deliciosa. - Melissa Sedutora
Encontro em buteco goiano acaba em sexo grupal
Autor: Carlos Soares
Categoria: Grupal
Data: 2004-01-15 17:16
Estava eu e uma amiga entendida tomando umas cervejas num bar do setor Oeste em Goiânia quando chegou um casal de aproximadamente 30 anos e uma jovem com seus 20 e poucos. Eu e a amiga (Maria) notamos que a mulher morena trajava uma mini saia jeans com uma blusa amarrada mostrando seus seios durinhos sem sutiã. A jovem loira usava uma calça de malha bem justa e uma mini blusa, só que a calça bege deixava transparecer a calcinha que fazia um triangulo na frente e um gostoso fio dental por trás, mostrando uma bundinha durinha e redonda. O cara vestia calça Jeans e uma camiseta pólo.
O bar ficou em êxtase. Minha amiga comentou: ?esse pessoal ta procurando alguma coisa...você encara? O cara parece que não ta com nada.? Eu respondi que topava mas que o cara poderia apelar. Sabiamente ela retrucou que cara que deixa a mulher se vestir tão sensual, exalando tezão pela rua, não é de se importar, pois o que quer na verdade é sacanagem e muito sexo.
Ficamos observando o comportamento dos três por alguns minutos, podendo constatar um carinho excessivo entre as mulheres, embora o par de alianças no dedo do casal mostrava se tratar de marido e mulher. A outra seria filha? Era a pergunta que fazíamos.
Num dado momento, o bar já estava meio vazio por causa da hora, o casal se beijou ardentemente e sem descolar os lábios, a mulher, por baixo da mesa. acariciou as coxas da jovem que fechou os olhos de prazer ao sentir a mão percorrendo suas pernas até a minúscula tanguinha. Nesse momento Maria me cutucou pra ver, mas eu já estava vidrado na cena.
Minha amiga decretou: ?Meu cumpadre, vou dar em cima. Você vem??
Respondi: ?Vou!!?
Naquele dia minha esposa estava viajando a serviço em São Paulo e não tinha mesmo hora para chegar.
Algum tempo se passou e as duas foram ao banheiro. Maria sem perda de tempo foi atrás para fazer um contato. No bar praticamente vazio, só estava o dono sentado no Caixa, três garçons conversando sem dar conta do que estava acontecendo em volta, eu e o camarada com as mulheres.
Ele me olhou e eu disfarcei com receio de problemas, afinal as duas estavam com ele e eu com uma amiga ou amigo como Maria gosta de definir.
As três demoraram um bom tempo no banheiro e eu já não me continha de curiosidade em saber o que estava acontecendo quando Maria voltou e logo depois as outras duas, que foram direto para a mesa deles. Pensei: ?Já deu rolo, a Maria armou e se deu mal?.
Perguntei a ela: ?E ai cumpade? O que deu??
Maria disse para esperar um pouco que o cara tava olhando e sorriu pra mim num gesto positivo.
Em seguida foi a vez do camarada se levantar e ir ao banheiro. Qual não foi a minha surpresa ao ver a morena mandar um beijo para Maria, que retribuiu sobre o olhar e o sorriso da outra.
Com essa cena fiquei mais empolgado. Maria acenou levantando o copo como um convite para elas virem em nossa mesa. Ambas fizeram aceno para esperarmos um pouco.
O cara voltou e pude notar que estava meio tonto. Os três conversaram e o camarada olhou em nossa direção. Foi um estante difícil. Achei que ele iria apelar, mas Maria me confortou falando pra eu ficar frio que ia rolar...
A jovem loira se aproximou primeiro, cumprimentou Maria, que em seguida me apresentou. O nome dela era Paula e a outra se chamaria Helena e o marido Francisco. Elas eram amigas de trabalho que estavam juntas para curtir algo diferente, mas Francisco havia bebido um pouco mais e teria frustrado o plano delas de fazer uma suruba.
Maria então disse que não seria problema, pois nós estávamos inteiros e dispostos. Paula então fez um aceno para o casal que veio se instalar na nossa mesa.
Apresentamo-nos mutuamente e alojados pedimos outra cerveja e conversamos amenidades, foi quando Francisco se levantou pra ir ao banheiro novamente. Ocasião em que Helena nos contou que ele era fazendeiro no interior e que viajava muito, com isso as duas amigas de trabalho passaram a se encontrar e transar, embora nenhuma das duas seja entendida, apenas gostavam de sexo de todas as formas.
Com a volta dele, pudemos notar ele ainda mais de fogo. Quase não falava mais. Com isso Helena deu a idéia de irmos a um lugar melhor. Fiz então a pergunta mais lógica que cabia: ?E ele, o que vamos fazer. Ele vai??
Elas disseram que quando ele apaga só no dia seguinte.
Francisco ainda conseguiu chegar até o carro, quando ocupou o banco do carona. Helena foi na direção e Paula no banco de trás. Eu e Maria fomos no meu carro seguindo as mulheres.
Chegamos num motel da BR 153 e lá o carro delas entrou e o nosso ficou de lado. Bem mais tonto, Fernando perguntou onde estavam, ao que Helena disse ?no apartamento de uma amiga?. Ele já não percebia mais a minha presença
E não sabia de muita coisa. Levaram ele até o quarto e o colocaram numa poltrona bem confortável ele deu uma olhada em volta e apagou.
Helena apenas comentou: ?Bobinho do meu corninho vai perder o melhor?.
Aproximando de Maria pela frente se pegaram em ardente beijo, Paulo chegou por trás de Maria e fez um sanduíche de tezão.
Maria não ficou parada e enfiou a mão por baixo da saia de Helena e descobriu que ela já estava sem calcinhas. Por sua vez a morena abriu as pernas para sentir melhor os dedos da companheira. Paula se afastou um pouco e tirou a blusa e a calça de malha colante, me mostrando uma bundinha maravilhosa.
Sentado na cama eu já estava nu e com o pau latejando de ver aquela cena. Agora Maria ainda no meio enfiou o dedo no cuzinho da Helena e por trás outro na bucetinha de Paula. Ambas se contorciam de prazer.
Foi quando Maria me despertou falando: ?Como é meu camarada é tudo isso pra mim??
Me levantei e por trás da Paula encaixei meu pau naquela bundinha, sem penetrar, ela abriu as pernas para ficar nas coxas. Nós tínhamos a mesma estatura, o que facilitou os movimentos.
Helena puxou Maria para a cama e eu continuei por trás da Paula, desta vez com uma mão massageando o grelinho dela, a outra no peitinho durinor, e o pau encostado no cuzinho querendo entrar. Ela ficou na ponta dos pés.
Maria e Helena estavam num gostoso 69, fui com Paula pra cama. Chupei aquela bucetinha rosadinha e bastante molhada de tezão. As outras duas já estavam gozando.
Deitei e Paula abriu as pernas colocando a bucetinha na minha cara para chupar melhor, quando enfiava a língua naquela grutinha apetitosa. Foi quando Helena falou: ?Quero sentir um pau grosso dentro de mim...faz tempo que não dou e estou apertadinha?. E era verdade. Ela sentou no meu pau e trocava beijos com Paula. Aa três começaram a se beijar, revesadamente, enquanto Maria era bulinada em todos os seus buracos a quatro mãos: as delas.
Gozamos os três. Fomos para um gostoso banho, onde a sacanagem continuou e pude comer a gostosa da Paula que tinha um bucetinha pequena e apertada.
Depois da suruba inesquecível. Helena falou para sairmos na frente para caso o marido acordasse de repente não nos pegasse em flagrante. Ele era conservador demais. Inclusive disseram para eu não pagar a conta para não levantar suspeitas: ?Meu corninho paga, não se preocupem!?
Perguntei se nos veríamos novamente e elas nos disseram que era melhor não, pois o marido era um pouco cismado. Mas que adoraram e quem sabe nos encontrássemos novamente poderia rolar mais.
Fomos embora e nunca mias vi as duas. Minha amiga eu perdi o contato depois que fui morar no interior e voltei.
Aqui em Goiânia existem muitos casais liberais e mulheres sacanas e tesudas.
Se quiserem manter um contato para uma transa gostosa, sem envolvimento
financeiro e emocional, entrem em contato, mesmo que seja para troca de idéias, experiências, fantasias ou exibicionismo. Não se preocupem pois sei a importância da imagem das pessoas junto a sociedade, ainda bastante conservadora, e guardo e quero sigilo e discrição. Respeito à individualidade de cada um e a cama será uma conseqüência do desejo latente. A amizade e o prazer de compartilhar fantasias também é muito gostoso. Escreva e se você é da região metropolitana de Goiânia, do interior aqui na capital ou esta de passagem entre em contato. Se o casal ou mulher for exibicionista, envie fotos que mando comentários picantes para iniciar um relacionamento. Carlos Soares Carinhoso.gobr@bol.com.br
MINHA NAMORADA E O CAVALO
Autor: VIP
Categoria: Zoofilia
Data: 2004-01-15 03:28
Não é nenhuma novidade o fascínio que os cavalos causam em muitas mulheres, principalmente aquelas que já assistiram a uma cópula desses animais...
Vamos nos chamar aqui de Fernando e Daniela. Daniela é uma linda morena, alta, cabelos lisos, coxas grossas, bundinha grande e seios médios...
No último sábado resolvemos ir a uma Fazenda a convite de um amigo que lá trabalhava, bem vocês não imaginam a ansiedade de minha namorada, tremia de tesão só de estar indo até a Fazenda, ao chegar lá encontramos os proprietários um casal muito bonito que nos atendeu super bem, mas aconteceu uma coisa incrível nesta visita, o casal nos levou até um estábulo onde haviam alguns cavalos da raça Quarto de Milha, bem próximo dali havia um estábulo maior onde havia algumas pessoas que estavam colhendo semem de um garanhão. O animal era colocado em um aparelho e próximo dele havia uma égua no cio, o cavalo levando já estava com todo o cacete para fora e um dos ajudantes com uma espécie de capa envolveu o todo o cacete e imediatamente o cavalo começou a gozar era um jato tão forte, quando o cavalo estava gozando eles recolhiam aquele semem em um recipiente metálico. Quando Daniela viu aquela cena, ela mudou de cor, começou a soar, parecia que ela ia desmaiar, mas imaginem ela gozou só de ver aquilo tudo aquilo chegou a gozar, o estado dela era visível, pois sabem como ela goza e ela esta com uma sainha curta e acabou se molhando toda e até escorreu em suas pernas, ficamos muito constrangidos eu queria sair dali e ir embora, mas a esposa do proprietário Silvana viu que ela estava passando mal resolveu retira-la de lá eu todo sem graça sem saber o que fazer tentei ir junto mas fui impedido pelo rapaz Jonas o proprietário que tentando me confortar dizendo que eu não deveria me preocupar, pois era uma coisa perfeitamente natural e continuei naquele estábulo vendo aquela cena. Perguntei sobre o meu amigo, e ele disse q ele havia tido um contra tempo e não poderia estar ali, e Jonas então disse para q ficássemos para conhecer a Fazenda e quem sabe comprar alguns Nelores. Topei
Era visível que os cavalos ali dentro estavam extremamente excitados, loucos , uma barulheira tremenda, fiquei até um pouco assustado, mas aquilo para eles parecia comum, acabei vendo a coleta de semem de 4 garanhões, quando tudo terminou saímos para conhecer a Fazenda, mas não conseguia tirar da minha cabeça como estava minha namorada e Jonas o proprietário, voltava a pedir para que eu ficasse tranqüilo que tudo estava bem. Voltamos depois de uma hora e meia fomos direto para a casa dele, chegando lá encontrei Daniela com outras roupas e com os cabelos molhados, perguntei se ela estava bem e com um sorriso disse que estava muito bem, almoçamos voltamos a conversar mais um pouco. E já eram 17h00, quando Silvana nos convidou para um passeio e disse que ia nos mostrar um local especial da Fazenda, fomos até uma espécie de cabana um lugar bonito, mas um pouco retirado da casa, ao chegarmos vimos dois cavalos separados em um estábulo ao lado cabana, Silvana com auxilio de Jonas foi e retirou um dos cavalos era muito bonito todo malhado era uma cavalo lindíssimo muito bem tratado, mas olhei para minha namorada e ela estava sorrindo como se soubesse que alguma coisa ia acontecer, enquanto Silvana estava segurando o cavalo, Jonas foi atrás do animal e começou a acariciar as bolas daquele cavalo, quando percebi que as coisas estavam tomando outro rumo, fiquei atônito sem saber o que dizer ou fazer, pois nunca tinha visto aquelas pessoas e vi a pica do cavalo começar a sair ele alisava aquele cacete, foi ai que Silvana tomou a frente da situação, Daniela estava novamente toda tremula e eu totalmente perdida, Silvana pegou na mão dela e a levou próxima daquela pica e a deu para segurar, quando ela pegou gozou novamente e suas pernas ficaram tremulas e ela acabou caindo, mas foi segura por Silvana e Jonas, com a ajuda dos dois a levaram para dentro da cabana e o cavalo também entrou, lá pude ver que era um local totalmente limpo e no centro da cabana havia uma espécie de plataforma um tipo de mesa feita em madeira maciça bem longa devia ter uns 3 metros de comprimento , resolvi amparar minha namorada, ela estava com tanto tesão que ao ver começou me beijar e a gemer pedindo para que eu a chupasse sem perguntar nada, tirei a mini saia que ela estava usando toda melada e cai de boca naquela bocetinha toda melada, ela gritava, quando não foi minha surpresa, Silvana chegou perto de Daniela levantou o vestido que estava usando e fez minha mulher chupar a boceta dela, meus amigos nós nunca tínhamos participado de nada como aquilo, Silvana gozou e o Jonas só observava tudo que acontecia, nisso Silvana foi até o cavalo e começou a chupar aquele cacete devia ter uns 60 cm preto com algumas manchas, mas ela queria mais esfregava aquela pica na buceta, Jonas não fazia nada, eu já com meu pau todo para fora Daniela começou a chupa-lo e olhava para Silvana, louca para fazer o mesmo, foi ai que Silvana deitou na plataforma que dava na altura da barriga do cavalo e este apesar de estar com o cacete totalmente endurecido parecia ser calmo e permitia que Silvana conduzisse aquela pica até sua buceta que foi acomodando aquele pau com naturalidade, pois era uma buceta bem elástica que pude comprovar depois ela parecia uma cobra se movendo com aquele mastro atochado na buceta devia ter mais ou menos uns 18cm o diâmetro daquele pau devia ter uns 12 cm ou mais, enterrado dentro dela ela gritava, Daniela vendo aquilo foi até lá e alisava o resto da pica que estava para fora o cavalo começou a relinchar, mas não sai do chão, não pulava ele era totalmente obediente aquela situação parecia estar já acostumado a tudo aquilo Silvana urrava e gozava como uma louca foi, Daniela pedia para deixar ela sentir tudo aquilo, Silvana segurou no pau e começou a subir e a descer, subir e descer como se aquilo fosse um corrimão, quando aquele pau saiu dava para ver o útero inteiro dela, Daniela toda melada tomou o lugar de Silvana. Ela se acomodou e abriu suas coxa deixando sua boceta toda aberta..Silvana disse que Daniela ainda não estava preparada e não suportaria a pica de um cavalo..foi ai q ela chamou Jonas...Ele chegou e começou a beijá-la..desceu com as mãos até a sua bocetinha...enfiou um dedo e começou a acaricia-la..enfiou 2...3..e o quarto...Daniela parecia suportar e o pior, estava gostando..foi quando ele enfiou fechou as pontas dos 5 dedos e enfiou em sua bocetinha...Eu não podia acreditar no q estava vendo..minha namorada sendo arregaçada pela mão de um estranho...Ele enfiava e tirava a mão..foi quando Silvana percebeu q boceta da Daniela estava bem dilatada...
Sivana se dirigiu ao cavalo e com carinho pegou aquela jeba, abriu bem as pernas da Daniela e começou a introduzir a ponta daquele pau, mas a buceta dela é apertada e ela começou a gritar dizendo que estava sendo rasgada, parou um pouco para espera que a dor parasse, nisto Jonas veio pegou um pote de vaselina e enfiou a mão e começou a esfregar na buceta de Daniela e no pau do cavalo ele chegou a por os 5 dedos dentro dela de novo dai Silvana novamente conduziu aquele mostro na buceta de minha namorada, que começou a deslizar com facilidade louca e sentia tocando o útero ela chorava de prazer e dor ficou tomada pela situação e começou a segurar no pau e fez o mesmo movimento que Silvana fazia antes e começou a gozar, seu gozo misturado com a vaselina espumava nisso Silvana viu que eu estava louco para enfiar minha pica em algum lugar e ficou de 4 e pediu ?come meu cu, imagina que vc é o cavalo q come sua namorada? não pensei duas vezes, vendo Daniela se divertindo com aquele pau fui correndo comer aquela mulher que coisa maravilhosa era tudo aquilo, fui metendo como um animal, conseguia sentir minhas bolas batendo na buceta de Silvana, dai comecei a tirar do cu e por na buceta dela que entrava com uma facilidade tremenda , quando Silvana gozou ela pediu para que Daniela saísse que era a hora do Anjo como ela chamava o cavalo gozar, Daniela estava adorando..e o cavalo copulava em sua boceta num vai e vem super gostoso. O pau do cavalo saiu com alguma dificuldade e Silvana mais q depressa começou a lamber aquele pau e a movimenta-lo com uma participação tremenda , dai foi quando vi o cavalo se transformar, ele subiu na plataforma, pulou umas duas vezes relinchou e veio um jato muito forte de porra que banhou Daniela, aquele jato jorrou no seu corpo rosto cabelo ela estava toda melada um cheiro forte tomou conta do ambiente, Silvana depois que o cavalo jorrou a maior parte da porra ela começou a chupar aquele pau ainda lambuzado ela estava toda melada também seu rosto cheio de porra e Jonas não fazia nada ainda estava com roupa e eu vi minha namorada sorrindo de felicidade, esfregava toda aquela porra no corpo lindo e pediu para que eu a abraçasse o que fiz com muito prazer, pude sentir aquela sensação gosmenta e quente, logo chegou Silvana e começou a nos beijar e a se esfregar e nós dois, durante este tempo Jonas levou o cavalo para fora da cabana comecei a ser chupado pelas duas e deitei na plataforma e Daniela veio por cima de mim e sentou em meu pau e começou a me cavalgar e me chamava de cavalo, passava a mão no corpo e esfregava em mim Silvana, subiu também na plataforma onde eu estava deitado e sentou no meu rosto e esfregava aquela buceta na minha cara ela segurou meus cabelos e começou a foder com minha língua e logo gozou na minha boca, mas enquanto Daniela trepava como uma louca em mim Silvana desceu da plataforma e foi até um armário e pegou um consolo um pouco maior que meu pau e o enfiou no pote de vaselina e o retirou subiu na plataforma e logo e disse a Daniela que ia fode-la também, meus amigos vocês não fazem idéia o que foi ver aquela cena, minha namorada sendo possuída por uma mulher e por mim que coisa gostosa, Silvana se aproximou por trás de Daniela enquanto ela cavalgava em mim e colocou o consolo no cuzinho dela, ela gritava, chorava, gozava e Silvana a comia como uma louca, estavamos fazendo uma DP. Gozamos eu já quase não agüentava mais, quando Silvana pediu a Daniela que fizesse o mesmo e a possuísse, então troquei de lugar com Daniela, qe deitou e Silvana sentou em cima dela fazendo aquele consolo sumir todinho, ai eu fui por trás e enfie em seu cuzinho, que tesão, elas gritavam, se arranhavam, mordiam uma a outra foi ai que tirei meu pau de dentro dela e fiz uma dupla penetração na buceta de Silvana que deu um grito forte e Jonas entrou e começou a assistir tudo sem participar de nada ele nem se masturbou, voltamos a gozar. Tudo aconteceu de uma maneira tão natural e sem querer acabamos conhecendo um casal que adora a zoofilia, Jonas não participou o negocio dele mais é ver e depois comer a mulher dele, ele me disse depois que faz isso com muito prazer, mas nunca envolveu ninguém no relacionamento, tudo o que aconteceu foi natural e muito bom. Ele as vezes coleta porra de um cavalo e a noite ele injeta toda a porra na buceta e no cu da Silvana e mete naquele melado ele adora. Contamos nossas experiências com os cães e Silvana disse que esta louca para ter uma experiência com Lord, bem no final de tudo não comprei nenhum Nelore, pois Silvana acha que não é muito seguro ficar com um animal sem muita experiência e ainda tenta-lo fazer participar de nossas fantasias então sempre que tivermos vontade é para nós irmos a Fazenda e lá poderemos fazer o que quisermos e lógico ela quer participar. Finish
Dominação...
Autor: Edu
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-13 23:03
Quem durante a vida, de uma forma ou de outra, não cometeu algum pecado? De grandes pecados a pequenos deslizes a verdade é que todos nós de uma forma ou de outra vivemos em pecado. Dentro desta realidade, passo a narrar a vocês nas linhas abaixo o maior de meus pecados, que na verdade não é um só pecado, mais vários, que vão se multiplicando a cada nova ação e a cada dia me da mais prazer" Sou casado há vários anos, um casamento feliz em todos os sentidos, eu e minha esposa sempre nos entendemos muito bem, e sempre fui uma pessoa caseira, recatada e muito discreta, do tipo da pessoa que mora a muito tempo num local e nem conhece o vizinho do lado. Tudo começou a mudar quando conheci Débora, uma moça muito bonita de 20 anos, cabelos pretos, lisos e longos, rosto angelical, seios médios, nem magra, nem gorda, na medida, recém-casada, evangélica, tímida e meiga e para completar descobri que havia se mudado para um apartamento que ficava dois andares abaixo do meu, moro no 6o. andar. Desde que a vi, quando subimos juntos o elevador, não a tirei mais da cabeça, era incrivel como aquela mulher mexeu comigo, e nós nem fomos apresentados, foi só de ve-la, para depois aos poucos e com muito jeito ir conseguindo informações sobre ela e sua vida. Soube por exemplo, que ela e o marido moravam sós no apartamento, ainda não tinham filhos, eram muito reservados, não tinham amizade com quase ninguém no prédio. Fiquei imaginando uma maneira de me aproximar dos dois, de fazer amizade, ganhar a confiança, essas coisas. Por também ser muito caladão e na minha, comecei a achar que o caminho até uma possivel aproximação seria longo. Até que o destino começou a me ajudar. Um dia, eu estava chegando do trabalho, hávia estacionado o carro na minha vaga na garagem e me dirigia ao elevador, quando notei uma mulher que saia do carro e estava toda enrolada para segurar vários pacotes de supermercado, me aproximo com o intuito de ajudar e para minha surpresa e satisfação era Débora, que toda desajeitada, tentava fechar o carro e equilibrar os pacotes, me aproximei e pergutei se poderia ajuda-la, ela se virou para mim e com um sorriso agradeceu. Peguei dois pacotes e nos dirigimos para o elevador, entramos e sem trocarmos uma só palavra Débora apertou o botão para o quarto andar. Rapidamente chegamos e então nos dirigimos para a porta do seu apê. Ela abriu a porta, pediu que eu entrasse e que colocasse os pacotes em cima da mesa da sala. Logo depois ela se aproximou de mim e com um sorriso se apresentou me estendendo sua mão macia, eu também me apresentei lhe dizendo que me chamo Breno, e que sou seu vizinho do 6o. andar. Ela muito gentil e agradecida, perguntou se não aceitaria um cafezinho que ela tinha feito antes de ir ao supermercado, eu prontamente aceitei e ela me convidou para sentar no sofá da sala enquanto ela iria até a cozinha buscar o café. Enquanto tomavamos o café com uns biscoitinhos, começamos a conversar, foi então que ela me disse que estava morando a pouco no prédio, que era casada a pouco mais de dois anos, que seu marido era missionário e estudava para se tornar pastor, que resolveram não ter filhos por enquanto e essas coisas. Eu por minha vez, também falei de algumas coisas sobre minha vida, e disse que ela deveria conhecer minha esposa, pois apesar de já morarmos a mais de 5 anos no prédio, tinhamos pouquissimas amizades, e que ela e o esposo seriam muito bem vindos lá em casa, ela agradeceu e também se disse solitária com o marido, aproveitei para convida-los a almoçar no domingo lá em casa, ela ficou de combinar com o marido e dar uma resposta, dei então o número do meu telefone e do apartamento caso ela quisesse dar a resposta pessoalmente ou mesmo fazer uma visita. Nos despedimos. Depois deste contato é que não tirava mais Débora da cabeça mesmo, sonhava com ela, pensava nela quando estava só, quando não estava também, no trabalho, em casa, enfim, aquela mulher estava se tornando uma obsessão. Passou-se o domingo e ela não deu sinal de vida, para mim foi uma decepção, procurei não demonstrar para não levantar suspeitas em minha mulher. Passados uns dois dias, resolvi criar coragem e ir até o apartamento de Débora. Lá chegando ainda exitei em tocar a campainha, afinal o que eu diria, nós mal nos conheciamos. Resolvi ariscar. Passados alguns segundos, Débora surgiu, linda como sempre, com uma saia abaixo do joelho, com sempre usava e uma blusa muito discreta que nada deixava a mostra, quando me viu, entre espantada e ansiosa, perguntou se não queria entrar. Entrei rapidamente e fui logo perguntando porque ela não fora almoçar em minha casa, ela disse que havia falado ao marido, porém ele não quis ir, alegando que não iria na casa de uma pessoa que ele nem conhecia, muito menos para almoçar, ela pediu que não eu ficasse chateado, que o marido era assim mesmo, arredio, de poucas palavras e muito compenetrado, na missão de se tornar pastor, eu disse a ela que não tinha problema, que eu entendia, mas disse também que independente de qualquer coisa, se ela quisesse poderia ir a minha casa, conhecer minha esposa, que eu tinha certeza que as duas se dariam bem, ela agradeceu e disse que na primeira aportunidade iria sim, pois estava mesmo precisando ter contato com outras pessoas, que não fossem unicamente da igreja que frequentava com o marido. Aproveitou para me oferecer um outro café com biscoitos, o que aceitei prontamente, afinal era uma oportunidade a mais para nos conhecermos melhor e conversarmos mais sobre nós e de estar perto daquela belesura. Conversamos muito e sobre vários assuntos, inclusive religião, aproveitei para dizer a ela que sou católico não praticante, que não me ligo em igreja e acredito em Deus sem precisar viver numa igreja, ela me disse que era crente desde pequena, que os país já o eram, que ela conheceu o marido na igreja, que se apaixonou e que a familia fez muito gosto na união, entre namoro e casamento foram quatro anos, ele fôra seu primeiro e único namorado, disse que teve como não poderia deixar de ser uma educação rigida, dentro dos preceitos religiosos, que o marido sempre a respeitou. Fiquei até espantado, com a forma que ela se abria para mim, quer dizer de repente ela estava me falando sobre coisas que talvez só fosse falar quando nós já nos conhecessemos a muito tempo, exatamente pelo fato de ser uma pessoa muito recatada. Aproveitei o embalo para perguntar se ela nunca havia pensado em ser diferente, quer dizer se quando solteira, ela não pesanva em ter uma vida mais animada, indo a festas, conhecer outras pessoa, estas coisas da juventude. Ela me disse que não, pois desde cedo ela só havia conhecido este modo de vida, e que gostava que fosse assim, sempre dedicada a familia e a religião, e agora ao marido também, principalmente pelo fato dele querer ser pastor, o que exigia por parte dela uma dedicação bem maior. Saí da casa da Débora com uma certeza, eu teria que mostrar a ela outras coisas da vida, só não sabia ainda como faria isto. Teria que mostrar a ela que havia um outro lado da moeda e fiquei maquinando uma forma de conquistar aquela mulher que tanto me fascinava. Cheguei em casa cansado por mais um dia de trabalho e ao abrir a porta uma surpresa, Débora e minha esposa conversavam animadamente na sala, me aproximei e minha esposa me disse: "Olhaí Breno, finalmente conheci a Débora, ela criou coragem e resolveu me fazer uma visita." . Olhei para Débora, que sorria animadamente e me senti feliz pela aproximação e por ela ter vindo expontaneamente até minha casa. Ficamos os três conversando animadamente por um bom tempo, até que Débora olhando para o relógio disse que precisava ir pois seu marido estava pra chegar e não gostaria que ele não a encontrasse em casa. Nos despedimos. Porém Débora prometera que na primeira oportunidade viria novamente bater papo com minha mulher. Passaram-se alguns dias e nada de eu avistar a Débora, então mais uma vez resolvi agir, antes de ir para o trabalho, resolvi passar pelo seu apartamento para saber se estava tudo bem, toquei a campainha e ela apareceu. Perguntei se tava tudo bem, já que ela havia sumido, ela disse que sim, e perguntou se não queria entrar um pouco, agradeci e me sentei no sofá, ela disse que o marido havia viajado a três dias, para uma missão evangélica em outro estado e que só voltaria daqui a uma semana, e ela preferiu não sair, indo apenas a igreja e a casa da sogra vez por outra. Disse a ela que ela poderia ir lá em casa a qualquer hora, para não ficar tão solitária que isto não era bom, e que eu e minha esposa, estariamos sempre a disposição para um bom papo. Ela sorriu, agradeceu e como das outras vezes perguntou se não aceitaria um cafezinho, eu aceitei. Ela foi até a cozinha e logo em seguida voltou dizendo que iria demorar só um pouquinho pois ela iria fazer um novo e voltou a cozinha. Imediatamente, comecei a sentir um desejo louco por aquela mulher, algo estranho e gostoso, afinal estavamos os dois a sós, não haveria perigo do marido aparecer e minha esposa achava que eu estaria no trabalho, porém me lembrei de um detalhe: o carro na garagem. Quando minha esposa saisse para o trabalho fatalmente veria meu carro estacionado. Imediatamente me dirigi a porta da cozinha e falei para Débora que iria dar uma saida mais já voltava, ela não deve ter entendido nada, mas de qualquer forma disse que pelo menos quando eu voltasse o café estaria pronto. Mais do que depressa, desci pelas escadas, peguei o carro na garagem e fui até um estacionamento que fica a duas quadras da minha casa. Lá deixei o carro e voltei a pé para o prédio onde moro, entrei e o porteiro não me viu, subi rapidamente as escadas e estava de novo na porta de Débora, ela abriu a porta e espantada disse: "Nossa, parece que você estava correndo? ", apenas sorri e entrei. Ela fechou a porta e se dirigindo para a cozinha disse que já voltava. Eu imediatamente fui até a porta e fechei de chave, tirando a chave e colocando sobre a mesa, em seguida me dirigi para a cozinha, onde encontrei Débora de costas entertida no fogão. Sem dizer uma palavra, fui me chegando até ficar a um passo de suas costas. Respirei fundo, criei coragem e então ataquei. Dei um passo a frente e me encostei em suas costas, imediatamente passe as mão em volta de seu corpo e a abracei por trás, ao mesmo tempo minha boca alcançava seu pescoço que passei a beijar. Ela, entre assustada e incrédula, fez um movimento brusco tentando se soltar e se afastar de mim, e com desespero na voz, me perguntava o que era aquilo, se eu estava doido, que aquilo era um absurdo, que ela iria gritar por socorro. Eu como que tomado por uma força estranha, não me abalava e com mais coragem ainda, tendo ela presa por um dos meus braços e permanecendo de costas para mim, comecei com a outra mão a rasgar sua blusa, arrebentando com os botões e deixando-a pouco a pouco desnuda. Ela continuava brigando, deu um grito, imediatamente tapei sua boca com a mão, ela se debatia. Eu sem falar uma palavra mais com uma incrivel determinação arranque-lhe o sutien, fazendo com que os conchetes se arrebentassem e seus lindo seus ficassem livres, ela instintivamente colocou os braços sobre os peitos, eu agora ensandecido, desci uma mão por suas coxas, chegando a sua buceta que agarrei por cima da saia, ela se desesperou mais ainda tentando agora se disvencilhar com mais força. De nada adiantava seu esforço, porque eu muito mais forte do que ela a mantinha sob o meu domínio tampando sua boca com uma das mãos, apertando-a contra meu corpo com o braço e com a outra mão esfregava já com certa força sua xoxota, e minha boca, chupava sua nuca e seu pescoço por entre seus longos cabelos. De repente de-lhe uma mordida no pecoço, ela reagiu tirando as mão do peito e tentando acertar minha cabeça, eu então subi a mão que estava entre suas pernas para seus seios que passei a acariciar, ela continuava desesperada, tentando se disvencilhar do meu corpo de qualquer maneira. Meu pinto já durissimo, acariciava sua bunda sem pudor. Foi quando minha mão que acariciava seus peitinhos atingiu o biquinho de um dos seis e resolvi apeta-lo com força ao mesmo tempo em que minha boca malhava sua nuca e seu pescocinho, foi o suficiente para ela soltar um suspiro profundo. Apertei com mais força e um gemido quase me fez gozar alí mesmo de tão delicioso. Senti que a estava dominando e que sua força começava a se esvair, para não perder o pique, puxei sua boca para perto da minha e beijei seus lábios que agora permaneciam cerrados, dei então um novo aperto no biquinho e ela suspirou de novo, enquanto minha boca colava na dela e minha lingua a invadia vitoriosa, no mesmo momento minha mão agora livre de sua boca correu para o meio de suas pernas, que ela num último relance de resistencia tentou fechar, dificultando minha ação. Desci então a mão por baixo de sua saia e fui subindo até seu monte de vênus, que comecei a acariciar sobre a calcinha, enquanto o dedo medio fugia para entre suas pernas a procura da paraíso. Notei logo que sua gruta já estava encharcada e comecei um vai e vem com meu dedo ainda sobre a calcinha, com a outra mão acariciava os dois seios quase ao mesmo tempo, e minha boca continuava a beija-la, no que seguramente foi o beijo mais longo que já dei na vida, ela já sem reação correspondia ao beijo ao mesmo tempo que discratamente começava a acompanhar o vai e vem do meu dedo com os quadris enquanto eu esfregava mais e mais o pau na sua bunda. Neste ritmo, sua respiração foi ficando cada vez mais ofegante, entrecortada por gemidos e dali a pouco ela gozou de uma forma animalesca, selvagem, jogando seu corpo de encontro ao meu que quase cai com a força que ela fez. A seguei com força para que não caisse. Peguei-a nos braços e a levei para o quarto, sem que ela esboçasse reação. A deitei na cama, tirei a camisa, a calça, a cueca e as meias, sempre olhando fixamente para ela, que deitada de olhos semi-cerrados, continuava sem reação. Subi na cama e levantei sua saia, deixando sua calcinha branca a mostra, pude então ver seu monte de vênus ainda sob a calcinha, era lindo, bem pentelhudo, abri suas pernas ao máximo e aproximei minha boca de suas coxas, ela tentou fechar as pernas, mas com as mãos as mantive escancaradas, lambi suas coxas completamente, dando mordidinhas nas partes internas, fui subindo até chegar na xoxota, que passei a lamber por cima da calcinha, morder, chupar, engolir com minha boca, ela ficou inquieta num primeiro momento, mas logo estava gemendo baixinho, eu continuava como doido, explorando aquela xoxota maravilhosa ainda por cima da calcinha que já estava toda ensopada tanto por minha saliva quanto por seus sucos, ela começou a puxar minha cabeça com a mão, como que querendo que todo o meu rosto entrasse na sua buceta, arranquei sua calcinha com minha boca, puxando por suas pernas até tirar por seus pés, aproveitei para chupar seus dedos da perna, e fui subindo pelo tornozelo, coxas e voltei novamente a sua mata, e como era cabeluda, agora livre a calcinha passei a explora-la com mais sofreguidão, levantei suas pernas ao máximo, deixando na posição de frango assado, completamente exposta, e chupei mais e mais sua buceta alternando com descidas até seus ânus que passou a ser explorado por minha boca, com a maior das intimidades. Nestas alturas a temperatura naquela cama já estava nos 50 graus. Débora, completamente dominada, se entregava mais e mais, se contorcendo, gemendo e quase gritando de prazer, meu pau estava tão duro que parecia que as veias iriam saltar para fora. Me detive então no seu grelo, que estava super inchado e vermelho e praticamente o engolia entre chupadas e mordidas, não aguentando mais o tesão Débora explodiu num gozo maravilhoso, gemendo alto e falando palavras desconexas e se arreganhando inteira a minha sanha de macho, que continuava impassivel a chupa-la, fazendo-a desmaiar entre espamos e espamos de gozo. Tranquilamente enxuguei meu rosto com o lençol e me deitei ao lado de Débora, que começava a se recuperar, assim que abriu os olhos a beijei, enquanto a beijava pousei sua mão sobre o meu pau, ela tirou a mão e parou de me beijar, ficou me olhando com cara de incrédula, eu sem perda de tempo coloquei de novo sua mão em volta do meu pau e comecei a fazer um vai e vem com a mão dela, ela continuava a me olhar, então resolvi atacar outra vez. Me ajoelhei com a rola dura perto do seu rosto e disse: "Faltou eu gozer meu amor. Bota esta boquinha aqui na minha rola e me chupa bem gostoso." Ela tentou argumentar que nunca havia feito aquilo, que não sabia como fazer e que não queria, era pecado e estas babozeiras todas, eu sem me abalar aproximei ainda mais o meu ferro de sua boqueinha, peguei sua cabeça com as duas mãos, encostei a cabecinha do meu pau em seus lábios e disse bem sério: "Abre a boca cadela e chupa o meu pau como se fosse o mais gostoso dos sorvetes, lambe ele todinho, chupa as bolas e depois enterra ele nessa tua boca que eu quero fuder ela bem gostoso, agora faz isto bem rápido porque eu já estou perdendo a paciencia com você sua puta.", e puxei a sua cabeça mais ainda enterrando seu rosto nos meus pentelhos, ela bem devagar passou a ponta da lingua bem de eleve nas minhas bolas, eu forçando mais ainda sua cabeça, depois passou a lingua pelo corpo do meu pau e foi subindo até a glande, onde passou a pontinha da lingua, voltando e dando lambidas até o chegar ao saco. Eu ordei: "Chupa as bolas, piranha! ". Ela obedeceu, chupando uma e depois a outra, subiu de novo entre lambidas até a glande e então encostou os lábios na cabecinha da minha rola dando um leve beijinho. Eu então dono da situação dei nova ordem: "Bota todinho na boca, minha escrava. ". Mais uma vez Débora não reagiu, apenas abriu a boquinha o suficiente para ir engolindo a cabeça da minha rola que foi pouco a pouco sendo devorada por sua boquinha sedenta. Comecei a apertar sua cabeça e a puxa-la fazendo com que ela ficasse indo e vindo ao meu comando, num vai e vem delicioso, Débora no inicio estranhou um pouco, mas aos poucos foi se acostumando com aquela nova forma -para ela- de invasão. Fiquei um tempão naquela massagem gostosa, de vez em quando esticava as mãos e apertava os peitinhos da minha amante, que gemia entrecortado pela rola implacável. Depois de um bom tempo nesta gostosura, resolvi acelerar os movimentos e passei a entrar e sair daquela boquinha cada vez mais rápido até que não aguentado mais comecei a gozar em jatos fortes, que saiam em profusão, Débora tentou tirar a boca mas eu não deixei apertando sua cabeça contra a minha rola com mais força e disse arfante: "Engole minha puta, engole o gozo do teu macho, deixa a minha rola bem limpinha até a última gota em quero na sua garganta." Débora então sem saída e até para se livrar mais rápido começou a engolir meu semem, até o fim. Nào aguentando mais desabei exausto ao seu lado. Ela largou o meu pau e também se deitou cansada. Dei um tempo e me aproximei outra vez do seu rosto, dando-lhe um beijo na face. Ela como que tivesse acordando de um sono profundo perguntou: "O que está acontecendo? " Eu imediatamente respondi: "Você ainda não sabe? " e continuei: "Pois eu vou lhe dizer, você está sendo possuída, dominada e escravizada por um macho que a partir de hoje vai fazer tudo com você e cada vez com mais intensidade, você se tornou a partir de hoje minha puta, minha fêmea, minha escrava, que vai ser submissa a mim enquanto eu quiser." Enquanto falava estas coisas percebi meu pau dando sinal de vida e Débora ficando ruborizada e os bicos dos peitinhos ficando durinhos. Então continuei: "Você descobriu a partir de hoje algo novo e nunca mais você vai se livrar deste tesão, minha cadela, onde você estiver vai ficar molhadinha quando se lembrar das loucuras que ainda vamos fazer, vais ser minha puta em todos os sentidos, em todas as posições e de todas as formas possíveis." Enquanto falava, passei a sugar os seis do meu amor que ficaram inchados de tanto tesão, minha mão correu seu corpo parando na xoxota que mais uma vez passei a dedilhar, só que desta vez com vários dedos, e continuava com o falatorio, num tom de voz mais baixo: "E não adianta você querer fugir desta sua nova realidade, porque vou lhe viciar em todos os sentidos do sexo, e você fará tudo como o seu amo mandar, ouviu minha escrava? " E mordia seu biquinho eriçado e ela gemia. E perguntava outra vez: "Você não ouviu cadela, responda a seu mestre, dono e senhor, quando ele perguntar? " E já gozando completamente entregue, Débora entre gemidos disse: "Entendi meu feitor, eu sou sua, totalmente sua, me possua, que eu serei sua escrava para sempre. " E gozou abundantemente. Eu já não aguentando mais abri as pernas de minha amada me posicionei entre elas, coloquei a cabeça da rola na porta de sua xoxota totalmente entregue e fui enfiando até o fim de uma vez, quando senti seus pentelhos no meu, passei minha mão em volta de sua nuca e dirigi sua boca para minha e a beijei loucamente iniciando um delirante vai e vem, ela enlaçou as pernas nas minhas costas e se entregou totalmente, ficamos nos esfregando em indas e vindas intermináveis e até que um bom tempo depois gozei, gozei e gozei até urrar, urrei e logo em seguida ela também não resistiu e gozou me mordendo o pescoço com a vontade de uma louca. Depois veio a paz e o silencio na cama, durante longos minutos ficamos inpassiveis nos recuperando, daquela que foi sem dúvida a melhor trepada da minha vida, passado este tempo, voltamos a nos encarar. Ela sorriu e me disse: "Sou tua. Você é o homem que realmente me fez sentir mulher, tudo aquilo que você me disse é verdade. Agora tenho certeza que vou me viciar e vou querer sempre e cada vez mais loucamente, e quer saber, vou passar por cima de tudo, princípios, religião, fidelidade, mas jamais irei abrir mão de ter você perto de mim, você será o meu homem sempre." . Nos beijamos, aquelas palavras só me fizeram ficar com mais tesão e apesar de tudo eu queria te-la logo por completo para que meu domínio fosse total e irrefutável, então recomecei as caricias que agora ela aceitou e também participou massageando a minha rola com tesão. Num gesto brusco a virei de bruços, levantei seus longos cabelos e passei a lamber, beijar e chupar sua nuca, seus ombros, seus costas e fui descendo até chegar ao meu objetivo maior, suas nádegas, que passei a morder e dar tapinhas, Débora imediatamente começou a gemer ofegante, abri sua nádegas e lambi, beijei e chupei seu ânus, Débora em transe começou a rebolar na minha cara, enquanto eu colocava ela de quatro. Enfei o dedo indicador no cuzinho de minha amada que começou a piscar, enquanto chupava suas nádegas como louco, Débora não parava de rebolar, então enfiei um segundo dedo, ela gemeu mais alto ainda, comecei a ir e vir com meus dedos bem fundos em seu cú, enquanto cobria o seu corpo com o meu e começava a chupar sua nuca, Débora já rebola desesperada, então resolvi que era o momento. Tirei meus dedos de seu cuzinho, me posicionei bem atrás de sua bunda, mirei a cabeça da rola para seu cuzinho piscante e fui forçando bem devargar, para doer pouco. A cabeça foi entrando lentamente, quando chegava no meio eu voltava e depois repetia para que meu amor se acostumasse bem com a minha chapeleta. Aproveitava para dar uns tapinhas nas nádegas de minha puta, ela gemia. Empurrei mais um pouco e a cabeça entrou. Ela gemeu mais alto. Resolvi enfiar o resto de uma vez, e foi o que fiz, enterrando, até sentir os meus pentelhos encostarem naquela bunda deliciosa, Débora, fungava e ufava. Desci a mão para o meio de sua xoxota molhada e comecei a massagear seu grelinho, a outra foi direto para os peitinhos da minha pirainha, minha boca tomou conta de sua costa, nuca, ombros e pescoço e minha pica começou um potente vai e vem, que fiz questão durasse o máximo possivel. Débora, depois de uns momentos levando no cú, voltou a rebolar e jogar a bunda mais e mais para mim, eu a tendo completamente dominada, massageava cada vez com mais força seu grelo, seus peitos e mordia de deixar marcas, a nuca e as costas. Nesse ritmo chegamos ao extremo do extremo do gozo não aguentando mais ambos nos derretemos em um orgamo louco, inebriante, total. Gozei até a alma naquela bunda e minha Debi, gritou como uma cadela no cio até o último momento de sua lucidez. Os dois caimos quase desmaidos, sem forças, sem escrúpulos. Continuamos nossas vidas de casados e de pessoas discretas, como se nada tivesse acontecido, continuo meu casamento feliz, com minha esposa perfeita que nada desconfia, e Débora continua devotada ao marido, evangélica ferrenha e recatada aos preceitos. Isto para todo mundo, porém quando estamos a sós nos transformamos ela passa a ser minha escrava, submissa, amante disposta a tudo para agradar ao macho e eu sou seu amo, senhor e feitor, que a submeto aos meus caprichos, a domino e a possuo da forma e na hora que quero. Jamais pensamos em mudar nossas vidas pois somos muito felizes assim, e pretendemos continuar por muito tempo, pois isto é só o começo.
Os vizinhos
Autor: Romoaldo Carneiro
Categoria: Grupal
Data: 2004-01-13 19:27
Tudo aconteceu numa noite quente de verão, eu e minha esposa fomos passar um final de semana no litoral.
Pegamos a estrada na sexta-feira logo pela manhã, ela vestindo um shortinho muito curto e uma blusinha branca coladinha que marcava os biquinhos dos seios, logo vi que a viagem prometia. Ela estava mais excitada do que de costume, e ao parar num posto de gasolina ela saiu, (uma mulatinha clara, cabelos encaracolados longos, peitinhos pequenos e durinhos, uma cintura fina, duas coxas grossas e definidas e uma bundinha empinadinha) e foi comprar água.
Logo vi que minha esposa estava, como sempre, chamando a atenção dos homens que ela cruzava pelo caminho. E ela também percebia, e provocava rebolando e empinando a bundinha, achando que eu não estava olhando. Confesso que fiquei um pouco excitado ao ver o interesse dos homens pelo corpo lindo que minha esposa tem!
Ela voltou e com um olhar bem safado me beijou, eu dentro do carro e ela fora, claro que sua linda bundinha ficou praticamente na cara do frentista.
Passou, pegamos a estrada novamente, mas a cena ficou martelando em minha cabeça, eu nunca tinha visto ela tão excitada e exibida daquele jeito!
Chegando na casa que alugamos para o final de semana, nos instalamos e fomos logo para a praia aproveitar a sexta-feira, ela toda gostosinha e fogosa me excitava dizendo que este final de semana seria incrível e inesquecível (mal eu sabia que seria mesmo).
Passamos um dia divertido, brincamos na água, namoramos, ela me deixava muito excitado com suas brincadeiras de menina safada. Bebemos algumas cervejas e caipirinhas, há como ela fica safada quando bebe um pouco!
O pôr do Sol foi mágico, lindo, e ela cada vez mais me provocando, não resisti e voltamos para a casa, mas lá chegando percebi que na casa vizinha havia uma pequena bagunça, eram quatro jovens amigos conversando no quintal onde havia uma piscina, que por sinal tinha um muro de divisa com a casa que alugamos, tão baixo que pudemos vê-los e eles nos viram.
Minha esposa cumprimentou os rapazes e eles cumprimentaram muito simpáticos e já um tanto quanto embriagados. Convidaram-nos para tomar um banho de piscina, a principio recusamos, pois estávamos em ponto de bala.
Entramos e fomos tomar um banho, enquanto eu ia preparar mais uma bebidinha minha esposa ficou tomando seu banho, da cozinha pude perceber que a conversa na casa vizinha tinha acabado misteriosamente, olhei pela janela, e foi quando vi todos os quatro rapazes olhando para a nossa casa. Fiquei bravo, mas curioso e fui olhar, e pra minha surpresa minha esposa tinha deixado um espelho voltado de forma que os rapazes pudessem olhar ela tomando banho.
Fiquei olhando a cena, ela claro, uma delicia de mulher, e os rapazes na flor do tesão, a água molhando aquele corpo escultural, ela passando o sabonete, percorrendo bem devagar todas as curvas e detalhes só pra ver o que aconteceria.
Eu nunca tinha sentido algo assim, meu cacete começou a endurecer, senti um tesão que nunca havia experimentado, isso me assustou um pouco, mas deixei rolar só pra ver onde isso ia parar.
Os rapazes estavam deliciados com a cena, com o presente que tinham ganhado, voltei para o banheiro e falei para a minha esposa que eu ia tomar banho e era pra ela sair, tirei o espelho do lugar que ela tinha colocado e coloquei num lugar onde eles poderiam vê-la trocando de roupa. E foi o que aconteceu, terminei meu banho e falei para ela que eu não queria possuí-la naquele momento.
Ela achou esquisito, mas eu falei pra ela colocar um biquíni bem pequenininho, ela achou muito estranho, pois o Sol já tinha se posto e era quase noite. Vamos para a praia? Perguntou ela, e eu falei, não, vamos aceitar o convite dos nossos vizinhos e vamos tomar um banho de piscina com eles, vai lá e coloque o biquíni mais provocante que você tiver!
Fui até o muro, eles se assustaram, mas eu falei que iríamos aceitar o convite, meio receosos eles concordaram, peguei minha esposa, há como ela estava gostosa, ela colocou mesmo um biquíni branco muito provocante, e com o corpo que ela tem ficou um tesão de mulatinha. Eu estava meio indeciso sobre o que eu queria fazer, mas fui, a excitação me guiou, eu estava meio entorpecido com as imagens dos quatro rapazes desejando e observando minha esposa, e foi difícil disfarçar a excitação.
Fomos até a porta, ela me olhava quase que adivinhando meu desejo e pelos biquinhos durinhos dos seios dela eu pude perceber que a situação também estava excitando e muito ela.
Um deles veio abrir a porta, já com uma cervejinha gelada na mão, nos apresentamos e fomos para o quintal, logo estávamos conversando animadamente, minha esposa mergulhou na piscina e nadou um pouco, os rapazes não conseguiam nem disfarçar e comiam ela com os olhos, pude até ver o volume na sunga de um deles, foi quando ela saiu da água, eu quase pirei ao ver que seu biquíni branco tinha ficado quase transparente e mostrava os poucos pelinhos que ela deixava em sua bucetinha, os peitinhos estavam totalmente a mostra, ela aproximou-se de nós, uma Deusa do sexo andando bem lentamente e safada como sempre, olhou para um deles e pediu uma cerveja bem geladinha, pois ela estava bem quente.
O rapaz falou que ia até a cozinha pegar a cerveja, ela olhou pra mim, olhou pra ele novamente e falou: Eu vou com você quero conhecer a casa.
E foram, ela na frente com aquele biquíni minúsculo e o rapaz atrás, eu fiquei com os outros três conversando, conversamos por um tempo, e minha esposa e o rapaz não voltavam. Foi então que eu falei: Vamos até lá que eu também quero conhecer a casa. E lá fomos eu e os três, e quando entramos na cozinha eu vi minha esposa de joelhos no chão com a bundinha arrebitada e o rapaz delirando sentado numa das cadeiras, ela estava chupando o cacete dele, ele estava com uma expressão de prazer extremo, os outros olharam para mim, eu disse com uma cara de bravo: Você quer chupar um cacete né sua putinha safada? Vai chupe mesmo! E puxei o laço da parte de cima e da parte de baixo do biquíni dela, mostrando para os outros toda a delicia que minha esposa é! E falei: Vamos fodam esta puta, ela quer ser fodida, ela é uma puta safada!
E um por um eles começaram a passar a mão sobre a minha esposinha, enquanto ela sugava aquele cacete, eu estava quase explodindo de tesão, e quando eu a vi pegando um cacete em cada mão e chupando outro enquanto o quarto rapaz se masturbava eu entrei na brincadeira.
Ela estava de joelhos, eu falei pra todos: Vamos pegar ela e colocar em cima da mesa! Vamos comer esta delicia! Vamos fodam a minha esposinha!
E com ela em cima da mesa, um veio pela frente e deu o cacete pra ela chupar, outros dois ficaram com as mãos dela e eu deitei em baixo na mesa e pedi pra ela cavalgar em meu cacete, eu senti sua bucetinha úmida e quente pulsar de tanto tesão e enquanto ela cavalgava no meu cacete eu via ela chupando e batendo punheta com as duas mãos nos outros cacetes, eu estava delirando de tesão e percebi que ela também estava, éramos cinco machos sedentos fodendo uma puta safada, a puta da minha esposa, percebi que um deles estava esperando a vez se masturbando, e enquanto ela cavalgava em meu cacete eu pedi pra ele enfiar bem devagar o cacete no cuzinho dela, vi os olhos da minha putinha arregalar, mas ela não disse nada e arrebitou a bundinha pra facilitar a entrada de mais um cacete, eu pude sentir em meu cacete o volume do outro cacete entrando em minha esposinha, senti nossos cacetes se esfregando dentro dela, senti que ela estava sendo rasgada e pedia pra gente não parar, o rapaz fodia. Bem forte, e eu pude ver no rosto dela toda dor e prazer que estava sentindo, daí começou uma troca de cacetes entrando e saindo do cuzinho dela enquanto eu estava fodendo a bucetinha!
E o que começou a excitar tanto minha esposa quanto eu era ouvir os rapazes quase brigando pra possuir minha putinha, deixei um pouco a cena e fiquei num canto observando os quatro fodendo ela, nem bem eu tirei meu cacete da bucetinha dela, já tinha outro entrando, foi quando eu vi aquele cacete sumir dentro dela, ela olhou para trás e me viu, fechou os olhos e rebolou como nunca com os dois cacetes dentro dela, gritava de prazer, gozava como uma louca, estava sendo penetrada por dois cacetes e tinha um cacete em cada mão! Há era mesmo uma Deusa do prazer! Uma Deusa do sexo!
Eu continuei só olhando, meu cacete quase explodia de tanto tesão, aqueles rapazes fodiam-na de todas as formas, eu nunca tinha visto ela gozar tanto, nem sabia que ela era tão putinha assim, e confesso que estava gostando muito de ver aquilo, de ouvir os quatro mandando ela rebolar, dizendo que minha esposinha era uma putinha safada.
Um deles era muito bem dotado, grande mesmo, foi o primeiro a foder o cuzinho dela, depois de trocar a camisinha, foi o que mais fodeu a bucetinha dela, ele bombava forte fazendo ela ir e vir facilitando quem estava fodendo o cuzinho.
E foi este que me fez pirar de tanto prazer ao olhar pra mim enquanto fodia ela sozinho de quatro como uma cadelinha, enquanto enfiava nela aquele cacete enorme ele olhou pra mim e falou: Você é um corno feliz! E ela uma putinha gostosa! Vou foder esta vagabunda só pra você olhar!
Eu pude ouvir o grito, minha esposa gozou ao ouvir isso também, eu me aproximei de todos e comecei a me masturbar e fui logo seguido por todos, menos do mais dotado que insistia em entrar e sair da bucetinha dela, ele fodia com tanta força que o corpo todo dela sacudia com as estocadas.
E aconteceu, aquele cacete imenso saiu da bucetinha dela, ele tirou a camisinha e puxou ela bem rápido, deixando ela sentada e gozou na cara dela, e foi seguido por nós todos, demos um banho de porra nela.
Ela lambia, chupava, nem sabia qual macho agradava mais, e é claro que ela preferiu aquele cacete enorme, eu a vi sugar toda a porra dele e de todos os outros.
Terminamos todos pelados num banho de piscina e eu abraçado a minha esposa.
Bom este foi o primeiro dia do final de semana, os outros não foram tão diferentes não!
Eu e minha esposa sempre alugamos aquela mesma casa, e nunca mais encontramos os quatro rapazes novamente. Mas sempre esperamos que tenha algum vizinho pra fornecer mais um banho de piscina. - Romoaldo Carneiro
Iniciando uma virgem
Autor: Erectus
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-12 11:40
Em agosto de 2002 abri um negócio e convidei uma jovem conhecida para fazer parte da firma como atendente, ela muito jovem em confronto aos meus 37 anos, mas muito bonita, simpática bastante recatada, pois conheço sua família e sabia que são ótimas suas referências.
Com alguns meses de contatos diários nos tornamos bastante íntimos pois ela não tinha namorado e poucas amigas para conversar, pelo trabalho nosso contato era praticamente ininterrupto e devido a tanta aproximação o interesse de ambos tornou-se inevitável, ela constantemente me tecia elogios pois apesar de ser bem mais velho, me considerava muito amigo dela.
Certo dia saímos para comprar equipamentos e como aqui no Rio faz muito calor paramos para tomar uma água de coco e ficamos conversando dentro do carro, eu percebia seu nervosismo e ficava admirando sua beleza, sua pele morena e não resistindo fiz um elogio aos seus lábios bastantes carnudos que eram provocantes, ela então me olhando nos olhos mordiscou o lábio inferior e disse que também se sentia atraída pelos meus lábios, o beijo foi o ponta pé inicial, beijei seus lábios com ternura e chupei sua língua com tesão alucinado lhe deixando completamente sem fôlego.
No dia seguinte estávamos nervosos eu principalmente pois nunca havia me relacionado com mulheres mais novas, mas tenho como todo homem a fantasia de traçar uma virgem, nós passamos ao término do expediente fechar o escritório e ficar até tarde trocando carícias, tirávamos nossas roupas e ficávamos eu de cueca e ela de calcinha e soutien se beijando loucamente e se esfregando um no outro cheios de tesão, ela sempre me lembrando que era virgem, eu colocava ela com a mão na parede segurando seus pulsos e mordiscava sua orelha, seu pescoço e roçava na sua bunda ela empinava a bundinha gemendo e sussurrando que estava uma delícia e quanto mais ela empinava a minúscula calcinha entrava cada vez mais dentro de sua bundinha, eu adorava sentir suas nádegas macias nas minhas coxas, não satisfeito puxei ela para a cadeira onde me sentei e pedi para ela sentar no meu colo de frente pra mim com as pernas bem abertas, o que ela prontamente atendeu pois estava alucinada e continuamos o roça-roça, ela pedia para mim dizer o que ela tinha que fazer, eu então pedia para ela esfregar sua bucetinha (ainda de calcinha) em meu pau sentindo a extensão dele desde a ponta da cabeça até o saco, ela gemia sussurrava me beija e dizia que aquilo era muito bom e me beija ardentemente, eu coloquei minhas mãos em suas costas e abri o soutien deixando saltar aqueles peitinhos pequenos arregalei os olhos, passei a língua nos lábios e puxei ela para mais perto, trazendo seus peitinhos na minha boca que eu enchia de tão pequenos que eram, suguei, lambi e chupei deliciosamente cada um daqueles "limõezinhos" , então senti que sua bucetinha estava bem molhada sob a calcinha levantei da cadeira com ela no colo e a coloquei sobre a mesa deitada de costas ela e abri sua pernas e me debrucei sobre seu corpo lambendo cada pedacinho daquela pele macia, desci até sua bucetinha e demorei ali, mordiscando por cima da calcinha molhada, ela gemia colocava o dorso da mão na boca para conter o grito, nossa!
Tudo nela era lindo, quando puxei sua calcinha pelas pernas levantada fiquei alucinado pela aquela bucetinha pequena com pêlos bem aparadinhos os lábios da vagina carnudos como os de sua boca, estavam vermelhos pela esfregação no meu pau, estavam escorrendo para trás de sua bundinha, eu não podia perder nenhuma gota debrucei e lambi rapidamente, ela gritou pondo as mãos na minha cabeça para me puxar e perguntar o que eu estava fazendo, que ela ia enlouquecer!! Eu disse olhando nos seus olhos que então vou te levar a loucura!
Abaixei novamente a cabeça e voltei a lamber devagarinho, bem devagarinho aquela xaninha encharcada, lambi por dentro de suas coxas alisando-as com minhas mãos voltei a língua para o ventre desci em busca do seu clitóris pequenino, ela novamente gritou pendia a cabeça para trás e contorcia todo o corpo, parecia que ia pular na mesa, quando senti sua mão segurando minha cabeça e apertando com força aí que percebi minha boca bastante melada, ela tinha gozado eu sentindo aquele gostinho delicioso fiquei mais alucinado e chupei desta vez com mais força fazendo ela gozar mais, depois pedi para ela se virar de bruço, ela então se levantou da mesa e debruçou ficando de quatro, os pés no chão, eu estava enfeitiçado com aquela visão, que bunda!!
Eu tinha que come-la, meu pau estava pingando, ela pediu para não colocar pois não estava preparada, tinha medo, eu então respeitei sua vontade, mas disse que precisava gozar, então eu apenas abri suas nádegas e coloquei o pau no meio e fiquei roçando feito uma " espanhola" na bunda, eu enchia minhas mãos apertando sua bundinha e freneticamente um vai e vem, não demorei muito e logo o gozo veio em jorro nas suas costas e deixei melar sua bunda eu urrei feito um lobo, um animal, e me deitei sobre ela melando-a toda.
Muitos contos com virgens usam de muitas fantasia masculina e que falam que de primeira traçam elas, etc., mas na verdade não é bem assim, nem todas são corajosas, é preciso uma preparação, uma iniciação e muitas das vezes tem garotas que não querem ser desvirginadas, este conto é real e eu tinha que respeitar suas vontades e foi assim que ela adquiriu confiança em mim, pois eu a respeitei e ela então me pediu para lhe ensinar tudo, ser seu professor, então ficamos assim nesse ritmo por vários dias, até que ela me falou que queria se entregar para mim, eu seria seu primeiro Homem, conversamos muito sobre isso, se ela estava realmente decidida, pois tínhamos muitas diferenças, idade, família, etc., e não teríamos um namoro, ela já tinha consciência de tudo e estava decidida, então... Fica para um outro conto!
Minha irmã queria Pica Grande
Autor: XXXXXXXX
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-10 22:40
Que minha irmã era uma mini-Putona eu já sabia... Ela saia pra balada e voltava para casa de 30 em 30 minutos, sempre com um cara diferente... ''Ela 14 eu 15'' e sempre gemidos e etc...
Sabia que ela gostava muito de pika... nos dias seguintes das fodas ela sempre se sentava diferente na cadeira, demorava mais nos banhos...
Isso me trouxe a curiosidade de ver minha irmã em ação... instalei minha camera bem em frente à sua cama... era só esperar a foda rolar...
De manhã acordei com um sorriso de orelha à orelha... iria ver minha irmã em ação...
Peguei a camera, levei para o meu quarto, coloquei a fita e pra minha surpreza, a única cena era ela chegando com um grande amigo meu e cobrindo a câmera...
Ela sabia que eu tava de olho... se eu não podia ver minha irmã... eu ia comer minha irmã...
Era festa a fantasia... eu não sabia como ela escolhia os homens... ia chegar nela... agente ia pra casa e ohhhhhhh mana... você?!
Na festa tudo certo... no caminho, descobrimos que moravamos na mesma rua... o táxi nos levou até a nossa casa... desci do carro paguei o taxista e apontei minha casa... ela olhou pra mim diferente... esperei ela falar que aquela era a casa dela... ela ficou muda, levei-a até o ''quarto da minha irmã, que a cama era de casal...
Chegando lá lhe dei um longo beijo de lingua... minha pica dura... eu ia comer minha irmã... 1,68 loira, olhos azuis seios já formados, empinados, durinhos, grandes, bunda redondinha, na medida.
Não queria tirar as máscaras, queria me deixar ''sem culpa'' até consigui-la... primeiro tirei a sua camisa. Chupei seus peitinhos... em um brincava com a pontinha durinha, enquanto no outro mamava, lambia, chupava. Minha mão que brincava com a pontinha do seu peito foi pra sua buceta... fui massageando seu grelinho, enfiando um dedo na biceta e ela começou a gemer... começou gemendo baixinho, fui enfiando o outro dedo no cuzinho... 2 na xana 1 no cú... 3 na xana 2 no cú e ela gozou com as minhas mãos dentro dela. não sabia o que se passava com ela, mas meu cacete 27 tava uma rocha, como nunca tinha ficado antes... eu abaixei a sua calça e comecei a lamber, passava minha lingua do seu clitóris até seu cuzinho. ela já gemia bastante... acho que o clima de fuder com o irmão deixou-a exitada. Eu abaixei minha calça e expuz meu super dotado... com 27 por 9,7 ela já toda melada disse: Não, esse cacete não cabe na minha xana! Ela ainda é apertadinha! O maior que eu já tive foi 19,5 por 6 que eu achei muito grande! dexa eu pegar a fita metrica pra ver isso... ela marcou 27,4 por 9,9 disse que todas tinham medo no inicio, mas depois nunca esqueciam e me procuravam novamente.
Ela me pediu pra colocar devagar e esperar ela se acostumar que ela ia colocando aos poucos. Fiz sinal de sim com a cabeça.
Comecei a empurrar meu pau pra dentro daquele buceta linda... a cabeça não queria entrar... forcei bastante... a buceta dela era realemnte muito apertada... ap[os algum tempo consegui, tava dentro dela... assim que a cabeça entrou ela deu um uivo de tesão, como eu nunca tinha escutado do meu quarto... ela foi dizendo: empurra devagar... pára!! ai que pau enorme... não vou aguentar, tá doendo muito... minha buceta tá latejando e eu podia ver as lágrimas escorrendo do seu rosto angelical... ela continuava com a máscara de bruxa... mas ainda podia observar seus olhos, lindos... e quando mais empurrava mais ela gemia e pedia pra parar, que ela ainda queria uma xana pequena, que não ia mais voltar ao normal...
Continuei meu trabalho, por um momento ela disse: pronto, entrou tudo. Eu disse: não... passou um pouco da metade... e empurrei o que restava dentro dela... sentia claramente seu útero via seu desespero em saber que tinha mais... e comecei um vai-vem pra o resto entrar nauralmente... ela gemia Muito alto... acho que todos os vizinhos podiam ouvir. VAI METE METE MAIS ESSE CACETE É O MAIOR, AI, VOU GOZAR VOU GOZARRRRRRRRRRRRRRRR. ela gozou e eu continuei socando, eu arrombava aquela bucetona, via o estrago e não tava com vontade de gozar ainda. Continuei metendo e ela tendo Vários orgasmos seguidos, com sangue nas minhas pernas... ela teve uns 13 orgasmos seguidos, ela não rebolava mais, ela fazia questão de sair tudo e colocar tudo de novo na xana dela.
Até que ela disse: aiaiaiai que cacetão... quero mais, mas quero pausa, quero um banho de banheira, uma câmera e sexo anal... Eu nunca tinha feito sexo anal com ninguém, elas nunca deixaram, mas minha irmã queria pau grande... Eu peguei minha câmera, ela ligou pra uma amiga dela, que filmava casamentos e etc... esperamos a sua amiga chegar e fomos à foda... ela tentou colocar meu cacete na boca, mas sem sucesso... então pegou bastante lubrificante, colocou no cú, colocou no meu pau e começamos... ela tava muito tensa... dizia que não voltaria mais... mas eu a convenci dizendo que ela nunca iria ter nada igual...
Comecei forçando a entrada do cú dela. era apertadíssimo, colocava mais lubrificante... nem sabia como iria entra... forcei forcei até que cedeu um pouco, coloquei a cabeça, ela começou a gemer, pedindo que eu colocasse tudo de uma vez, que a dor ia ser gigantesca, que ia ficar arrombada, que nunca mais ia voltar. Queria uma lembrança da melhor foda da vida dela.
Me virei e ví sua amiga com um consolo grande, acho que mais de 20 centimetros... peguei o consolo e prometi que depois fudia ela. coloquei o consolo que entrou + fácil no cú da minha irmã, depois de já ter gozado no consolo era minha vez... comecei de novo, um pouco mais folgada que antes fui empurrando minha pica pra dentro da minha irmã... sentia o seu sangue, sentia cheiro de bosta e ela peidava muito eu via uma secreção meio como uma diarréia saindo dela... mas deixei meu nojo de lado... tava fudendo um cú... o cú da minha irmãzinha!
Consegui colocar tudo e comecei num vai e vem e ela gozando: Vaaaaaaaaaaaiiiiiii meteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eu querooooooooooo eu queroooooooooo eu querooooooooo eu vou desmaiarrrrrrrrrrrrrrr nunca senti nada como isso anteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeessssssssssss mete com toda força vai vai vai aiiiiiii tô gozando vai vai vai hummmmmmmmmmmmmm. Gozamos juntos... depois ela foi pro banheiro, não voltou mais, e eu dormi no meu quarto... o que aconteceu depois...
Traindo
Autor: Adriana
Categoria: Heterossexual
Data: 2004-01-09 07:21
Meu nome é Adriana, tenho 26 anos e sou casada há 5 com o Fábio que tem 32. Somos um casal normal, ambos trabalhamos fora e não temos filhos. Nunca passou pela minha cabeça trair meu marido, mesmo porque ele foi meu primeiro e único homem até então. Em um dos jogos do Brasil, pela Copa do mundo, que foi realizado às 03:00 da manhã, meu marido convidou um colega seu de trabalho para assistir em minha casa, uma vez que o mesmo mora sozinho, e eu já o conhecia, seu nome é Pedro, até aí tudo normal, nunca rolou nada de estranho entre eu e ele, uma vez que ele sempre freqüentou minha casa, em vários churrascos que já fizemos em fins de semana. Colocamos alguns colchonetes na sala, pois o jogo ainda ia demorar, e os dois ficaram de plantão, esperando a hora do jogo, bebendo cerveja e beliscando algumas porções que eu havia preparado, e eu subi, tomar um banho e dormir um pouco até a hora do jogo, incumbindo meu marido de me acordar. Faltando uns 15 minutos pra começar meu marido me acordou, e eu desci do jeito que estava vestida, pois apesar de estar usando uma camisola, a mesma era abaixo dos joelhos e não era transparente. Os dois já estavam acomodados, deitados nos colchonetes, cada um de um lado, sobrando o meio para mim. Meio que hesitante e um pouco constrangida, acabei deitando no meio dos dois, pensando comigo: é apenas um jogo. Notei que os dois já estavam meio passadinhos, devido à bebida ingerida, e Pedro que é meio calado falava mais que o normal. Passados alguns minutos senti uma mão alisando minhas coxas, me arrepiei com este toque, e fiquei imóvel, sem saber o que fazer, e estes segundos de silencio foram decisivos para que a mão de Pedro subisse um pouco mais, chegando em minha calcinha. Olhei desesperada para meu marido, como que pedindo socorro, e o desgraçado estava dormindo, e agora? Pensei comigo, já meio excitada pelo inusitado. Pedro enfiou os dedos pela lateral de minha calcinha, chegando até minha bucetinha, que à estas alturas já estava molhadinha, enfiando um, depois dois dedos dentro dela, fazendo um movimento de entra e sai. Acabei abrindo as pernas pra facilitar. Demorou um certo tempo, e eu quase gozando até que ele tirou os dedos de dentro de mim. Num momento de lucidez, virei de costas pra ele ficando de frente pro meu marido, que já roncava, pois quando bebe pode cair a casa que ele não acorda. De repente senti uma coisa dura encostando em mim por trás: o descarado tinha tirado seu pinto pra fora, e estava ali, se encostando em mim. Puxou minha calcinha com a mão e encostou seu pinto bem na entradinha de minha bucetinha. Voltei a me arrepiar, abri de novo as pernas e arrebitei minha bundinha em sua direção, e ele começou a me penetrar. Depois de tudo dentro ele começou a dar estocadas bem devagar para não fazer muito barulho, e eu ali, quase beijando meu marido que dormia. Aquilo me excitou de tal forma que não demorou muito gozei, contendo meus gemidos pra não acordar o corninho. Pedro continuou firme, entrando e saindo, cadenciado, e quando eu estava prestes a gozar novamente, senti seu pinto inchar dentro de mim, e gozamos quase juntos, sentindo uma enxurrada de porra sendo despejada dentro de mim, parecia que estava urinando de tanto que gozou. Nisto o jogo já estava acabando, acordei meu marido pra ir dormir na cama, chegando em nosso quarto, meu marido veio pra cima de mim querendo transar. Pensei comigo, agora estou frita. Aleguei que já era tarde, que estávamos com hóspede em casa, mas parece que isso acendeu ainda mais o fogo nele. Por fim falei que precisava tomar um banho e ele me lembrou que eu já havia tomado, partindo pra cima de mim, arrancando minha camisola, chupando meus seios e descendo com a boca em direção à minha bucetinha, arrancou minha calcinha, abriu minhas pernas, e caiu de boca, me chupando como nunca havia chupado até então. De repente ele parou de me chupar, olhou bem dentro de meus olhos, em sua boca pude ver um liquido grosso, escorrendo pelo canto dos lábios, sem duvida era a porra de Pedro, pensei: ele descobriu, agora estou ferrada. Aí veio a surpresa: ele comentou que eu estava mais gostosa que de costume, e voltou a me chupar até eu gozar novamente, agora na boca do meu maridinho. Bati uma punhetinha pra ele e fomos dormir. Deste dia em diante, Pedro tem dormido os fins de semana em nossa casa, e as vezes que temos oportunidade faço questão que ele goze dentro de mim pro meu maridinho chupar mais tarde. Beijos. Adriana.
FANTASIAS DE CASAL
Autor: otorTão
Categoria: Grupal
Data: 2004-01-09 22:48
Este fato não difere de muitos outros já contados por muitos leitores deste site, porem marcou em muito nossas vidas, para melhor é claro, pois nosso relacionamento sexual passou a ser muito mais picante e com muito mais tesão. Meu nome é Roberto e minha esposa se chama Carol, somos casados há quase 20 anos e já tivemos muitas brigas que são normais num longo relacionamento, porem sempre estivemos juntos em todas as situações. De alguns anos para cá, com a monotonia do casamento começamos a imaginar fantasias em nosso relacionamento sexual, sempre com uma outra mulher entre nós, o que nos proporcionava orgasmos fantásticos, gozávamos feito loucos, só de pensar que havia outra mulher trepando conosco, a Carol dizia que só de pensar que eu estava comendo outra mulher lhe dava um tesão incontrolável. Isso foi amadurecendo durante muito tempo, até não agüentarmos mais, aí durante nossas transas passávamos a imaginar alguma mulher conhecida que fosse do nosso agrado, trepando com a gente durante nossas orgias, metíamos feito louco, metíamos tanto que ficávamos com as pernas mole, foi quando a Carol confessou que só de pensar que eu estava metendo com outra, ela ficava toda molhadinha, já no ponto de gozar, aí não pensei duas vezes, tenho que sair atrás da caça, arranjar urgentíssimo uma ninfeta que nos agradasse e topasse trepar com a gente. Neste meio tempo apareceu uma amiga de minha mulher que se chamava Sonia, tinha separado do marido já havia alguns meses e começou a freqüentar nossa casa, até por não saber aonde ir, pois estava se sentindo muito só, era uma mulher muito bonita e gostosa, coxas, seios, bunda enfim tudo muito gostoso de ver e pegar, fazia qualquer homem ficar com um tesão daqueles. Então resolvemos investir nesta nossa amiga para ver se ela toparia nossas fantasias. A partir daí, Carol passou a manter contatos mais íntimos com a Sonia, foi quando ela desabafou com minha mulher que não agüentava mais esta situação, sem marido, fogosa como era, não estava conseguindo mais ficar sem um homem para conviver, dividir seus problemas e o principal, sacia-la sexualmente, contou que ainda durante o seu casamento foi varias vezes em clubes de swing para conhecer, mas nunca tiveram coragem de participar de alguma orgia ou ménage, se bem que vontade não faltava. Carol aproveitou a situação e disse que já havia pensado nisso, porem nunca tivemos a coragem de executar o nosso plano, e na época não conhecia ninguém que pudesse atrair o seu marido, mas se em dia tivesse oportunidade, colocaria o plano em pratica, teria que ser uma pessoa como você Sonia, pois eu acho que de amiga eu não teria ciúmes, já nos conhecemos há muito tempo, conheço os seus gostos e fico muito excitada só de pensar. A partir deste dia a Sonia fazia de tudo para aparecer lá em casa, e quando vinha dava para perceber que ficava tesuda, até a cadeira onde sentava na cozinha ficava molhada quando levantava, passou a contar a carol todas as transas que teve com seu marido, até os pequenos detalhes, deixando a coitada da minha esposa excitada até quando eu chegava e resolvia o problema com uma bela trepada de varar a noite. Até que um sábado quando nossos filhos foram viajar com a família e aproveitamos para tirar o final de semana para relaxarmos e ficar a vontade em casa. Foi quando a campainha tocou, e ao abrir a porta para nossa surpresa quem apareceu, ela, a Sônia, com uma mini saia preta de couro justinha e uma mini blusa transpassada, um verdadeiro tesão, foi entrando e convidando para irmos a uma festa de aniversário de um parente. Carol ao vê-la deste jeito já ficou a mil, observando-a dos pés a cabeça, e imaginando as nossas fantasias, disse que hoje não estávamos a fim de sair já que nossos filhos tinham ido viajar para o sitio dos avós e tínhamos aproveitado a oportunidade para curtirmos um pouco, aí a Carol já aproveitou a oportunidade e emendou um xaveco, Você não quer curtir o dia com a gente?, mais que depressa a Sonia aceitou e foi sentando no sofá, cruzando suas belas e gostosas pernas. Aproveitando a deixa fui preparar uns aperitivos para comemorar a ocasião e quando já estávamos no terceiro copo a Carol colocou uma musica bem romântica e me tirou para dançar, estava com tanto tesão que dançando começou a esfregar sua xaninha no meu pau que já estava pralá de duro, parecia uma tora, me chupava o pescoço, me arranhava e fazia de tudo para provocar a nossa amiga Sonia, em certo momento me pegou pelas mãos e disse que agora era a vez de Sonia dançar comigo, aí meu pau queria sair fora da calça de tanto tesão, começamos a dançar e fui encostando minha rola latejante bem devagarinho no meio de suas coxas, até sentir o volume de sua xoxotinha quentinha na cabeça do meu pau. A essas alturas, já estava chupando seu pescoço e acariciando suas costas e seu delicioso bundão, Sonia estava tão louca que instintamente procurou o meu cacete com suas mãozinhas deliciosas, estava tão louco de tesão que tinha até esquecido da Carol, quando olhei para o sofá a minha querida e gostosa esposa estava nos observando sem calcinha e se masturbando em uma deliciosa siririca. Vendo a nossa situação, levantou-se e começou a tirar o resto de sua roupa e veio em nosso encontro e ajudou a Sonia a tirar as suas também, dizendo que a partir de agora vamos dançar todos pelados. Aí foi a festa, dançando pelado com o pau entalado entre as pernas da Sonia e a Carol esfregando sua buceta toda molhada de tesão na minha bunda era um orgasmo que não tinha mais fim, gozamos os três quase ao mesmo tempo, dançando e gemendo, mas as loucuras não pararam por aí, tomamos mais alguns copos e fomos para o sofá. Sonia vendo meu pau ainda duro, molhava-o no copo de Martini e chupava-o como se fosse o ultimo dos cacetes disponíveis na praça, e a Carol dividia o meu pinto com ela entre umas lambidas e linguadas. Isso foi me deixando com mais tesão ainda, de ver as duas chupando o meu pau e se enroscando com as línguas, virei a Carol de quatro e comecei a chupar sua buceta ensopada, nisso a Sônia veio por cima e começou a introduzir meu cacete em sua xana, passando a cabeça bem devagarinho e engolindo o resto numa estocada só, não agüentando o gozo, começou a cavalgar e urrar de prazer, Carol de quatro, sendo chupada a essa altura na buceta e o cuzinho, vendo de perto meu pau entrando e saindo da buceta da amiga Sônia, começou a rebolar e gritar para que eu fodesse a sua amiga bem gostoso, coloca tudo na buceta dessa vaca, eu já não agüentava mais e comecei a gozar tão forte que não parava mais, enchia a buceta da Sônia de porra, a Carol também gozando começou a chupar o meu pau ainda dentro da buceta da Sônia, que também estava começando a gozar e pediu para a Carol também chupasse o seu grelinho, queria sentir a lingüinha da amiga juntamente com meu pau entalado da sua xaninha, a Carol não agüentava mais e caiu de boca na buceta toda esporrada da amiga, dizendo que queria sentir o cheiro de minha porra com o da buceta dela, Mesmo tendo gozado, vendo aquilo tudo na minha frente, minha esposa chupando a bucetinha da amiga, continuei de pau duro, e fui enfiando lentamente na buceta da minha querida Carol que teve instantaneamente um gozo múltiplo caindo desfalecida no chão de tanto prazer, foi quando vi que a Sônia estava preste a gozar e fui logo procurando sua boca com a minha língua afiada e metendo a minha rola inchada de uma vez só na sua buceta mais que molhada e encharcada de porra, até gozarmos mais uma vez os dois juntinhos e caímos no chão desfalecidos.
Acordei no meio da madrugada com os gemidos das duas putinhas se lambendo e chupando num delicioso 69, meu pau já estava dando sinal de vida novamente, quando as duas notaram a minha presença, e pediram em chupadas e gemidos que eu enfiasse minha rola na buceta delas, para que vissem bem de pertinho o cacete entrando e saindo na xaninha fazendo 69. Com muito prazer fui fazendo as suas vontades até que uma pediu para que comesse o cuzinho da outra que já estava de quatro me esperando, peguei o creme e lambuzei o meu pau e o cuzinho da vitima e comecei a colocar a cabeça do cacete bem devagarinho, pedindo para que ela rebolasse bastante para facilitar a penetração, o qual ela fazia gemendo de tesão, foi quando senti a buceta molhadinha e quente da Sônia roçando minha bunda, como quisesse comer o meu cuzinho, sentia até o seu grelinho forçando o meu cuzinho, que sensação deliciosa, um sanduíche e mulher, gozamos os três novamente juntinhos, gemendo e trêmulos de tanto prazer, a Sônia com o grilo latejando, a Carol com o Cu piscando e eu com o pau no Cu da Carol e o Cu piscando. O nosso final de semana foi uma delicia, fodemos de todas as maneiras até não agüentarmos mais. Como foi nossa primeira aventura e gostamos muito, temos muitas outras para contar. Se você gostou, entre em contato.
AS FANTASIAS CONTINUAM
Autor: otorTão
Categoria: Grupal
Data: 2004-01-09 22:53
Oi pessoas, meu nome é Roberto e Minha esposa Carol, quem já leu o nosso conto ? FANTASIAS DE CASAL ? irá entender melhor o nosso envolvimento com a nossa amiga Sonia.Com o chegar do final de semana, programamos em deixar os nossos filhos na casa da avó, para termos uma pouco mais de privacidade, já que íamos receber em nossa casa a nossa amiga Sonia, e diga-se de passagem, só de pensar nos menagens que iríamos ter já fiquei de pau duro.Quando chegamos em casa aproveitamos para deixar tudo arrumado para a nossa festinha que prometia muito. Sonia chegou com um sorriso muito contagiante e cara de quem quer mais. Comprimentamos-a com os copos nas mãos, e fizemos farta distribuição de aperitivos para entrarmos o mais rápido no estado de relaxamento e iniciativa das brincadeiras. Após alguns copos apaguei a luz da sala e fechei a cortina deixando somente uma fresta para observar a vista da janela saboreando o aperitivo. Após alguns minutos senti alguém alisando o meu caralho, que já estava pra lá de duro, senti em tesão incrível, pois a sala estava completamente escura e tanto a Sonia como a Carol estavam agachadas trocando caricias no meu cacete e tentando tira-lo para fora da calça. O mais incrível era que eu não sabia quem estava chupando o meu pau e quem estava tirando as minhas roupas, só senti que as duas estavam nuazinhas e se roçavam com os seios em mim, achei isso muito excitante, as duas estavam com os cabelos amarrados e com o mesmo perfume, ficando difícil identificar as duas sem o contato com as mãos, e lógico que não me deixavam toca-las, uma esfregava os seios no meu pinto e subia até ficar de pé, a outra esfregava os peitos nas minhas costas e ia descendo até a minha bunda sem trocar uma só palavra, somente gemidos e sussurros para não serem reconhecidas. Isso me deixava num êxtase terrível, uma sensação incrível de gozo, meu pau latejava tanto que em determinados momentos saia um pouco de porra o qual as deixavam mais excitada ainda, pois esfregavam os peitos no meu cacete melado e passavam pelo corpo todo, trocando de lado entre as duas me lambuzando todinho.
Como estas duas gostosonas não são flor que se cheire, em dado momento uma começou a chupar o pescoço e o peito, a outra chupava e dava linguadas nas minhas costas e nuca, isso já estava me deixando zonzo de tanto tesão e prazer, as duas me abraçavam e foram descendo dando chupando e linguadas até ficarem de joelhos e começaram a me chupar uma no umbigo e virilha a outra atras das coxas e nádegas, eu respirava fundo sem controle, não sabia quem estava na frente ou atras, gemia como um louco, pedindo para que alguma chupasse o meu caralho porem não era atendido, de repente me colocaram de quatro e começaram a me chupar de novo no pescoço, peito, boca, ouvidos, costas, coxas, barriga, nádegas, eu já não sabia mais o que fazer, estava até tremulo quando uma entrou por baixo e começou a mamar o meu saco e meu pinto, enfiando em sua boca a minha rola latejante , que tesão, senti o cheiro de sexo de sua buceta roçando o meu rosto, toda molhadinha, encharcada de tesão, não tive duvida, caí de língua, foi começar a chupar aquele grelinho super inchado da safada que estava por baixo chupando o meu pau, ela começou a gemer feito uma cadela no cio, e no meio daquela chupação toda senti que a língua que estava me chupando e alisando as nádegas começou a deslizar no meu reguinho, se encaminhando bem lentamente e se movimentando vigorosamente até chegar bem no centro do meu cuzinho. Já afoita e gemendo muito alto demonstrando que estava entrando na fase de gozar, isso nos excitava mais ainda, os gemidos, os sussurros, as chupadas, as linguadas, isso tudo ajudou para que tivéssemos um orgasmo colossal, gozamos praticamente juntos, descia o melado das bucetas das duas, aquele liquido viscoso e cheiroso da excitação vividas pelas duas, que até escorriam pelas pernas, e meu pau enchia de porra a boca de uma delas, que delicia, a gozada foi tão intensa e duradoura que ficamos deitados e quietinhos por alguns minutos se restabelecendo da foda que tivemos, comecei a relembrar os momentos de prazer que acabávamos de ter e meu cacete começou a dar sinal de vida, senti a cabeça de minha rola inchada de tesão e sensível por ter sido muito chupada e roçada pelos corpos das duas, Abracei a bucetuda que estava mais próximo de mim e comecei a chupar o seu corpo, peitos e fui descendo até a buceta, ainda inchada de tanto tesão e gozo, neste tempo fui retribuído com uma gostosa boquinha no meu pau que ora chupava ora massageava minha rola com uma deliciosa punheta.
Já não estava mais resistindo a orgia, passei a chupar a buceta até o cuzinho da putinha, o tesão estava tão grande que ela me colocou deitado de barriga pra cima, ficou de quatro em cima da minha cabeça para que eu pudesse continuar chupando a sua buceta e o seu cuzinho e dividindo entre elas, começaram a chupar a minha rola, de repente nossas respiração foi ficando mais afoita e acelerada e os gemidos começaram a aumentar, a que estava de quatro puxou a outra para que sentasse co tudo na minha rola e começaram a se abraçar e se chupar, gemendo e gritando de prazer, uma cavalgava na minha língua e a outra dançava no meu caralho até chegarmos mais uma vez num gozo incrível e fantástico, quase desmaiamos de tanto gozar, meu pau já estava todo inchado e esfolado da foda que acabávamos de ter quando a minha esposa Carol ascendeu a luz e chamou a sua amiga Sonia, pegou no meu pau, sentou-se no sofá e chegando bem perto do meu pinto e falou para a Sonia, Está vendo o caralho do Roberto todo inchado e ralado ? As nossas bucetas também estão assadas e raladas, certo, quero ver este pinto gostoso entrando bem de pertinho na sua buceta, quero ver ele socando até o fundo bem gostoso até gozar, olha só a minha xaninha, só de pensar nisso eu já estou excitada, molhadinha com o grilinho inchado de tanto tesão, depois que ele te foder bem gostoso e gozar, eu quero que você tire o pinto melado de sua buceta e enfie todinho na minha, de uma vez só, não vai dar tempo nem de mexer direito que eu já vou gozar nesta rola melada e deliciosa de tanto tesão que estou.
FANTASIAS REALIZADAS
FANTASIAS REALIZADAS
Autor: otorTão
Categoria: Grupal
Data: 2004-01-09 22:58
Olha nós aqui de novo, eu sou o Roberto e minha querida esposa é a Carol. Já contamos alguns relatos que vivenciamos, todos com muito tesão e excitação, uma verdadeira orgia a três com nossa amiga e parceira de fóda Sonia. Quem quiser saber de maiores detalhes a nosso respeito e entender como tudo se iniciou leiam os contos ? FANTASIAS DE CASAL ? e ? AS FANTASIAS CONTINUAM ? aí saberá o porque deste nosso bom relacionamento com a Sonia. Voltando a nossa nova historia vamos relatar uma outra fantasia que ficou engavetada por algum tempo por falta de iniciativa da Carol e também por falta de imaginação minha. Sempre que transávamos a três, eu Carol e Sonia, nossas fodas eram fantásticas, tudo o que imaginávamos eram colocadas em pratica, um verdadeiro ato de tesão, o que não faltavam era chupadas, lingüadas, dedadas, pinto no cu, na buceta, na boca, esfregação etc... até que ficássemos todos satisfeitos. Quando trepávamos eu e a Carol, também ficávamos super excitados com as lembranças das fodas anteriores com a Sonia e as que poderiam vir, porem a Carol sempre comentava que ficava muito excitada e tesuda só de pensar que eu estava trepando com outra, Assim que eu chegava em casa já queria meter, vinha se esfregando toda em mim, passava a mão na sua bucetinha e sentia que ela estava completamente encharcada de tesão, trepávamos feito louco que loucura! Às vezes a Sonia passava em casa a tarde e ficava batendo papo com a Carol e indo embora um pouco antes que eu chegasse do serviço, isso quer dizer que nem sempre que a Sonia ia em casa agente trepava, porem comecei a perceber que a Carol forçava a Sonia a ficar até eu chegar em casa para depois eu ir leva-la até a sua casa. Quando a levei pela primeira vez, ao chegar em casa Carol perguntou se eu tinha dado um malho na sua amiga antes de deixa-la em casa, respondi que não, pois quando queríamos transávamos todos juntos. Aí percebi que a Carol ficou meio decepcionada e com certa excitação. Mais tarde quando fomos nos deitar senti que ela estava muito fogosa e doida por uma rola, metemos quase a noite toda, foi quando a perguntei se queria realmente que tivesse malhado ou trepado com a Sonia, a resposta veio quase como instinto, foi me abraçando e choramingando no meu ouvido, Roberto me fode gostoso, mete em mim como você fodeu a buceta da Sonia na ultima vez, e começou a cavalgar na minha rola que apesar de estar um pouco cansado o tesão bateu mais forte, metemos mais uma vez antes de dormir, ou melhor, dizendo desmaiarmos. No dia seguinte não fiz nenhum comentaria a respeito do assunto e muito menos ela. A partir deste dia toda vez que a Sonia estava em casa, Carol facilitava uma oportunidade para eu levar a nossa amiga até sua casa, Foi quando que no meio do caminho disse a Sonia, olha aqui Sonia, hoje estou com um tesão incrível, veja só como estou com o pinto duro, estou doidinho para trepar com você, comer sua bucetinha todinha até o talo.A Sonia pediu para parar de falar assim, pois só de pensar já estava com a xaninha molhada e não era justo metermos sem a presença da Carol. Encostei o carro na primeira rua sem movimento que encontrei e já fui abraçando e beijando-a sem dar muita opção para ela que não conseguiu relutar por muito tempo e foi cedendo aos poucos as minhas caricias, arranquei a minha rola para fora e perguntei se queria realmente que a guardasse e de pronto ela respondeu que queria sim, mas guardasse na sua buceta, comecei a chupa-la todinha até ela gozar na minha boca, malhamos por um bom tempo e no final gozei na sua bucetinha, que delicia relembrar os bons tempos dos malhos no carro. Quando cheguei em casa Carol já estava deitada, mas acordada me esperando e comentou que eu tinha demorado em pouco, comentei que paramos para conversar um pouco só isso, apaguei a luz do quarto e acendi o abajur que tem uma luminosidade bem fraca, neste instante comecei a tirar a roupa para dormir e fiquei somente de cueca. Cheguei bem pertinho da carol para dar um beijo de boa noite e pedi para ela dar um belo beijo no meu pinto para ele dormir bem sossegado, foi quando ela sentiu o cheiro de porra e buceta na cueca, sentando na cama quase que de imediato e pedindo para eu tirar a minha rola para fora, queria ver como estava este belo presente que eu estava dando para ela. Comentei que deveria beijar o meu pinto e tirar a cueca com os dentes, isso a deixou completamente excitada e louca de tesão, deixando até uma roda molhada no lençol, abraçou o meu quadril e começou a beijar e cheirar a minha cueca que já não suportava mais segurar a minha pica dentro dela. Carol tirou a minha cueca como eu havia dito, com os dentes, e começou a cheirar, beijar e esfregar o meu pau ainda melado na sua cara e seios, dizia que não ia agüentar eu colocar o caralho dentro da sua buceta, não ia dar tempo nem de mexer, só de colocar na portinha ela já ia gozar e gozou só se esfregando a cara e os peitos no meu cacete. Mas isso não foi o suficiente para acalmar o seu tesão, falava nos meus ouvidos choramingando se esfregando a buceta super encharcada no meu caralho e me abraçando forte pedia para eu fodela de todas as maneiras que fosse possível, me come, me fode, me arromba todinha, não estou agüentando mais essa tortura, quero que você coloque logo este pinto gostoso, melado, ralado e com cheiro da outra bucetinha, até o fundo da minha xaninha, quero gozar até não agüentar mais. A Carol estava tão alucinada que não se dava conta do quanto ela estava excitada, só de abraça-la e falar em seu ouvido ela começou a gozar novamente, isso já estava me deixando muito louco, ela dizia que queria gozar no meu pau, ficou de quatro e pediu para eu colocar logo na sua buceta. Não resisti a tentação ao ver bem de pertinho aquele grelinho todo inchado, passei a mão para sentir o volume da sua bucetinha que estava até escorregando de melada, comecei a esfregar a cara o nariz e por ultimo a língua, que tesão que me dava, e grelinho estava tão inchado que quase não dava para chupa-lo inteiro, foi quando a Carol pediu para parar porque ia gozar de novo e queria uma pica na sua xana, mas acabou gozando na minha língua quase tendo vertigens de tão forte que foi o seu gozo, caindo de bruços, neste momento meu cacete estava latejando e tão duro que até doía, aproveitei a oportunidade de estar caída de bruços com a bundinha para cima e fui enfiando a rola entre as pernas da carol, que estava toda melada de tanto gozar, nem precisei forçar muito que meu pau já foi escorregando entre as pernas até chegar na grutinha inchada que por sua vez também não ofereceu muita resistência e foi logo engolindo todinho o meu caralho, num golpe só, a única coisa que senti foi quando a cabeça do meu pau passou pressionando o grelinho da carol que imediatamente respondeu com um longo e gostoso gemido ficando de quatro novamente e começou a rebolar feita louca na ponta da minha vara, tirava e colocava a rola todinha na buceta numa mexida só, eu sentia que a cabeça do meu caralho estava tão inchada de tesão que sentia cada milímetro da sua buceta no jogo do vai e vem, até que a xaninha começou a dar contrações tão fortes na cabeça do meu pau, que delicia, anunciando que estava começando a gozar novamente, só que agora era no meu cacete, comecei a dar estocadas cada vez mais forte e profunda, o que a deixava mais excitada ainda, gritava para fode-la mais, arromba logo a minha buceta, me puxa pela cintura com força, coloca até o saco, mete gostoso na sua putinha, quero gozar gostoso na cabeça do seu pinto, bem gostoooooooosoooooooooooo ! e começou a gozar como uma louca vadia, quando senti que sua buceta estava mais que encharcada ainda, e meu pau estava mais que lambuzado, tirei o cacete rapidinho da sua bucetinha e encostei bem na portinha do seu cuzinho, e pedi para ela continuar rebolando que devagarzinho iria entrar todinho no seu cuzinho, mas seu tesão era tanto que em duas reboladas ela engoliu o meu caralho todinho e começou a me puxar e gritar para fode-la todinha, coloca tudo seu filho da puta, mexe com força, arromba o meu cuzinho bem gostoso que eu estou gozando de novo, com esse clima todo e com suas palavras desconexas, peguei-a pela cintura e comecei a bombear a rola no seu cuzinho até que comecei a gozar, enchendo seu cuzinho de porra, nossos movimentos eram tão intensos que de tanto bombear a rola no seu cuzinho a porra escorria entre suas pernas, foi uma verdadeira alucinação, que tesão gostoso que sentimos, caímos um em cima do outro e adormecemos. No dia seguinte quando acordamos fizemos comentários sobre as nossas loucuras e isso nos deixou muito excitados, concluímos que somos pessoas normais, só querendo gozar a vida da melhor maneira possível, tanto é que no dia seguinte a Carol estava conversando com a nossa vizinha que é casada e muito gostosa, parei no portão e despedi-me da minha mulher e da gostosa da vizinha e fui trabalhar. A nossa vizinha fez comentários a meu respeito, dizendo que ela deveria tomar cuidado, pois muitas mulheres deveriam dar em cima do seu marido. A Carol percebeu o interesse da vizinha e deu com os ombros, como dizendo que não tinha importância e comentou, as vezes acho que sou meio louca, pois só de pensar ele está transando com outra me dá um tesão danado, quando ele chega do trabalho, já caio com tudo em cima dele, doidinha pra meter. A vizinha fez cara de espanto, mas demonstrou que gostou do assunto e convidou a Carol para tomar um café em sua casa. Quando cheguei em casa Carol me comentou todinho o ocorrido e resolvemos contar pra vocês tudo o que aconteceu, mas isso fica para outra história. Aguardem! Mais isso fica para uma outra historia sacana.
Consequencias I
Autor: Camila
Categoria: Grupal
Data: 2004-01-06 22:41
Depois de discutir muito comigo mesma, resolvi e preciso compartilhar isso com mais pessoas, até por que, preciso desabafar. Meu nome é Camila, tenho 27 anos, sou morena clara, 1m69 de altura, 59 Kg, seios médios, olhos castanhos claros, tenho ciência que não sou a mulher mais linda e gostosa do mundo, mas me considero e também pelo número de cantadas que recebo uma mulher bonita e sensual, como muitas que há aqui no Brasil
Casei com 23 anos de idade com meu primeiro e único namorado que éramos vizinhos desde criança, nossa formação foi tradicional, tanto é que transamos pela primeira vez após dois anos de namoro, na época eu tinha 19 anos. Depois de casada as nossas transas sempre considerei boa, mas após seis meses de casada que pela primeira vez na minha vida experimentei sexo oral, nunca tinha imaginado que era ótimo desse jeito, me recordo como se fosse agora, o primeiro instante que o Alexandre ( meu marido ) tocou com sua língua no meu sexo, quase desmaiei de tanto tesão, fui nas nuvens, depois desse dia sempre pedia para ele fazer novamente, pois era dessa maneira que eu gozo, já que depois que nós transamos num papai e mamãe, ele goza e eu nem sempre consigo gozar. Mas como eu conhecia sexualmente isso, estava muito bom mesmo, ele era carinhoso, me proporcionava uma vida sócio econômica estável, etc.
Minha vida mudou radicalmente depois de uma tarde de quinta feira, era por volta das 16:00 horas quando eu voltava das compras, quando parei o carro no semáforo e dois homens me assaltaram, fui obrigada a passar para o banco de trás e sempre na mira de um revólver fomos há uma agencia bancária, enquanto fiquei no carro com dos marginais, o outro com a senha e cartão sacou 1300,00 reais da minha conta e voltou para o carro, eu já não conseguia parar de chorar, implorava para deixar eu ir, que levasse o carro, fui agredida e ameaçada, disseram ?me que se não parasse de chorar me matariam, mas mesmo sobre ameaças, é impossível acalmar ?se. Quando percebi estávamos saindo da cidade e logo adentraram numa estrada de terra para meu alívio pararam o carro e mandaram eu sair, naquele momento fiquei com medo de ser executada, assassinada, mas quando eles saíram com o carro, senti aliviada, se é que é possível sentir ? se aliviada nessas circunstancias.
Andaram com carro uns vinte metros e voltaram de marcha ré, minhas pernas ficaram ainda mais trêmulas, tive a certeza que voltaram para me matar, pararam, desceram e falaram, nós íamos matar você mas se você colaborar, podemos deixar você viva, o nervosismo meu era tanto, que nem consegui entender o que queria dizer com aquilo, só fui perceber quando um deles, um homem branco, deve ter 1m80 mais ou menos, chegou e pegou nos meus seios, dizendo que era gostosa e teria que transar com eles se quisesse ficar viva, tentei tirar a mão dele, e levei uma tapa no rosto e me xingou de cadela, biscate, que eu estava pensando que era quem, que eu não estava em condições de negar nada a ninguém e em um movimento brusco rasgou minha blusa e depois me obrigaram a tirar minha calça jeans e depois tirar a calça e a cueca dos dois o outro era um moreno claro que deve ter aproximadamente 1m70 mas bem forte, fui violentada por mais de duas horas. Eles transaram de todas as maneiras possíveis, pela primeira vez na minha vida fui obrigada a engolir porra e meu rabinho ficou dilacerado, meu até então virgem cuzinho foi invadido, até mesmo dupla penetração, coisas que eu repudiava tive que fazer. Depois disso foram embora deixando-me no meio daquele canavial, somente de calcinha e soutien e tive que andar uns três quilômetros até chegar na pista, completamente humilhada, quando cheguei na pista que pedia por socorro, era obrigada a ouvir buzinas de caminhoneiros, sendo chamada de puta, etc. provavelmente sendo confundida com prostituta, vários carros passaram no local, até que finalmente um caminhão parou, quando que resumidamente contei-lhe que aconteceu, o homem falou que carona não poderia dar, mas que acionaria a policia, por que ele não queria ter complicações para o lado dele, ter que ir em fórum e coisa tal, mesmo eu implorando e chorando muito. Ele foi irredutível, não sei precisar o tempo exato, mas pouco minutos depois chegou uma viatura da policia, fui levada ao hospital, isso já era mais de dez horas da noite, e foi lá que encontrei meu marido, naquele momento meu medo era ter sido contaminada por doenças sexualmente transmissível, de estar grávida, felizmente os exames nada acusaram e 6 dias depois os dois homens estavam presos e tive que ir a delegacia reconhecê-los, eu os reconheceria no meio de qualquer multidão, acho que hoje ainda estão presos.
As ?conseqüências? de um estrupo é terrível, o abalo físico e o pior de tudo o estrago psicológico, tive que fazer mais de oito meses de análises, tinha medo de tudo e de todos, qualquer ruído era motivo para eu entrar em pânico, não dirigia mais, minha irmã que na época tinha dezesseis anos veio ficar uma temporada conosco para que eu ficasse o menor tempo possível só. Com o tempo as coisas foram voltando ao normal e um sentimento estranho tomava conta de mim, volta e meia eu me pegava pensando em dar meu rabinho, em chupando pinto até que gozasse na minha boca e ficava muito mas muito excitada mesmo pensando nisso, em momento algum durante os momentos que fui estrupada eu senti tesão, aliás pelo contrário, eu já tinha ouvido falar que dar o rabinho doía, mas a dor é quase insuportável, durante as transas com o Alexandre, teve algumas vezes que tentei tocar no assunto, mas ele ignorava, eu já não conseguia mais gozar durante as nossas transas, quando eu recebia um simples elogio na rua, já era motivo para eu ficar excitada, mas relutava comigo mesma, não eu não podia traí-lo, era contra meus princípios, ele sempre foi carinhoso, éramos um casal feliz, em hipótese alguma poderia fazer isso com ele.
Isso foi durante meses, eu quase me acabava na ciririca, nesse meio termo, começou a trabalhar na nossa casa um marceneiro, chamado Fábio, que iria trocar todos móveis, ele tinha alguns traços do homem que me estrupou, ou era coisa da minha cabeça, eu percebia os olhares que ele me lançava, mas nunca passou disso, as vezes eu o provocava usando roupas sensuais, somente para ver o volume que formava sob sua calça, depois lá ia eu outra vez na ciririca, pensando no pinto dele comendo meu rabinho depois gozando na minha boca e assim foi durante dias. Numa certa noite acordei e o Alexandre não estava na cama, deduzi que ele estava no banheiro, esperei um pouco e ele não voltava, fui ao banheiro e ele não estava, então resolvi ir no banheiro do corredor e quando passo enfrente ao quarto da minha irmã, a porta estava entreaberta e pude ver com a ajuda da luz do abajur, uma cena que me chocou quase mais do que o estrupo, Alexandre olhava a bundinha de sob sua camisola enquanto ela dormia, irmã e batia uma punheta, eu não podia acreditar no que via, voltei para o quarto sem ele perceber passou uns três minutos e ele entrou de volta, finge que estava dormindo, mas pude ver que seu pau estava duro ele chegou e foi logo querendo transar comigo, mas como sempre sem carícias nenhuma, foi logo introduzindo e pouco tempo depois gozando, era evidente que ele transava comigo pensando na minha irmã, que para mim era uma criança, enquanto ele transava comigo naquela noite saia lágrimas dos meus olhos, mas eu não disse uma palavra.
Logo pela manhã quando acordei disse para minha irmã que poderia voltar para casa, pis ela tinha que tocar a vida dela e eu a minha, naquele dia eu provoquei o Fábio mais do que nunca, deu até pena dele, eu usava um micro shorts de cotton que era ridiculamente curto, e sempre dava uma desculpa de estar fazendo algo e mostrava meus seios com um decote avantajado que estava e sem soutien, a tarde quando Alexandre voltou, foi logo perguntando da minha irmã, e eu disse que ela tinha voltado para casa e expliquei, mas não disse o real motivo, ele insistiu que era melhor ela ficar mais uma temporada comigo, mas disse que não e bati o martelo, era obvio que sabia o porque ele queria que ela ficasse na nossa casa.
No outro dia era 09:00 horas da manhã quando Fábio chegou para trabalhar ao ir abrir a porta para ele eu trajava uma camisola branca curtíssima e uma tanguinha fio dental também branca, a reação dele quando me viu daquele jeito, quase caiu de costas, mas seu comprimento foi da mesma maneira dos dias anteriores, fiquei com a camisola até quase meio dia, e a todo instante fazia questão de passar perto dele, quando ele veio me dizer que estava indo almoçar, pedi a ele que almoçasse comigo, ele recusou, mas insisti muito, dizendo que agora estava só, que minha irmã tinha ido embora, assim ele faria companhia, ele aceitou e disse que iria ao banheiro lavar as mãos, quando ele estava no banheiro corri peguei uma toalha e levei para ele no banheiro, ao entregar a toalha perguntei qual era o motivo daquele volume sob a calça, ele ficou vermelho, engasgou, não conseguiu dizer nada, então peguei no pau dele e, falei posso ajudar você? Em seguida demos um longo beijo dentro banheiro mesmo, em questões de minutos estávamos no meu quarto completamente nus e ele chupando minha xereca, gozei duas vezes na boca dele, depois foi a minha vez, cai de boca naquele pinto até que ele encheu minha boca com seu leite, sem tirar o pinto da boca, continuei chupando até ele dar sinal de vida novamente, depois transamos muito, gozei mais uma vez e finalmente pedi para ele comer meu rabinho, dessa vez doeu, mas não igual a primeira vez. Fomos almoçar já era 03:00 horas da tarde e depois do almoço repetimos tudo outra vez, e novamente ele comeu meu rabinho.
Durante os 8 dias seguintes transávamos toda tarde, até que um dia perguntei a ele se ele não tinha algum amigo confiável, por que eu queria fazer dupla penetração,no outro dia, depois do almoço ele apareceu com o Robson, um negro com corpo franzino, com cara de moleque, pensei que ele tinha no máximo 17 anos, mas ele tinha 22 anos, quando aquele ? moleque? arrancou a roupa, eu nunca imaginei que houvesse um pinto daquela grossura e era torto para cima, feito uma parábola, mais 3 dias seguidos transamos todas as tardes, nós três, mas eu já tinha desistido Fábio, estava encantada com o Robson. Quando Fábio acabou o serviço em casa, nunca mais transamos, mas em compensação com o Robson era 3 vezes por semana, Fábio ligou várias vezes, mas sempre recusei, só queria o Robson, ficamos assim mais de seis meses, mas o melhor ainda estava por vir.
Contarei em outra oportunidade, afinal esse relato já está longo demais. Camila Queroserputinha@ig.com.br
Conseqüencias II
Autor: Camila
Categoria: Grupal
Data: 2004-01-07 22:07
Conforme relatei no conto Conseqüências (I parte) depois que conheci o Robson, posso dizer que fiquei completamente extasiada pelo aquele homem, eu nuca tinha imaginado que poderia haver um pinto daquela grossura, das poucas vezes que assisti algum pedacinho de filme pornográfico, eu tinha visto algum pinto com a grossura semelhante, mas eu imaginava que era aumentado pelas lentes ou algo parecido, aquilo era descomunal, no tamanho nem tanto, mas na grossura, era fora de série! Tanto é que quando vejo alguns relatos de quando as mulheres fazem sexo anal, no inicio dói e depois acostumam, no meu caso é diferente, peguei gosto pelo sexo anal, mas todas as vezes que fazia com o Robson, eu não acostumava não! Gostava e gosto sim, mas em momento algum parava de doer e doía muito mesmo! Depois dessas transas eu tinha que arrumar uma boa desculpa para o meu marido por dias, falava que iria fazer um exame ginecológico dali há uns 4 ou 5 dias e não podia transar, as vezes até mesmo chegava a usar absorventes higiênicos simulando uma menstruação, e ele nem percebia que as vezes minha ?menstruação? durava 15 dias, mas vamos aos fatos ocorridos.
Consequencias III
Autor: Camila
Categoria: Grupal
Data: 2004-01-08 23:39
Como relatado nos contos anteriores, a minha vida havia se transformado da água para o vinho e estava levando a minha cunhada Fabiana junto. Um certo dia estávamos conversando quando ela confessou-me que não agüentava mais de vontade de participar em um dos meus encontros, que ela tinha muitas fantasias e necessitava por em práticas, então acertamos que na primeira oportunidade faríamos.
A sorte estava do nosso lado, menos de dez dia depois os nossos maridos acertaram uma pescaria, iriam na sexta feira a tarde e voltaria somente no domingo depois do almoço, rapidamente liguei para o Robson e ele ficou de acertar com o Ademar e o André. Chegou a tão esperada sexta feira, 18:00 horas em ponto partiu a Alexandre meu marido e Mauricio meu cunhado (marido da Fabiana) para a grande pescaria deles, Fabiana iria dormir na minha casa para fazermos companhia uma para com a outra, assim que o carro virou a esquina fomos tomar banho para preparamos para a noite que prometia.
Aproximadamente as 19:00 horas eu e Fabiana saímos para encontrar o Robson e seus amigos, havíamos marcado o encontro numa choperia que fica do outro lado da cidade, eu trajava um vestido preto longo, com um decote nas costas que quase dava para ver minha minúscula tanguinha preta fio dental completamente enfiada na bundinha, Fabiana estava com vestido de alças, não muito curto, mas longe de ser grande também, mas o que chamou minha atenção era que ela estava com uma bolsa de viagem nas mãos, perguntei o por que da bolsa e o que tinha dentro, ela disse que depois eu iria ver, que fazia parte da fantasia dela.
Fomos no meu carro, andamos uns dez minutos e quando passávamos por uma praça ela pediu para eu parar que ela queria ir ao banheiro, achei estranho, pois mal havíamos saído casa e ela queria ir no banheiro, mas enfim, parei ela desceu e eu fiquei esperando no carro. Após uns dez minutos ela saiu do banheiro público que entrara, eu não acreditava no que estava vendo, ela havia trocado de roupa, tinha tirado vestido e, colocado uma micro-saia branca escandalosamente curta, mal cobria a polpa de sua bunda, uma blusa de botão amarrada abaixo dos seios, soutien meia taça também branco, se ela respirasse um pouco mais forte com certeza ficaria nua, de tão curta que era a saia, os poucos metros que ela andou do banheiro até o carro, foi o suficiente para chamar atenção dos homens que estavam na praça e de algumas mulheres que obviamente olharam torto.
Chegamos ao local onde havíamos marcado com o Robson e seus amigos, apresentei Fabiana a eles e fomos tomar chopps, a cena era até meio patética, Fabiana com aquela micro-saia sentada em uma mesa de bar, por mais que ela esforçasse, mas bastava um pequeno movimento e sua tanguinha ficava amostra, tomamos alguns chopps e decidimos irmos para minha casa, afinal ?os pescadores? podiam ligar e teríamos que estarmos em casa como duas donas de casa. No meu carro foi eu e o Robson e no carro do Ademar foi a Fabiana e o André, com um detalhe, Fabiana no banco de trás junto ao André, antes mesmo do carro sair eles já estavam no maior beijo.
Quando paramos o carro no sinal e o Ademar parou o carro dele, não acreditava na cena que via, André chupando os seios de Fabiana em plena rua! Fiquei admirada com a coragem de Fabiana, quando chegamos em casa que pusemos os dois carros na garagem, Fabiana estava somente de tanguinha dentro do carro e com a rola do André na boca, entramos e logo o Ademar e o André chuparam cada um seio dela, era obvio que eu estava completamente excitada ao ver as cenas, e ao dar o primeiro beijo e sentir a mão do Robson tocar no meus seios, tive o meu primeiro orgasmo da noite, e não demorou muito para eu sentir a língua do André na bundinha, a partir daquele momento ninguém era de ninguém, chupamos a rola dos três, fomos chupada e fudida pelos três, em todos os buracos, em um determinado momento toca o celular de Fabiana e ela estava sentada com a rola do Robson completamente enfiada no rabinho, ela foi carregada até o celular sem que a rola saísse, era o Mauricio, marido dela, ela falou o tempo todo com ele, sentada na rola do Mauricio, e logo depois pela primeira em sua vida teve uma dupla penetração com o Robson e o André, foi uma noite e tanto, teve um momento em que o André disse: ? O marido de vocês vão pescar e vocês é que levam vara?.
Na noite do sábado para o domingo, eles voltaram na minha casa outra vez, e foi melhor ainda, mas a maior loucura que fizemos,ainda não foi dessa vez, que se houver oportunidade contarei numa próxima vez. - Camila
Eu e o Robson nos encontravamos pelo menos uma vez por semana, ele era um homem com cara de menino, de cor negra, lindo, mãos firmes que só de segurar em uma mulher faz com que ela fique excitada, com ele fazia coisas na cama, que até eu mesma depois não acredita no que tinha feito, não sei como eu não desmaiava de tanto orgasmos que eu tinha, as vezes eu me pegava pensando como eu tinha me transformado, de uma dona de casa a uma puta na cama, enquanto meu marido resumia nossas transas num papai e mamãe e virava para o lado e dormia, sem preocupar ? se eu tinha tido orgasmo ou não, Robson fazia questão de me ver tendo orgasmos múltiplos e cada dia que passava eu gostava mais de dar meu rabinho, lembrar que até pouco tempo atrás eu repudiava isso, estava ficando viciada, as vezes eu comentava com meu marido, para falar a verdade eu mentia, inventava para ele que uma amiga minha tinha comentado que ela fazia sexo anal, somente para ver a reação dele, se ele pelo menos sugeria, mas nada, ele bruscamente dizia que isso era coisa de mulher vagabunda, sem vergonha. E eu pensava comigo mesma, é acho que ele tem razão, isso não é coisa de se fazer e jurava para mim mesma que nunca mais faria, que não encontraria jamais o Robson, passava no máximo 5 dias e lá estava eu novamente rebolando feito louca naquela rola fenomenal, chupando, revezando ora no meu rabinho, ora na minha xereca.
Já fazia 5 meses que eu saia com o Robson, quando ele me convidou para ir num churrasco na casa do primo dele, era obvio que eu queria ir com ele, mas como? Que desculpas que eu daria para o Alexandre? Ele insistiu tanto, que aceitei o convite, seria num sábado a tarde, e aos sábados o Alexandre, vai para o sagrado futebol com os amigos e depois a também sagrada cervejinhas, mas o compromisso dele era no máximo de 4 horas, normalmente quando era 19:00 horas ele estava de volta em casa, então eu aceitei nessas condições, que no máximo as 18:30 eu teria que estar em casa de volta, ele concordou e quinze dias depois foi o tal churrasco. Encontrei o Robson as 15:30 e fomos a casa do primo dele, chegando lá, estava o Ademar o tal primo, eles são bem parecidos um com outro, mas o Robson é mais bonito, depois de uns 15 minutos chegou o André amigo dos dois, esse tinha a pele branca mais era bonitinho também, passado uns dez minutos perguntei sobre o resto das pessoas, Robson olhou e disse que não viria mais ninguém, que era melhor, pois quantas menos pessoas vissem nós juntos, menor era a chance de do meu marido descobrir algo, fiquei feliz, pois ele estava preocupado comigo, doce ilusão a minha. Nós estávamos parecendo um casal de namorados, sempre abraçados, beijinhos para cá, aos poucos nossos beijos foram ficando mais quentes, e eu estava super excitada já, mas estávamos acompanhados não poderíamos passar dos limites, já o Robson não preocupava com esses detalhes, suas mãos percorria meu corpo, eu tentava segurar, mas parecia que ele tinha seis mãos, enquanto eu tirava uma das mão dos meus seios a outra segurava minhas nádegas, eu dizia para ele parar que as pessoas estavam olhando, mais que ele fazia, eu usava uma saia jeans, não era uma mini saia, mas também não era grande, era pouco acima dos joelhos, uma blusa branca colada ao corpo, soutien e tanguinha também brancos. Num determinado momento estávamos nos beijando em pé, eu de costas para o Ademar e o André, quando de repente o Robson puxa minha saia para cima, deixando minha bundinha a amostra para os dois, repudiei de imediato, abaixei a saia e perguntei se estava maluco, me afastei e quando olho para trás, o André estava com as calças abaixadas até altura dos joelhos batendo uma punheta e o Ademar pegando no seu pinto sobre a calça. Foi nesse momento que entendi, como eu sou burra disse a ele, esse é o motivo de ter me convidado, falei que iria embora naquele momento e nunca mais queria vê-lo novamente, Robson me puxou pelo braço e disse, calma não vamos fazer nada que você não queira, vamos brincar um pouco, quem comanda aqui é você, faremos o que você quiser, como, hora que você disser que não quer mais paramos, e aqueles beijinhos na orelha, me amoleceu de vez, pronto eu estava entregue aos três. Enquanto nós nos beijávamos ele tirou minha saia e depois minha blusa, sem perder tempo algum, André já nu veio por trás me enconchando, esfregando seu pinto na minha bunda e segurava nos meus seios, meu soutien foi tirado e finalmente Ademar também veio e começou a chupá-los, ele ainda estava vestido, minha tanguinha foi tirada e nesse momento Ademar tirou a camisa, calça e depois tirou a cueca, acho que é de família, pois o pinto dele era enorme, não era grosso igual do Robson, mas era uns 3 ou 4 cm maior. Estávamos os três nus em pé, sendo chupada por trás e nos seios, era um tipo de rodízio, e assim foi o meu primeiro orgasmo. André como sempre foi o mais apressadinho em iniciar a penetração, eu deitada de costas para o chão e com duas picas no meu rosto, eu me esforçava revezando uma depois outra. André falou Robson, você falou que essa putinha era gostosa mas eu não imaginei que era tanto assim, no momento consegui pensar quer dizer que ele fala para eles que transamos, somente pensei, pois naquele momento era impossível falar algo, estava com a boca cheia. Mudamos de posição, fiquei de 4 e foi a vez do Robson me penetrar e continuava chupando quando comecei a chupar o pinto do André ele gozou, quase que gozou na minha boca, depois foi a vez do Ademar penetrar em mim. Novamente mudamos de posição, agora eu estava cavalgando no pinto do Ademar e o Robson veio cutucando meu rabinho, tive a sensação e a dor de terem me rasgado, parecia que minha xereca e meu anelzinho tinham se encontrado, formando um só orifício, nisso o André já tinha se recuperado e foi também comer meu rabinho, enquanto isso Robson veio e gozou na minha boca, passado uns cinco minutos Ademar também gozou na minha boca, eu já não agüentava mais ficar naquela posição deitei novamente de costas para o chão e a partir daí sempre tinha um me penetrando e depois vinha e gozava na minha boca, quando Robson veio gozar na minha boca não consegui mais, estava dando ânsia, já era quase 18:00 horas quando fui embora, mal conseguia ficar em pé, estava esgotada, toda ardida, o medo de não conseguir disfarçar para o Alexandre. Quando estava quase acabando de tomar o banho já em casa Alexandre chegou, saí direto do banheiro para cama, fiquei por uns dez minutos quando Alexandre veio perguntar o que eu tinha, disse que estava com uma indisposição, ele queria me levar ao médico, deu trabalho mas convenci ele que não era necessário, peguei no sono e acordei com a mulher do meu cunhado me chamando, perguntava que eu tinha, que o Alexandre ligou para eles, dizendo que eu não estava boa mas recusei ir ao médico, aquele foi estopim, eu tinha que desabafar com alguém, comecei a chorar e resolvi abrir o jogo, ainda bem que foi com ela, ela é minha melhor amiga, mais jamais falamos algo tão confidencial assim uma para outra, falei nos mínimos detalhes de tudo, desde o início. Ela parecia não acreditar no que eu lhe contava, quando terminei, ela me deu um abraço e disse que também já tinha saído com outro homem, mas foram poucas vezes e foi com um só, que nuca tinha pensado nisso e jamais havia cogitado a idéia de que havia feito isso, mas de ouvir eu relatar ficou com tesão e provavelmente não teria coragem de fazer. Inventou uma desculpa que a minha doença era coisa de mulher, que estava com TPM, e que é normal ter esse tipo de comportamento em algumas mulheres. Eu tinha jurado para mim mesma que não queria mais, que nunca mais mesmo, não passou nem um mês e eu estava sentada na rola do Robson novamente, disse a ele da minha cunhada que tinha contado para ela e o sem vergonha disse que a próxima vez é para eu chamar ela também, fiz o convite a ela, ela disse um não, meio que quem vai voltar atrás, desconfio que teremos um outro churrasco, logo, logo. Tenho certeza que não vai muito tempo e não vou conseguir enganar meu marido mais, mas só o tempo me dirá. - Camila

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